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Na Câmara, secretária destaca que comissão apurava gestão de medicamentos e falhas

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A Secretaria Municipal de Saúde, Ozenira Félix, participa na manhã desta terça-feira (27), de sessão ordinária, realizada virtualmente na Câmara dos Vereadores de Cuiabá, e presta esclarecimentos a respeito dos medicamentos encontrados fora do prazo de validade. A gestora apresentou 21 caixas com documentos juntados pela equipe técnica de uma comissão criada por ela, para uma investigação sigilosa após ter assumido a Pasta. O cuidado com o sigilo deve-se ao fato de não imputar suspeitas a nenhum servidor durante o processo de apuração na busca por respostas.

“Eu fiz questão de trazer uma parte dos documentos que é apenas um pedaço da documentação. Temos toda uma equipe trabalhando ainda, mas trouxe para vocês lerem os processos e os relatórios que já foram produzidos. Quando cheguei na Secretaria de Saúde, em outubro, o responsável do CDMIC [Centro de distribuição de medicamentos e insumos de Cuiabá] me procurou e me colocou a preocupação que ele tinha com medicamento vencidos à época. Eu o orientei a documentar e contextualizar tudo. Ele fez um documento no dia 13 de outubro e ele protocolou para mim no dia 23 de outubro. A partir desse momento eu pensei muito sobre. Conversei com duas pessoas do setor de controle para saber que providência tomar, porque se você chama todo mundo e briga com todo mundo, não vamos saber o que aconteceu, nós não vamos ter documentos”, disse a secretária.

A gestora presta esclarecimentos  acompanhada do coordenador técnico de Atenção Secundária, Wille Calazans, o diretor do CDMIC, Igor Miranda, o farmacêutico de carreira da SMS, Renaudt Fernando Tedesco de Carvalho, o secretário-adjunto de Gestão João Henrique Paiva e o secretário-adjunto de Atenção Secundária, Paulo Felipe Cardoso, que também explicaram tecnicamente como ocorre o processo de descarte de medicamentos fora do prazo de validade.

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Ainda em sua fala, a secretária Ozenira ressaltou que para explicar a situação de todos os medicamentos no CDMIC, precisa terminar a investigação e dizer o que ocorreu com cada lote, desde o processo de compra até o recebimento e dispensação. “Esse processo de investigação não terminou ainda, por que ainda precisamos saber o que de fato ocorreu, saber quem fez o processo licitatório, quem pediu, quem cotou, quem deu a ordem de fornecimento, quem recebeu e que dia. Através desse levantamento que estamos fazendo de processo a processo, é que n[os vamos saber o que de fato ocorreu, se foi descontrole, se houve má-fé de alguma parte. Precisamos saber o que aconteceu lá atrás e para isso tem gente trabalhando desde o ano passado, para depois estarmos encaminhando o relatório aos órgãos de controle. Nós viemos hoje, para mostrar que temos duas frentes para saber o por quê desse volume de medicamentos vencidos e também o que aconteceu para que chegasse a este ponto”, explicou a secretária. 

“Nada justifica essas falhas. O recurso que nós temos é da população, nós temos consciência disso, principalmente a população mais vulnerável precisa de uma saúde pública. Houve problemas, mas houve avanços. Nós usávamos por exemplo, pelo estoque que a gente viu, um tipo de medicamento. A partir da covid, nós passamos a usar outros medicamentos. O foco se colocou para a covid, sendo que nós temos outras patologias, nós temos outros problemas. Eu entrei num momento de covid”.

Além disso, Ozenira relembrou que ficou extremamente triste com a entrada brusca que os vereadores Maysa Leão e Diego Guimarães tiveram no depósito da Cdemic.

“Eu nunca neguei a entrada de ninguém em nenhuma unidade. Eu peço simplesmente o respeito à unidade para que eu possa designar uma pessoa e ir esclarecendo. Temos um país democrático de Direito. Deccor quando foi chamada o técnico ligou e disse: ‘secretária, eu só vou entrar se a senhora autorizar’. Eu falei: ‘Sem problema nenhum!’ e simplesmente fomos lá”.

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Destacou que em relação à vacinação, que disponibilizou acesso aos órgãos de controle – MPE, TCE, Câmara e Polícia Judiciária Civil. “Temos deixado nossas unidades abertas, temos colaborado. Nós nunca quisemos esconder nada. Se nós quiséssemos, nós jogávamos numa vala comum e enterrávamos. Com a vacinação, nós disponibilizamos o link para o MPE, para o Tribunal de Contas e para a Polícia Civil. Nós temos sido absolutamente transparentes, temos deixado as nossas unidades abertas, temos colaborados com o que é possível”, ressaltou. A  secretária reforçou que a SMS ainda está com uma investigação em andamento e que a Pasta vai apresentar, ao final, a solução para essa questão dos medicamentos.

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Grupo de 50 a 54 anos com comorbidades começa a ser vacinado a partir desta quarta-feira (12)

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Davi Valle

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Pessoas de 50 a 54 anos com comorbidades que já estão cadastradas no site começarão a ser vacinadas a partir desta quarta-feira (12), em Cuiabá. A Secretaria Municipal de Saúde – SMS decidiu antecipar este grupo prioritário devido ao baixo número de cadastramentos do grupo de 55 a 59 anos com comorbidades no sistema.

De acordo com o diretor de TI da SMS, Gilmar Cardoso a quantidade de pessoas de 55 a 59 anos que se cadastraram no site está muito abaixo do esperado e, caso não diminua a faixa etária para comorbidades, muitas vagas para vacinação ficarão ociosas. “Temos cinco pontos de vacinação em Cuiabá, e uma capacidade para vacinar entre 4 e 5 mil pessoas por dia, mas a procura está baixa. Por isso vamos abrir a agenda para acelerarmos a imunização”, disse Cardoso.

Outro motivo desta antecipação é a vacina da Pfizer, que tem características peculiares e precisa ser aplicada de maneira mais célere. “As doses estão guardadas a -20 graus e ela pode ficar até 14 dias nessa temperatura. Após sair deste freezer ela pode ficar guardada entre 2 e 8 graus durante cinco dias. Estamos buscando diariamente apenas as doses para aplicação para cada dia, para evitar desperdício de vacinas. Precisamos usar cada remessa da Pfizer em até 14 dias, por isso foi preciso ampliar o grupo prioritário neste momento”, explicou a coordenadora da campanha de vacinação, Valéria de Oliveira.

ATENÇÃO: As pessoas que se cadastraram no site e que fazem parte dos grupos contemplados (50 a 59 com comorbidades, gestantes e puérperas a partir de 18 anos, Síndrome de Down a partir de 18 anos e pessoas com deficiências permanentes a partir de 50 anos) devem entrar no site da vacinação no período noturno e consultar o cadastro para verificar se a agenda está disponível. No dia da vacinação a pessoa deve levar o QR Code do agendamento impresso, juntamente com o laudo impresso OU a declaração de comorbidades assinada e carimbada pelo médico, pois estes documentos serão retidos no registro. Também é necessário levar um documento com foto e o comprovante de endereço de Cuiabá.

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Cadastros de segunda dose da Coronavac serão reagendados para evitar fraudes

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Devido à grande procura pela segunda dose da vacina Coronavac em Cuiabá por pessoas de todo o estado de Mato Grosso, a Secretaria Municipal de Saúde precisou reorganizar as datas da imunização dos grupos que vão receber a vacina do laboratório Butantan. Sendo assim, as pessoas que vão tomar a segunda dose de Coronavac deverão obrigatoriamente levar o QR Code da segunda dose que vai aparecer no cadastro no site da vacinação.

“Esta reorganização foi necessária pois estamos recebendo um número muito grande de pessoas de outras cidades tentando receber a segunda dose da Coronavac em Cuiabá, inclusive tentando fraudar o cadastro no site para burlar o sistema. Se dependesse da nossa vontade, vacinaríamos todo mundo, mas infelizmente as doses que recebemos é para imunizar as pessoas que tomaram a primeira dose na capital, por isso estamos fazendo uma varredura em todos os cadastros e possivelmente a data da aplicação da segunda dose da vacina possa sofrer alteração”, disse a secretária municipal de Saúde, Ozenira Félix.

Outro motivo para as mudanças no calendário de vacinação é a logística de aplicação das vacinas da Pfizer. Com a chegada de mais uma remessa deste imunizante, que tem um prazo pequeno para ser aplicado, a prioridade neste momento é dar vazão a estas doses, para que não se corra o risco de perdas. “Esta é uma vacina bastante melindrosa, que requer um cuidado maior e mais tempo no preparo para a aplicação. E o grupo de comorbidades, para qual ela foi destinada, também demanda um tempo maior na conferência da documentação. Por isso decidimos priorizar a aplicação da Pfizer neste momento”, explicou Valéria de Oliveira, coordenadora da campanha de vacinação.

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ATENÇÃO: As pessoas que estão com a segunda dose da Coronavac marcadas no cartão de vacinação, não devem mais seguir pela data que está indicada lá. Elas precisam olhar o seu cadastro no site da vacinação e imprimir o QR Code da segunda dose. A data e horário corretos são os que estiverem no QR Code. Ele deverá ser impresso e entregue no local de vacinação. O agendamento estará disponível à noite no site. Caso a agenda da segunda dose ainda não tenha aparecido, ela será disponibilizada nos dias subsequentes.

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