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POLÍTICA NACIONAL

Marco Aurélio envia a plenário ação que aponta omissão de Bolsonaro na pandemia

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Marco Aurélio, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)
Fellipe Sampaio /SCO/STF

Marco Aurélio, ministro do Supremo Tribunal Federal (STF)

O ministro Marco Aurélio Mello , do Supremo Tribunal Federal (STF), enviou ao plenário da Corte uma ação do PT e do PSOL na qual os partidos apontam “boicote ou retardamento” do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a medidas que poderiam diminuir os impactos da pandemia da Covid-19 .

As legendas pedem ao STF que determine ao presidente que institua uma comissão autônoma, composta por representantes da União, dos governos estaduais e da comunidade científica, para coordenar o combate ao novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Na ação dos partidos, eles dizem que trata-se de caso de “excepcional urgência”, considerando o contexto da calamidade pública e o “colaboracionismo explicitamente assumido pelo presidente para o avanço exponencial da contaminação e da letalidade em escala social”.

As legendas apontam ainda uma “olímpica indiferença” do governo federal ao crescimento exponencial das mortes por Covid-19 no País.

Em despacho dado nesta sexta-feira (23), Marco Aurélio invocou dispositivo que prevê que o plenário analise medida cautelar em “caso de excepcional urgência e relevância da matéria”. Agora, cabe ao ministro Luiz Fux, presidente do STF, colocar o tema em pauta.

O decano do STF deu cinco dias para que a Advocacia-Geral da União (AGU) e a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifestem sobre o pedido dos partidos da oposição.

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POLÍTICA NACIONAL

Pazuello terá habeas corpus produzido pela AGU para poder manter silêncio na CPI

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AGU prepara habeas corpus para Pazuello, como aval de Bolsonaro
O Antagonista

AGU prepara habeas corpus para Pazuello, como aval de Bolsonaro

Com o aval do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a Advocacia-Geral da União (AGU) está preparando um habeas corpus que será apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello tenha o direito de ficar calado durante seu depoimento na CPI da Covid, respondendo apenas as perguntas que quiser. A presença de Pazuello no Senado está marcada para o dia 19.

Um ex-ministro da Saúde ser assessorado pela AGU é um fato inédito. O Planalto avalia que proteger Pazuello na CPI seria proteger também Jair Bolsonaro. Segundo apuração da CNN Brasil, o Planalto avalia que a CPI já condenou o governo e, principalmente, a gestão Pazuello.

Apesar de o general ter sido convocado como testemunha, o que lhe obriga a falar, há jurisprudência no STF para que tenha o direito do silêncio. Em 2019, o ex-ministro Celso de Mello autorizou que uma ex-funcionária da Câmara de Comércio Exterior ficasse em silêncio durante depoimento na CPI do BNDES. O presidente da Vale, Fábio Schvartsman, também conseguiu o mesmo direito na época. 

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Pazuello terá habeas corpus produzido pela AGU para poder manter silêncio na CPI

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Com o aval do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), a Advocacia-Geral da União (AGU) está preparando um habeas corpus que será apresentado ao Supremo Tribunal Federal (STF) para garantir o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello tenha o direito de ficar calado durante seu depoimento na CPI da Covid, respondendo apenas as perguntas que quiser. A presença de Pazuello no Senado está marcada para o dia 19.

O fato de um ex-ministro da Saúde ser assessorado pela AGU é um fato inédito. O Planalto avalia que proteger Pazuello na CPI seria proteger também Jair Bolsonaro. Segundo apuração da CNN Brasil, o Planalto avalia que a CPI já condenou o governo e, principalmente, a gestão Pazuello.

Apesar de o general ter sido convocado como testemunha, o que lhe obriga a falar, há jurisprudência no STF para que tenha o direito do silêncio. Em 2019, o ex-ministro Celso de Mello autorizou que uma ex-funcionária da Câmara de Comércio Exterior ficasse em silêncio durante depoimento na CPI do BNDES. O presidente da Vale, Fábio Schvartsman, também conseguiu o mesmo direito na época. 

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