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Ipem MT e Polícia Civil apreendem mercadorias e suspendem atividades de empresa clandestina

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Tuani Nunes* | Sedec-MT

O Governo do Estado, por meio do Instituto de Pesos e Medidas de Mato Grosso (Ipem – MT) e da Delegacia Especializada do Consumidor da Polícia Civil, apreendeu mercadorias irregulares e suspendeu a atividade da empresa Leergas, que estava fazendo instalação de gás natural veicular (GNV) em um estacionamento em Várzea Grande nesta quinta-feira (29.04).

O presidente do Ipem-MT, Bento Bezerra, disse que a operação foi necessária porque a instalação feita de forma inadequada pode causar incêndios e até mortes. “A inadequação coloca em risco o condutor e os veículos que estão próximos dele”, explicou.

Bezerra informa que para a instalação desses equipamentos a empresa deve apresentar documentações para autorizar o início do trabalho, depois os documentos dos funcionários, que devem comprovar curso para a execução da instalação e, ainda, fazer um teste para analisar o conhecimento do técnico.

“Depois temos que fazer uma auditoria no local para saber se está adequado para a manutenção do trabalho”, reforça o presidente do Ipem MT.

Foto: Larissa Dias

O delegado da Delegacia de Defesa do Consumidor, Rogério Ferreira, explicou que, entre as irregularidades, estava o local inapropriado e também equipamentos inadequados para a instalação do gás. O proprietário da empresa Le Gas, um funcionário e o proprietário de uma auto escola de Várzea Grande que fazia propaganda do serviço foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Várzea Grande.

“Eles serão ouvidos e autuados em termo circunstanciado por crime previsto no artigo 65 do Código de Defesa do Consumidor, com pena de 6 meses até 2 anos de detenção”, explica o delegado. O crime é executar serviço de alto grau de periculosidade, contrariando determinação de autoridade competente.

Fonte: PJC MT
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Duas pessoas envolvidas em esquema de desvio de cargas de soja são presas em flagrante

Publicado


Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

Policiais civis de Brasnorte prenderam nesta quarta-feira (05.05) duas pessoas envolvidas em um esquema de desvio de cargas de soja de uma propriedade rural do município. Com apoio da equipe da Polícia Civil e Polícia Militar de Campo Novo dos Parecis, o caminhão que transportava a carga foi abordado no município e recuperada 49 toneladas de soja retiradas do armazém da vítima sem nota fisal emitida pela proprietária dos grãos. 

O proprietário da fazenda desconfiou de que estivesse sendo vítima de um esquema de desvio de cargas de soja e procurou a Delegacia de Brasnorte para registrar a ocorrência. Ele relatou que desde os primeiros meses deste ano deu falta de toneladas de soja do setor de armazenamento da fazenda e suspeitava que carretas retiravam carga de soja com notas frias. 

A partir das informações repassadas pela vítima, o delegado Heberth Hugo Montenegro instaurou investigação para apurar os fatos. 

Nesta quarta-feira (05), o proprietário da fazenda informou a Polícia Civil que uma carga saiu da fazenda e seguiu em direção ao município de Campo Novo dos Parecis, sem documentação fiscal dos grãos transportados. 

Após solicitação de apoio à Delegacia de Campo Novo dos Parecis, o caminhão foi abordado e com o motorista, de 35 anos, foram encontradas notas fiscais falsas. Ele foi preso em flagrante e conduzido à delegacia de Brasnorte. 

Depois da apreensão da carga, os policiais de Brasnorte foram até o escritório da fazenda da vítima onde indagaram uma funcionária sobre o esquema de desvio das cargas de soja. Ela confessou a participação na ação criminosa, detalhando sobre a facilitação e o despacho das notas frias de soja emitidas por ela para que as carretas pudessem sair da fazenda com as cargas. 

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A funcionária da fazenda, de 37 anos, relatou aos policiais que recebia R$ 10 mil por carreta que saía com nota fria da propriedade rural. A suspeita passou mais informações e participação de outras pessoas no esquema, que serão apuradas pela equipe da Polícia Civil de Brasnorte. Na casa dela, os policiais apreenderam um notebook e um celular que será analisado. 

De acordo com o delegado, as cargas desviadas da propriedade causaram um prejuízo estimado pela vítima em R$ 1 milhão. A carga aprendida nesta quarta-feira está avaliada em 135 mil reais.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil prende em flagrante mulher que furtou R$ 6 mil de amiga em Várzea Grande

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Uma mulher suspeita de furtar R$ 6 mil de uma colega de trabalho foi presa em flagrante pela Polícia Civil, na quinta-feira (06.05), em trabalho investigativo realizado pela equipe da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG). A suspeita de 25 anos e portadora de tornozeleira eletrônica, foi autuada em flagrante pelo crime de furto qualificado pelo abuso de confiança.

As investigações iniciaram após a vítima de 24 anos procurar a Derf-VG para registrar a ocorrência, em que narrou que a suspeita foi até a sua residência no bairro Jardim Aeroporto e furtou a grande quantia em dinheiro.

A vítima contou que o dinheiro era das suas economias e que ela estava guardando para comprar uma moto. Ela disse que confiava na amiga e achava que poderia contar com ela, uma vez que já tinham morado juntas e eram colegas de trabalho na região do zero, em Várzea Grande.

Com base nas informações a equipe iniciou as diligências para esclarecer os fatos envolvendo duas colegas de trabalho. Segundo as investigações, a suspeita ao tomar conhecimento da quantia guardada no apartamento da vítima, planejou o crime antecipadamente e cometeu o furto do dinheiro.

Durante as investigações, os policiais civis conseguiram as imagens do condomínio que mostram toda a ação da suspeita, a qual retira uma cópia da chave do apartamento de dentro do baú de uma moto e entra no prédio, logo após a vítima sair de casa. 

Diante das evidências, a suspeita foi detida em flagrante e conduzida até a Derf-VG, onde foi interrogada pelo delegado André Eduardo Ribeiro e negou o crime, porém no celular da vítima foram encontraram diversas mensagens logo após o furto, constatando que ela fez compras e pagou dívidas com o dinheiro subtraído.

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A mãe da suspeita chegou a falar para filha devolver o dinheiro, pois ela não precisava disso para viver. A suspeita que possui passagens por organização criminosa, estelionato, roubo e faz uso de tornozeleira eletrônica, foi autuada em flagrante por furto qualificado pelo abuso de confiança.

Após a confecção dos autos a presa foi colocada à disposição da Justiça. Ela responderá por mais esse crime, podendo pegar pena de 2 a 8 anos de reclusão.

Fonte: PJC MT

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