conecte-se conosco


POLÍTICA NACIONAL

Governo recua e diz que políticos não tentaram invadir ala de hospital em SP

Publicado


source
Deputados em hospital de Guarulhos
Foto: Reprodução

Deputados em hospital de Guarulhos

Horas após acusar o deputado federal Kim Kataguiri (DEM-SP) e os deputados estaduais Ricardo Mellão (Novo-SP) e Arthur do Val (Patriotas), conhecido como Mamãe Falei, de invadirem o Hospital Geral de Guarulhos, na Grande São Paulo, o governo de São Paulo recuou e disse que houve um “mal entendido”.

No sábado (17), em uma publicação no Twitter, a Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo disse, em um primeiro momento, que houve tentativa de tentar acessar a área restrita aos pacientes com Covid-19. A pasta postou vídeos do que considerou “invasão”. “A conduta destoa do que é esperado de autoridades públicas, que deveriam ser exemplo e zelar pela segurança da população, principalmente em tempos de crise sanitária global”, lê-se na primeira publicação.

No fim da tarde do sábado (17), no entanto, a pasta mudou seu posicionamento. “Após análise das imagens do mal entendido, notou-se que não houve tentativa de acesso ao espaço da UTI do Hospital. A Secretaria reforça ainda que a visita de parlamentares em meio a uma pandemia não é recomendável.”


 O caso

De acordo com as imagens da câmera de segurança no hospital, a comitiva chegou ao local por volta das 15h51 de sexta-feira (16). As imagens mostram os parlamentares de máscara no rosto acompanhados de seus assessores.

O deputado Arthur do Val publicou em seu perfil no Twitter um vídeo no qual afirma que o grupo “em nenhum momento usou de grosseria ou de violência”. Ele afimar que pediu permissão para entrar, mas foi solicitado que aguardassem. Os congressistas, então, disseram que não podiam esperar. “Nós íamos fazer uma fiscalização surpresa”, disse.

Kim Kataguiri, também por meio do Twitter, disse ser “bizarro que, no meio de uma pandemia, a pasta dedique seu tempo para espalhar mentiras na internet”. “A Secretaria de Saúde de São Paulo nos acusa de agir à força nosso papel de fiscalização, coisa que fizemos com educação, parcimônia e obedecendo os protocolos sanitários e restrições físicas. Respeito todos os profissionais da saúde de SP e, por esse motivo, esclarecemos o q houve e o que NÃO HOUVE”, postou.

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA NACIONAL

Moro diz que não influenciou na atuação da PF sobre vazamentos da Lava-Jato

Publicado


source
Ex-juiz Sergio Moro
Reprodução, iG Minas Gerais

Ex-juiz Sergio Moro

O ex-ministro da Justiça e ex-juiz Sergio Moro prestou depoimento nesta segunda-feira à Justiça Federal do Distrito Federal, no âmbito da Operação Spoofing, que investiga a interceptação de mensagens entre autoridades e membros da Lava-Jato. O ex-juiz foi uma das vítimas das invasões dos hackers.

Na audiência, realizada pela 10ª Vara de Brasília, Moro falou na condição de testemunha ao juiz federal Ricardo Augusto Soares Leite sobre a invasão de celulares e explicou que não influenciou a atuação da Polícia Federal na investigação sobre as invasões às contas de Telegrama de autoridades.

– Nunca foi feita a gestão alguma da minha parte para conduzir neste caso ou na Polícia Federal “, disse o ex-ministro da Justiça por videoconferência, que complementou: – O delegado teve autonomia total para conduzir o caso da forma que ele entendia apropriado.

O ex-ministro da Justiça ainda possui que “os ataques e as mensagens roubadas foram utilizadas com sensacionalismo para frear o combate à corrupção e condenações anulares de corruptores e corruptos”.

Além de Moro, também foi ouvida a ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB), citada pelo hacker Walter Delgatti Neto, o “Vermelho”, como elo entre ele o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, que, depois , publicou série de reportagens que ficou conhecida como “Vaza Jato”.

Deflagrada em julho de 2019, uma Operação Spoofing prendeu quatro pessoas suspeitas da invasão de celulares de autoridades.

Leia mais:  CPI recebe requerimento para convocar Carlos Bolsonaro e Filipe Martins

Comentários Facebook
Continue lendo

POLÍTICA NACIONAL

“Capitã cloroquina” nega silêncio e diz que defenderá tratamento precoce na CPI

Publicado


source
Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde
Erasmo Salomão/MS

Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde

Conhecida como “Capitã Cloroquina” , a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, a Mayra Pinheiro , disse nesta segunda-feira (17) em entrevista ao Metrópoles que seu maior desejo é “falar” na CPI da Covid. A médica negou que tenha ingressado com  pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para ter direito de ficar em silêncio.

“Eu não entrei com um processo para ficar calada, não. Eu entrei com um processo pra ter direito a levar os meus advogados. O que eu mais quero nessa CPI é falar. É exatamente o contrário. Eu tenho muito interesse de poder falar, para o Brasil, a verdade e o que eu vivo no meu trabalho. Não entrei com a intenção de ficar calada, não, até porque é uma grande oportunidade”, afirmou.

A médica disse que, em seu depoimento, vai defender a cloroquina  – remédio comprovadamente ineficaz para tratar a Covid-19. Ela também pretende defender o aplicativo Trate-Cov , lançado pelo governo para recomendar que médicos prescrevessem o “tratamento precoce”

No habeas corpus, impetrado na noite de domingo (16/5) no STF, os advogados da “capitã cloroquina” pedem que seus advogados possam auxiliá-la durante o depoimento; que ela tenha o direito de não se autoincriminar; e que as partes sejam tratadas com “urbanidade” durante o depoimento.

Comentários Facebook
Leia mais:  Segundo advogado 'até o momento' Ernesto Araújo não pedirá HC para depor na CPI
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana