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POLÍTICA NACIONAL

Dias Toffoli vota contra a proibição de cultos e missas

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Ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Nelson Jr./SCO/STF

Ministro Dias Toffoli, do Supremo Tribunal Federal (STF)

O ministro Dias Toffoli , do Supremo Tribunal Federal (STF), divergiu do ministro relator Gilmar Mendes nesta quinta-feira (8) e votou contra a proibição da realização de cultos e missas presenciais durante a pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2). Acompanhe a sessão aqui .

Toffoli foi breve em dar seu voto e abriu mão de fazer a leitura. Agora, o placar está em 4 a 2 para que as igrejas não promovam encontros religiosos para seus fiéis.

Por determinação do ministro Luiz Fuz, presidente da Corte, Toffoli votou antes da ministra Rosa Weber, que perdeu a conexão com a internet enquanto lei o seu voto. Agora, Weber segue fazendo sua argumentação.

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POLÍTICA NACIONAL

Wajngarten revela “incompetência” do governo em negociações com a Pfizer

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Fábio Wajngarte, ex- chefe da Secretaria de Comunicação
Alan Santos/PR

Fábio Wajngarte, ex- chefe da Secretaria de Comunicação

O ex-chefe da Secretaria de Comunicação da Presidência (Secom), Fábio Wajngarten , que deixou o cargo no mês passado, disse em entrevista à Veja  publicada nesta quinta-feira que o real motivo do insucesso na compra das vacinas da Pfizer, oferecidas ao Ministério da Saúde em mais de uma oportunidade, foi motivado pela “incompetência e ineficiência” do Ministério da Saúde, até então comandado pelo general Eduardo Pazuello.

Segundo Wajngarten, ele mesmo participou ativamente das tratativas sobre a compra dos imunizantes em 2020. Ele diz que guarda e-­mails, registros telefônicos, cópias de minutas do contrato e tem um “rol de testemunhas” que pode comprovar tudo o que está dizendo.

De acordo com o ex-chefe da Secom, a Pfizer enviou uma  carta ao Ministério da Saúde oferecendo prioridade na venda dos imunizantes, mas que a pasta “nem sequer respondeu”.

“A vacina da Pfizer era a mais promissora, com altos índices de eficácia, segundo os estudos. Precisávamos da maior quantidade de vacinas no menor tempo possível. E dinheiro nunca faltou”, diz.

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O publicitário diz que a Pfizer tentou até mesmo baixar o preço do imunizante. O valor ficou abaixo de 10 dólares por unidade. “

“Só para se ter uma ideia, Israel pagou 30 dólares para receber as vacinas primeiro. Nada é mais caro do que uma vida. Infelizmente, as coisas travavam no Ministério da Saúde”, conta à Veja, revelando que as negociações travaram nas cláusulas leoninas que a Pfizer não abria mão no contrato. “Havia excesso de burocracia e pessoas despreparadas cuidando dessa questão”, continua.

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Wajngarten conta, ainda, que o general Pazuello foi demitido após rumores de que seria preso. O publicitário, porém, exime Bolsonaro da culpa pela má condução da compra das vacinas.

“Ele era abastecido com informações erradas, não sei se por dolo, incompetência ou as duas coisas. Diziam que a pandemia estava em declínio e que o número de mortes diminuiria muito até o fim do ano.”

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POLÍTICA NACIONAL

Impeachment de Bolsonaro é pedido por “ladrão e maconheiro”, diz filho deputado

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Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)
Reprodução: iG Minas Gerais

Deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP)

O deputado federal Eduardo Bolsonaro ( PSL-SP) usou as redes sociais nesta quinta-feira (22) para atacar opositores do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Ladrão, maconheiro, maluca e prostituto” foram os adjetivos usados pelo parlamentar para criticar aqueles que pedem o impeachment do presidente.

Confira o tuíte:




Eduardo, que participou de uma comitiva até Israel no início do ano com outros membros do governo federal, será investigado pela CPI da Covid no Senado Federal. A comissão quer detalhes do custo, checar relatórios da viagem e o real resultado obtido com a ida ao país do oriente médio.

(Sob supervisão de Valeska Amorim)

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