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Delegada Silvia Pauluzi: cada investigação é uma história que fica em nossas carreiras

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

Há 18 anos, esta descendente de italianos deixou sua terra natal, no oeste de São Paulo, para abraçar a carreira de delegada da Polícia Civil de Mato Grosso. Atualmente, como titular da Gerência  Estadual de Polinter e Capturas, Silvia Maria Pauluzi é daquelas pessoas que procura trazer para o trabalho um pouco do carinho com que trata suas coisas pessoais. Para ela, um ambiente bem cuidado e acolhedor faz bem a todos que estão ali para trabalhar e receber quem precisa dos serviços da Polícia Civil.

Durante sua trajetória, passou por delegacias especializadas da Polícia Civil em Cuiabá e foi diretora-geral adjunta na gestão do delegado Fernando Vasco Pigozzi. Mas foi na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa, unidade de atuações intensas e complexas, onde ela passou a maior parte da carreira e de onde guarda boas recordações das equipes e também dos desafios nas investigações.

Logo que concluiu a Academia de Polícia, uma entre as três mulheres que tomaram posse como delegada em maio de 2003, Silvia foi lotada na Delegacia Especializada de Roubos e Furto de Veículos, até então, um ambiente majoritariamente masculino, onde trabalhou por um ano. Depois, foi lotada na DHPP, onde ficou até assumir como diretora-geral adjunta da Polícia Civil, em 2017.

Foram muitas as investigações desafiadoras, os detalhes que levaram ao esclarecimento de cada um dos casos tocados pela Delegacia de Homicídios, as inúmeras perícias que auxiliaram no esclarecimento de centenas de homicídios. E Sílvia de todos eles, especialmente dos que deram mais trabalho, daqueles que instigaram ainda mais o instinto policial e o tirocínio da profissional.

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Ela se recorda de alguns das investigações marcantes, entre elas a da morte do investigador Edson Leite, que para a delegada, foi bem complexa. Outro caso relembrado é o que vitimou um homem na região do Aricá, em 2006, e envolveu um ex-policial militar.

Mas um dos plantões que ficaram na memória da delegada é o do Dia das Mães de 2005, quando, em um final de semana, a DHPP registrou 14 ocorrências com 17 homicídios atendidos, sendo um dos casos um triplo homicídio ocorrido no Distrito de Aguaçu, em Cuiabá.

“Era dia das mães, um plantão de 48 horas que fizemos na delegacia trabalho muito intenso, desgastante. Estava longe da minha filha, que tinha 9 anos e me ligava a cada cinco minutos querendo saber se não ia passar o domingo com ela e dizia que era Dia das mães e eu não deveria trabalhar”, recorda Sílvia, rindo, pois uma criança naquela idade não entendia porque a mãe estava longe, em um dia dedicado a ela.

“Não teve, que me lembro, na história da DHPP um plantão como esse, com tantas ocorrências de homicídios. Me lembro bem, ficou marcado pra mim, pois estava bem no início da minha carreira”, conta ela.  

O triplo homicídio atendido pela equipe da delegada Silvia Pauluzi ocorreu em maio de 2005, em uma comunidade conhecida como Barra Grande, no Distrito de Aguaçu. Três irmãos  – de 27, 17 e 15 anos – foram mortos a tiros na residência onde moravam. As investigações apontaram que o autor principal dos crimes foi um pedreiro, procurado pela Polícia por outro homicídio cometido em Chapada dos Guimarães. Ele se escondeu nas proximidades da chácara onde os irmãos moravam e conhecia as vítimas. Uma delas, adolescente de 17 anos, estava grávida.  O pedreiro confessou os crimes e as mortes teriam ocorrido porque  as duas adolescentes se recusaram a manter relações sexuais com ele. Apenas uma criança de 6 anos foi poupada na chacina.

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As investigações e as histórias por trás de cada uma delas, as vítimas que estão em cada inquérito, as elucidações de cada crime, as centenas de prisões realizadas, de oitivas e locais de crime diligenciados fazem parte do enredo de vida dessa delegada paulista que abraçou com extremo profissionalismo e dedicação a Polícia Civil de Mato Grosso.

Fonte: PJC MT

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Polícia Civil prende mais um integrante de grupo que utiliza drones para enviar drogas para dentro de presídios

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Mais um homem suspeito de integrar uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas e entrega de entorpecentes e objetos ilícitos dentro de presídios foi preso em flagrante pela Polícia Civil, na quarta-feira (05.05), em ação da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos (Derf) de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá).

As diligências iniciaram após a equipe da Derf receber informações que durante a madrugada policiais penais apreenderam carregadores de celulares, bateria de drone e outros objetos. O material estava com um grupo criminoso que lançaria os objetos para dentro do presídio, porém um dos suspeitos teria conseguido fugir durante a abordagem policial.

Com informações sobre a possível identidade, os investigadores da Derf realizaram diligências conseguindo localizar o suspeito, que confessou ter participado da ação criminosa. Em buscas na residência, foi apreendida uma porção de maconha que estava enterrada e hélices de drone Phantom 4.

Questionado, ele confessou que guardava as partes de drone a mando da organização criminosa e na noite anterior tinha recebido uma ligação para participar da ação em que os objetos seriam enviados para dentro do presídio.

O suspeito que possui diversas passagens criminais e já era investigado pela equipe da Derf pela atuação com o tráfico de drogas na região do Jardim das Flores foi encaminhado à delegacia, onde após ser interrogado foi autuado em flagrante.

Fonte: PJC MT

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Homem que colocou fogo em casa de ex-companheira é preso em São José dos Quatro Marcos

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Um homem que colocou fogo na casa da ex-companheira em São José dos Quatro Marcos (315 km a oeste de Cuiabá) teve o mandado de prisão cumprido pela Polícia Civil, na quarta-feira (05.05). O suspeito de 22 anos tinha passagens anteriores por violência doméstica cometidas contra a ex-companheira de 41 anos quando cometeu o crime.

A prisão preventiva foi decretada pela Justiça após representação da Polícia Civil pelos crimes de ameaça majorada, descumprimento de medida protetiva e incêndio em casa habitada.

O crime ocorreu no dia 20 de setembro de 2020, quando as Forças de Segurança foram acionadas para atender a ocorrência de uma residência no bairro Bandeirantes II que estava pegando fogo. No local, era possível ver as chamas consumindo parte do telhado e do interior da casa.

Segundo as informações, horas antes a Polícia Militar havia sido chamada no local para atender uma ocorrência de descumprimento de medida protetiva, em que o suspeito tinha invadido a residência e ameaçado a vítima de morte.

Cerca de uma hora e meia depois, vizinhos perceberam que a casa da vítima estava pegando fogo e também relataram que ouviram o barulho da motocicleta do suspeito saindo da residência. No momento do incêndio, a vítima estava na casa de uma prima. 

Em análise do local de crime, foi constatado que uma das portas foi arrombada e também encontrado uma faca que não pertencia a moradora. Na ocasião, os policiais realizaram diligências porém o suspeito não foi localizado.

Diante dos fatos, o delegado de São José dos Quatro Marcos, Edison Ricardo Pick, representou pela prisão preventiva do suspeito que foi deferida pela Justiça e cumprida nesta quarta-feira (05), pelas investigadoras da delegacia.

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Fonte: PJC MT

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