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Bruno Covas recebe alta, mas ainda vai seguir com tratamento a cada duas semanas

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Prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB)
Rovena Rosa/Agência Brasil

Prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB)

O Prefeito Bruno Covas (PSDB) recebeu alta nesta terça-feira (27) do Hospital Sírio-Libanês e vai continuar trabalhando de casa. O tucano foi internado no dia 15 de abril após exames de rotina mostrarem que o câncer se espalhou para outros pontos do fígado e ossos. Apesar da liberação, Covas ainda vai seguir em tratamento, que vai ser realizado a cada duas semanas por um período de 48 horas.

De acordo com boletim médico divulgado pela Prefeitura, o tratamento que o prefeito recebeu nos últimos dias, de quimioterapia e imunoterapia, foi “bem tolerado”. A internação, porém, levou mais tempo porque houve acúmulo de líquido na caixa torácica de Covas, entre os pulmões e a pleura.

“O prefeito foi submetido a drenagem pleural e seu quadro evoluiu com sucesso, com redução do líquido e melhora clínica”, diz o boletim médico.

Com a alta hospitalar, Covas está liberado para manter suas atividades pessoais e como prefeito da capital paulista, mas sem participar de agendas públicas por enquanto.

O tucano está sendo tratado pelas equipes médicas coordenados por Dr. David Uip, Dr. Artur Katz, Dr. Tulio Eduardo Flesch Pfiffer e pelo Prof. Dr. Roberto Kalil Filho.

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Um ex-ministro da Saúde ser assessorado pela AGU é um fato inédito. O Planalto avalia que proteger Pazuello na CPI seria proteger também Jair Bolsonaro. Segundo apuração da CNN Brasil, o Planalto avalia que a CPI já condenou o governo e, principalmente, a gestão Pazuello.

Apesar de o general ter sido convocado como testemunha, o que lhe obriga a falar, há jurisprudência no STF para que tenha o direito do silêncio. Em 2019, o ex-ministro Celso de Mello autorizou que uma ex-funcionária da Câmara de Comércio Exterior ficasse em silêncio durante depoimento na CPI do BNDES. O presidente da Vale, Fábio Schvartsman, também conseguiu o mesmo direito na época. 

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