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POLÍTICA NACIONAL

Advogados de Monique dizem que ela era dopada e agredida por Dr. Jairinho

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Dr. Jairinho é o principal suspeito pela morte do menino Henry
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Dr. Jairinho é o principal suspeito pela morte do menino Henry

Os advogados de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, disseram à polícia de forma que a mãe de Henry sofria agressões e era constantemente dopada pelo vereador Dr, Jairinho. Ambos estão presos sob a acusação de serem os responsáveis pela morte do menino Henry. As informações foram obtidas de forma exclusiva pela Record TV.

Segundo o laudo do  IML (Instituto Médico Legal) Henry morreu após sofrer agressões físicas, em especial uma pancada forte no fígado, que provocou hemorragia e levou o garoto a óbito.

Os advogados de Monique defendem que ela “conte a verdade” sobre a morte do filho. Para isso, pedem que Monique seja ouvida novamente para mudar sua versão dos fatos.

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POLÍTICA NACIONAL

Moro diz que não influenciou na atuação da PF sobre vazamentos da Lava-Jato

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Ex-juiz Sergio Moro
Reprodução, iG Minas Gerais

Ex-juiz Sergio Moro

O ex-ministro da Justiça e ex-juiz Sergio Moro prestou depoimento nesta segunda-feira à Justiça Federal do Distrito Federal, no âmbito da Operação Spoofing, que investiga a interceptação de mensagens entre autoridades e membros da Lava-Jato. O ex-juiz foi uma das vítimas das invasões dos hackers.

Na audiência, realizada pela 10ª Vara de Brasília, Moro falou na condição de testemunha ao juiz federal Ricardo Augusto Soares Leite sobre a invasão de celulares e explicou que não influenciou a atuação da Polícia Federal na investigação sobre as invasões às contas de Telegrama de autoridades.

– Nunca foi feita a gestão alguma da minha parte para conduzir neste caso ou na Polícia Federal “, disse o ex-ministro da Justiça por videoconferência, que complementou: – O delegado teve autonomia total para conduzir o caso da forma que ele entendia apropriado.

O ex-ministro da Justiça ainda possui que “os ataques e as mensagens roubadas foram utilizadas com sensacionalismo para frear o combate à corrupção e condenações anulares de corruptores e corruptos”.

Além de Moro, também foi ouvida a ex-deputada federal Manuela D’Ávila (PCdoB), citada pelo hacker Walter Delgatti Neto, o “Vermelho”, como elo entre ele o jornalista Glenn Greenwald, do site The Intercept Brasil, que, depois , publicou série de reportagens que ficou conhecida como “Vaza Jato”.

Deflagrada em julho de 2019, uma Operação Spoofing prendeu quatro pessoas suspeitas da invasão de celulares de autoridades.

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POLÍTICA NACIONAL

“Capitã cloroquina” nega silêncio e diz que defenderá tratamento precoce na CPI

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Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde
Erasmo Salomão/MS

Mayra Pinheiro, secretária de Gestão do Trabalho do Ministério da Saúde

Conhecida como “Capitã Cloroquina” , a secretária de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde, a Mayra Pinheiro , disse nesta segunda-feira (17) em entrevista ao Metrópoles que seu maior desejo é “falar” na CPI da Covid. A médica negou que tenha ingressado com  pedido de habeas corpus no Supremo Tribunal Federal (STF) para ter direito de ficar em silêncio.

“Eu não entrei com um processo para ficar calada, não. Eu entrei com um processo pra ter direito a levar os meus advogados. O que eu mais quero nessa CPI é falar. É exatamente o contrário. Eu tenho muito interesse de poder falar, para o Brasil, a verdade e o que eu vivo no meu trabalho. Não entrei com a intenção de ficar calada, não, até porque é uma grande oportunidade”, afirmou.

A médica disse que, em seu depoimento, vai defender a cloroquina  – remédio comprovadamente ineficaz para tratar a Covid-19. Ela também pretende defender o aplicativo Trate-Cov , lançado pelo governo para recomendar que médicos prescrevessem o “tratamento precoce”

No habeas corpus, impetrado na noite de domingo (16/5) no STF, os advogados da “capitã cloroquina” pedem que seus advogados possam auxiliá-la durante o depoimento; que ela tenha o direito de não se autoincriminar; e que as partes sejam tratadas com “urbanidade” durante o depoimento.

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