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POLÍTICA NACIONAL

Abraham Weintraub é processado por acusações sobre drogas em universidades

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Abraham Weintraub, ex-ministro da educação, demitido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Agência Brasil

Abraham Weintraub, ex-ministro da educação, demitido pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

 O ex-ministro da Educação Abraham Weintraub é alvo de processo do Ministério Público Federal (MPF) por improbidade administrativa.

 Na ação, Weintraub é acusado de dar declarações “dolosamente ofensivas às comunidades acadêmicas das instituições públicas de ensino superior”. Entre as acusações feitas pelo ex-ministro, está a de que supostamente haveria “cracolândias” em universidades e uma acusação feita em 2019, quando, sem provas, acusou as universidades públicas de serem “madraças de doutrinação” e de terem “plantações extensivas” de maconha.

Cotado para a disputa das eleições para governador em São Paulo em 2022, Abraham, caso condenado, pode ter os direitos políticos suspensos por até cinco anos.

Atualmente exercendo o cargo de diretor-executivo do Banco Mundial, acusou o “mecanismo” de querer destruí-lo. “Vamos voltar”, disse, publicando uma foto com seu irmão, Arthur Weintraub, que foi assessor especial da Presidência da República de Jair Bolsonaro (sem partido).

Confira:



Na decisão, o MPF acusa o ex-ministro de “atacar o ambiente e o serviço das instituições públicas de ensino superior brasileiras e o trabalho realizado por seus dirigentes, com o claro objetivo de depreciar essas instituições, feriram de morte os princípios da moralidade, da honestidade e da lealdade às instituições” ao pedir punição para ele.

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POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid: após depoimento de Barra Torres, Queiroga pode ser reconvocado

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Marcelo Queiroga, atual ministro da Saúde
Jefferson Rudy/Agência Senado

Marcelo Queiroga, atual ministro da Saúde

Membros do comando da CPI da Covid não excluem a possibilidade de convocar novamente, o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, para depor na comissão. De acordo com o relator Renan Calheiros (MDB-AL), convite se faz necessário após o depoimento do presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres . As informações foram apuradas pelo Metrópoles. 

“O depoimento de ontem [terça-feira (11/5)] rebaixou ainda mais o depoimento do ministro Marcelo Queiroga, e criou um parâmetro para o depoimento dos próximos [inquiridos]”, declarou Renan.

Calheiros identificou esclarecimento de Barra Torres como “surpreendente”. “De certo modo, nos surpreendemos. Ele confirmou que impediu de mudar a bula da cloroquina, contestou as declarações do presidente Jair Bolsonaro e confirmou a presença de um assessoramento paralelo ao Palácio do Planalto”, ressaltou.

Quando perguntado sobre as manifestações do senador Ciro Nogueira (PP-PI), sobre a descredibilização da CPI, o relator disse: “Se continuar fazendo esse tipo de declaração, quem já perdeu a credibilidade foi o senador Ciro”.

Nesta quarta-feira (12), a comissão ouvira o ex-secretário de Comunicação Social da Presidência da República, Fábio Wajngarten . Ele será a quinta pessoa a testemunhar na CPI da Covid. 

Os senadores já escutaram os depoimentos de Luiz Henrique Mandetta, Nelson Teich, ambos ex- ministros da Saúde, de Marcelo Queiroga, atual ministro da pasta e de Antonio Barra Torres, presidente da Anvisa.

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POLÍTICA NACIONAL

CPI vai ouvir Wajngarten sobre filhos de Bolsonaro

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CPI vai interrogar Wajngarten sobre filhos de Bolsonaro
O Antagonista

CPI vai interrogar Wajngarten sobre filhos de Bolsonaro

“A influência dos filhos do presidente da República sobre as decisões do governo poderá ser destrinchada por Fabio Wajngarten na CPI da Covid “, diz a Crusoé.

“O ex-chefe da Secom , que trabalhou na campanha eleitoral de Jair Bolsonaro em 2018, conhece a fundo a atuação da prole do presidente e será questionado sobre o papel de Flávio, Carlos e Eduardo no governo sobretudo durante a pandemia .”

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