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POLÍTICA NACIONAL

Lula adia coletiva após suspeição de Moro ser pautada pelo STF

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Lula adia entrevista coletiva após suspeição de Moro
O Antagonista

Lula adia entrevista coletiva após suspeição de Moro

Luiz Inácio Lula da Silva , havia marcado para terça-feira (09), uma entrevista coletiva no Sindicado de Metalúrgicos do ABC, porém, com a  suspeição do ex-juiz Sergio Moro pautada pelo Supremo Tribunal Federal ( STF ), Lula passou sua entrevista para quarta-feira (10). As informações foram apuradas pelo Metrópoles. 

Ocasião seria a primeira vez que petista falaria após ter sido absolvido das condenações na Operação Lava Jato . Moro foi o juiz responsável pelo caso na época e condenou Lula em primeira instância, o que tornou o ex-presidente inelegível. Ele ficou preso por cerca de 580 dias pelos crimes de lavagem de dinheiro e corrupção pelo caso do triplex de Guarujá. 

No mesmo processo, ele foi condenado a 12 anos e um mês de prisão na segunda instância em 2018. Em 2020, foi condenado em segunda instância mais uma vez, mas agora foi no caso de Atibaia. Por decisão unânime, foi condenado a 17 anos de prisão pelos crimes de corrupção e lavagem de dinheiro

Com a decisão divulgada por Fachin na segunda (08), as duas condenações foram anuladas. O ministro entendeu que Moro não poderia julgar Lula pois, os fatos que foram apresentados durante julgamento não estão ligados diretamente com o esquema de desvios de Petrobras, caso do qual petista é acusado. 

Ainda de acordo com Fachin , desde do início da Operação Lava Jato, processos deixaram de ser representados pela Vara do Paraná pelo mesmo motivo. Com isso, foi definido que a Justiça Federal do Distrito Federal tomará decisão se os processos que envolvem Lula podem ser tidos como validos ou reaproveitados. Decisão do ministro não levou em consideração o mérito das condenações e sim, o caráter processual.

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POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid: Zambelli entra na Justiça contra Renan Calheiros, possível relator

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Deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP)
Pablo Valadares/Câmara dos Deputados

Deputada federal Carla Zambelli (PSL-SP)

A deputada Carla Zambelli (PSL-SP) revelou nesta segunda-feira (19) ter protocolado ação na Justiça para tentar barrar que o senador Renan Calheiros (MDB-AL) assuma a relatoria da CPI da Covid no Senado Federal.

Bolsonarista, Zambelli afirma que o senador alagoano “não pode relatar uma CPI na qual o filho dele será investigado”, se referindo ao governador de Alagoas, Renan Filho (MDB).

“O principal foco da minha ação é o Renan Calheiros, pelo fato de ele ser o propenso relator, mas diversos integrantes da comissão são suspeitos. Jader Barbalho (MDB), por exemplo, que é suplente, também é pai de governador, Helder Barbalho (MDB), do Pará”. (…) “Essa CPI está lotada de integrantes que, de fato, só querem usar a comissão como palanque. Isso não é opinião, é fato”, afirma a deputada ao site O Antagonista.

Confira tuíte da deputada:


A CPI, que irá se reunir nesta semana para definir o presidente, vice e relator, investigará ações e suposta omissões do governo federal e das esferas estaduais e municipais.

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POLÍTICA NACIONAL

Possível relator da CPI da Covid, Renan diz que vai “estudar” temas da pandemia

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Senador Renan Calheiros (MDB-AL) é um dos principais críticos do governo na Casa
Edilson Rodrigues/Agência Senado

Senador Renan Calheiros (MDB-AL) é um dos principais críticos do governo na Casa

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) disse nesta segunda-feira (19) que vai começar a “estudar” temas relacionados à pandemia. O parlamentar é tido como o possível relator da CPI da Covid no Senado, que vai investigar as ações do governo federal no combate ao novo coronavírus (Sars-CoV-2) e também eventuais omissões.

Em uma publicação no Twitter, Calheiros afirmou que vai fazer um isolamento sanitário “para evitar a infecção do radicalismo, o contágio dos extremistas e o negaciovírus”.

“Até a próxima sexta vou me dedicar a estudar temas da CPI e fazer uma profilaxia digital. Para evitar a infecção do radicalismo, o contágio dos extremistas e o negaciovírus, farei um isolamento sanitário, podendo voltar a qualquer momento se houver necessidade”, escreveu o parlamentar.

De acordo com informações da CNN Brasil, os sete senadores que ficaram conhecidos como G7 e incluem independentes e opositores ao governo, se juntaram em bloco e cobraram que o senador Omar Aziz (PSD-AM) escolha Renan Calheiros como relator.

O grupo fez a exigência como moeda de troca para que Aziz tivesse o voto deles para presidir da CPI da Covid. Em resposta, ele disse que já está decidido que Renan será o relator da comissão. “Fiz o acordo e não vou mudar de ideia. Se eu for presidente, Renan é relator”, afirmou.

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