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POLÍTICA NACIONAL

Grupos de oposição marcam protesto contra Bolsonaro e pedem lockdown nacional

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Carreata contra o presidente Jair Bolsonaro em frente ao estádio do Pacaembu, em São Paulo
Elineudo Meira / @fotografia.75 / Fotos Públicas

Carreata contra o presidente Jair Bolsonaro em frente ao estádio do Pacaembu, em São Paulo

Um grupo formado por partidos de oposição, centrais sindicais e movimentos populares marcou para o dia 24 de março um novo protesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). A manifestação, que tem como principal mote a campanha “Fora Bolsonaro”, vai pedir medidas duras no combate à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2).

Na agenda da mobilização estão o pedido para que o governo federal decrete um lockdown nacional para frear as contaminações, a aceleração da vacinação da população, a ampliação de leitos do SUS (Sistema Único de Saúde) e a aprovação de um auxílio emergencial no valor de R$ 600 até o fim da pandemia.

A data foi escolhida pela Confederação Nacional dos Trabalhadores em Educação (CNTE), que contou com o apoio de outros movimentos que compõem a campanha, como CUT, MST, MTST, além de partidos de esquerda como PT, PCdoB, PSOL, PDT e PSB.

O protesto também será contra as reformas promovidas pelo governo federal, contra os projetos de privatização e a favor do impeachment de Bolsonaro.

O grupo pretende fazer paralisações, trancaços de estradas e ações simbólicas, pressionando pela decretação do lockdown unificado pelo país todo. Em carta, os secretários de Saúde do país pediram um toque de recolher unificado no Brasil, organizado pelo governo federal.

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POLÍTICA NACIONAL

Mourão cogita candidatura ao Senado após fim de mandato na vice-presidência

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Vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB)
Alan Santos/PR

Vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB)

O vice-presidente da República,  Hamilton Mourão  (PRTB), afirmou nesta quinta-feira (22) que estuda a possibilidade de ser candidatar à disputa por uma vaga no Senado após o fim de seu como vice-presidente. O general descarta a possibilidade de concorrer contra Jair Bolsonaro em 2022 por ser algo que ele diz estar “fora de seus preceitos éticos”.

“Hoje estou preparado para cumprir minha parte como vice-presidente do presidente Bolsonaro e acompanhá-lo até o final esse mandato”, comentou Mourão. O comentário foi feito durante live promovida pelo programa Brasil em Questão no período da tarde.

“Hoje não vejo nenhuma possibilidade de candidatura minha à Presidência, uma vez que o presidente Bolsonaro é candidato. Eu jamais irei concorrer contra ele”, completou.

Com uma relação pouco próxima com seu vice, o chefe do Executivo também não planeja repetir a chapa de 2018. Nos últimos dias, Mourão foi excluído das preparações para a participação do Brasil na Cúpula do Clima , que ocorreu nesta quinta e terá continuidade na sexta-feira (23). Mourão é chefe do Conselho da Amazônia.

“Agora, pode ser que seja necessária a minha participação para concorrer ao Senado. Isso ainda está em estudo”, declarou o vice-presidente.

Essa não é a primeira vez que Mourão cogita competir por um posto no Senado. Em entrevista à Veja , no dia 30 de outubro, Mourão havia sinalizado que talvez poderia concorrer para senador no futuro. Desde então, o vice vinha desconversando quando questionado sobre suas pretensões políticas.

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POLÍTICA NACIONAL

Advogados de Monique dizem que ela era dopada e agredida por Dr. Jairinho

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Dr. Jairinho é o principal suspeito pela morte do menino Henry
Tânia Rêgo/Agência Brasil

Dr. Jairinho é o principal suspeito pela morte do menino Henry

Os advogados de Monique Medeiros, mãe do menino Henry Borel, disseram à polícia de forma que a mãe de Henry sofria agressões e era constantemente dopada pelo vereador Dr, Jairinho. Ambos estão presos sob a acusação de serem os responsáveis pela morte do menino Henry. As informações foram obtidas de forma exclusiva pela Record TV.

Segundo o laudo do  IML (Instituto Médico Legal) Henry morreu após sofrer agressões físicas, em especial uma pancada forte no fígado, que provocou hemorragia e levou o garoto a óbito.

Os advogados de Monique defendem que ela “conte a verdade” sobre a morte do filho. Para isso, pedem que Monique seja ouvida novamente para mudar sua versão dos fatos.

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