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POLÍTICA NACIONAL

Doria avalia lockdown no estado de SP ainda nesta semana

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João Doria (PSDB), governador do estado de São Paulo
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

João Doria (PSDB), governador do estado de São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) , avalia anunciar nesta quarta-feira (3) a migração do estado para a fase vermelha do Plano São Paulo, a mais restritiva em relação à  pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Caso seja feita essa mudança, comércios, bares e restaurantes e todos os serviços não-essenciais ficarão fechados. As informações são da CNN Brasil.

Nesta terça (2), o secretário de saúde do estado, Jean Gorinchteyn , declarou ser favorável à suspensão das aulas presenciais na escola do estado, devido ao fato de São Paulo viver o pior momento da pandemia de Covid-19.

Todavia, o secretário de educação , Rossieli Soares, é contrário à ideia de fechar as escolas.

Nesta tarde, Doria irá se reunir com todos os prefeitos do estado para discutir a medida. Muitos são contrários à ideia.

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Ainda há a dúvida de quando começar a medida restritiva, se já nesta quinta (4), ou no sábado (6), para que haja um preparo.

Outro ponto que prejudica o governo estadual é o fato da Polícia Militar ser contra a linha de pensamento do governador, e favorável à do presidente Jair Bolsonaro , de que o isolamento social não seria a melhor medida.

Ainda segundo informações, o tucano irá evitar o uso do termo “ lockdown ” na coletiva.

Nas últimas 24 horas, o estado de São Paulo registrou 468 novas mortes em decorrência da Covid-19, o maior número desde o início da pandemia.

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POLÍTICA NACIONAL

Pacote anticrime: Congresso derruba veto e aumenta pena de crimes contra honra

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O Congresso Nacional derrubou nesta segunda-feira (19) vetos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a trechos do pacote anticrime aprovado pelo Congresso em 2019. Entre os vetos derrubados está o do trecho que triplica as penas de crimes contra a honra quando estes forem cometidos ou divulgados nas redes sociais.

Outro veto que caiu foi o que barrou o uso, pela defesa, de gravação ambiental feita por um dos interlocutores sem o prévio conhecimento da autoridade policial ou do Ministério Público. Nesse caso, no entanto, os advogados terão que comprovar a integridade do material.

Entre os senadores, o placar para a derrubada foi de 50 votos a 6. Os vetos já haviam sido rejeitados pela Câmara no mês passado.

A lei foi elaborada após sugestões do ex-ministro Sergio Moro e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e entrou em vigor no início de 2020. Faltava, ainda, a análise do Congresso sobre os trechos vetados por Bolsonaro.

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POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid: Oposição quer quebra de sigilos e convocação de Guedes e Pazuello

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Senador Alessandro Vieira, um dos membros da CPI da Covid
Roque de Sá/Agência Senado

Senador Alessandro Vieira, um dos membros da CPI da Covid

A CPI da Covid-19, que deve ser instalada na próxima semana com Renan Calheiros (MDB-AL) como relator, pode ter os atuais ministros da Economia e da Saúde, Paulo Guedes e Queiroga, e o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello como os primeiros convocados a prestar depoimento. Este é o desejo da ala independente e de oposição ao governo.

Segundo informações da Reuters, a oposição avalia, ainda, quebrar sigilos de autoridades durante as investigações. O roteiro, elaborado pela equipe do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), informa que senadores pretendem avaliar as ações do governo federal em relação ao pagamento do auxílio emergencial e outras medidas econômicas para conter a pandemia de coronavírus. 

Pazuello é um dos principais alvos da ala na CPI. Entre os principais questionamentos que o general deve responder estão o colapso do oxigênio ocorrido no estado do Amazonas no início do ano e o uso de dinheiro público para comprar medicamentos comprovadamente ineficazes, como a cloroquina e a hidroxicloroquina.

Já o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve explicar a falta de medicamentos utilizados na intubação de pacientes com quadros graves de Covid-19, além da demora na compra de vacinas e da falta de campanhas a favor de medidas de distanciamento social.

“A atuação da Comissão Parlamentar de Inquérito de acordo com as diretrizes indicadas no presente plano de trabalho será de importância fundamental para a investigação das ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio para os pacientes internados, bem como para o exame acerca da licitude do emprego de verbas federais pelos demais entes federativos”, diz o plano.

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