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POLÍTICA NACIONAL

Após fala de Lula, Bolsonaro defende vacina e “tratamento opcional”

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Bolsonaro participa de evento usando máscara
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Bolsonaro participa de evento usando máscara

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) discursou pela primeira vez após o  ex-presidente Lula (PT) se pronunciar  sobre a anulação de suas condenações na Lava Jato, nesta quarta-feira (10), e mudou o teor da fala em relação à pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Bolsonaro , ao lado de ministros, sancionou projetos de lei que ampliam a capacidade de compra de vacinas . Segundo o chefe do executivo, até o momento, 270 milhões de doses foram adquiridas, todavia, apenas 4% da população foi vacinada até agora.

Quase que de maneira inédita, o presidente usou máscara antes e depois de discursar. Em sua fala no Palácio do Planalto, disse que o “Brasil está fazendo sua parte” acerca da aquisição de imunizantes, mas também defendeu o uso de medicamentos sem comprovação no combate à doença.

“Não existe um medicamento ainda com comprovação científica, mas muitos médicos afirmam que existe tratamento opcional, que deve ser buscado”, afirma Bolsonaro.

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Ao comentar sobre os casos de Covid-19 no Palácio do Planalto, revelou que “mais de 200 pessoas foram contaminadas”, e citou a Cloroquina, Anita, Azitromicina e vitamina D como alguns dos medicamentos do ‘tratamento opcional’ usado por “quase todos”.

Até a última terça, o Brasil registrou mais de 268 mil mortes em decorrência do novo coronavírus, em um momento onde a pandemia registra seu pior momento no país.

Apesar disso, um dia depois do Brasil registrar novo recorde de óbitos por Covid-19, pediu a população que “confie no governo e no ministério da Saúde”.

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POLÍTICA NACIONAL

Pacote anticrime: Congresso derruba veto e aumenta pena de crimes contra honra

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O Congresso Nacional derrubou nesta segunda-feira (19) vetos do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) a trechos do pacote anticrime aprovado pelo Congresso em 2019. Entre os vetos derrubados está o do trecho que triplica as penas de crimes contra a honra quando estes forem cometidos ou divulgados nas redes sociais.

Outro veto que caiu foi o que barrou o uso, pela defesa, de gravação ambiental feita por um dos interlocutores sem o prévio conhecimento da autoridade policial ou do Ministério Público. Nesse caso, no entanto, os advogados terão que comprovar a integridade do material.

Entre os senadores, o placar para a derrubada foi de 50 votos a 6. Os vetos já haviam sido rejeitados pela Câmara no mês passado.

A lei foi elaborada após sugestões do ex-ministro Sergio Moro e do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes e entrou em vigor no início de 2020. Faltava, ainda, a análise do Congresso sobre os trechos vetados por Bolsonaro.

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POLÍTICA NACIONAL

CPI da Covid: Oposição quer quebra de sigilos e convocação de Guedes e Pazuello

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Senador Alessandro Vieira, um dos membros da CPI da Covid
Roque de Sá/Agência Senado

Senador Alessandro Vieira, um dos membros da CPI da Covid

A CPI da Covid-19, que deve ser instalada na próxima semana com Renan Calheiros (MDB-AL) como relator, pode ter os atuais ministros da Economia e da Saúde, Paulo Guedes e Queiroga, e o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello como os primeiros convocados a prestar depoimento. Este é o desejo da ala independente e de oposição ao governo.

Segundo informações da Reuters, a oposição avalia, ainda, quebrar sigilos de autoridades durante as investigações. O roteiro, elaborado pela equipe do senador Alessandro Vieira (Cidadania-SE), informa que senadores pretendem avaliar as ações do governo federal em relação ao pagamento do auxílio emergencial e outras medidas econômicas para conter a pandemia de coronavírus. 

Pazuello é um dos principais alvos da ala na CPI. Entre os principais questionamentos que o general deve responder estão o colapso do oxigênio ocorrido no estado do Amazonas no início do ano e o uso de dinheiro público para comprar medicamentos comprovadamente ineficazes, como a cloroquina e a hidroxicloroquina.

Já o atual ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, deve explicar a falta de medicamentos utilizados na intubação de pacientes com quadros graves de Covid-19, além da demora na compra de vacinas e da falta de campanhas a favor de medidas de distanciamento social.

“A atuação da Comissão Parlamentar de Inquérito de acordo com as diretrizes indicadas no presente plano de trabalho será de importância fundamental para a investigação das ações e omissões do governo federal no enfrentamento da pandemia da Covid-19 no Brasil e, em especial, no agravamento da crise sanitária no Amazonas com a ausência de oxigênio para os pacientes internados, bem como para o exame acerca da licitude do emprego de verbas federais pelos demais entes federativos”, diz o plano.

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