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POLÍTICA NACIONAL

Vice da Câmara rebate críticas de bolsonaristas: “Extremistas não me intimidam”

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Marcelo Ramos, vice-presidente da Câmara dos Deputados, criticou os quatro decretos editados por Bolsonaro para flexibilizar a compra e o porte de armas no Brasil
Reprodução / Agência Câmara

Marcelo Ramos, vice-presidente da Câmara dos Deputados, criticou os quatro decretos editados por Bolsonaro para flexibilizar a compra e o porte de armas no Brasil

O vice-presidente da Câmara dos Deputados, Marcelo Ramos (PL-AM), reagiu às críticas sofridas por bolsonaristas que defendem os quatro decretos sobre armas editados pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) . Ao Radar, da Veja , o deputado disse que “esse tipo de crítica não me intimida”.

“Pelo contrário, fortalece a minha convicção. Sou um moderado e cada fez que extremistas me atacam, tenho mais certeza de que estou no caminho certo”, afirmou Ramos.

O ataque dos bolsonaristas começou após o vice da Câmara afirmar, nas redes sociais, que “o conteúdo dos decretos relacionados a armas editados pelo presidente é o fato de ele exacerbar do seu poder regulamentar e adentrar numa competência que é exclusiva do Poder Legislativo (…) “O presidente pode discutir sua pretensão, mas encaminhando PL à Câmara”, disse

No dia seguinte (15), Ramos voltou a criticar os decretos. O parlamentar disse que existe “um uso da questão do CACs [sigla para colecionadores, atiradores e caçadores] para dissimular o desejo de armar a população”. “O povo não precisa de arma, precisa de vacina”.

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POLÍTICA NACIONAL

Conselho de Ética admite 7 novas representações contra deputado Daniel Silveira

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Deputado Daniel Silveira
BETINHO CASAS NOVAS/FUTURA PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Deputado Daniel Silveira

O Conselho de Ética da Câmara dos Deputados admitiu, nesta terça(2) sete novas representações contra Daniel Silveira. O  deputado, que está preso  na capital carioca, é acusado de ameaçar ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) e exaltar o AI-5 – decreto utilizado durante a ditadura que dava ainda mais poderes aos militares.

Ele teve a prisão solicitada pelo STF e confirmada pela Câmara na semana passada. Durante sessão foi realizada nesta terça-feira no Conselho de Ética e Decoro Parlamentar, o deputado Daniel Silveira se apresentou virtualmente e, durante uma fala que demorou cerca de cinco minutos, criticou a esquerda e se diz perseguido por comunistas .

O Conselho de Ética aceitou representação do PSOL e abriu um novo processo contra Daniel Silveira a respeitos dos ataques feitos por ele a ministros do Supremo. Ao todo, são nove representações, sendo que oito são de partidos e um da mesa diretora.

Também nesta terça-feira, foi sorteada a lista de três relatores: depois de 60 dias úteis, o Conselho pode arquivar a representação ou arquivar penas como advertência, suspensão ou até cassação do mandato. 

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POLÍTICA NACIONAL

Senado aprova medida que dá prazo de 7 dias para Anvisa aprovar vacinas

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MP agora segue para aprovação do presidente Jair Bolsonaro
Reprodução: iG Minas Gerais

MP agora segue para aprovação do presidente Jair Bolsonaro

O Senado federal aprovou nesta terça-feira (2), por 73 votos a zero, medida provisória (MP) que dá prazo de sete dias para que a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) decida sobre a aprovação temporária das vacinas que combatem o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Agora, o texto segue para sanção presidencial . O prazo de uma semana vale caso o imunizante receba o aval de ao menos uma entre 11 autoridades de saúde internacionais.

O prazo pode ser aumentado para 30 dias caso faltem informações na avaliação destas autoridades estrangeiras.

A MP também aumenta de 5 para 11 o número de agências estrangeiras nas quais o aval será aceito pela agência nacional. O projeto já havia sido aprovado pela Câmara dos Deputados.

Desta forma, o processo de aprovação dos imunizantes fica menos burocrático e dá mais flexibilidade para essa compra. Além disso, a MP autoriza a compra por parte dos estados e municípios caso o governo federal não cumpra a quota necessária.

A aplicação das vacinas deve seguir o Plano Nacional de Imunização , que atualmente têm cerca de 77 milhões de brasileiros estre os grupos prioritários.

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