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UPA de Rondonópolis que vai receber 10 leitos de UTI Covid-19

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Deputado e vereadores conhecem a estrutura que vai contar com 10 leitos de UTI Covid-19

Foto: SAMANTHA DOS ANJOS FARIAS

Rondonópolis vai contar com mais 10 leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) para atender pacientes com a Covid-19. Acompanhado do secretário municipal de Saúde, Rodrigo Ferreira, o deputado estadual Delegado Claudinei (PSL), no último sábado (13), esteve com os vereadores Marisvaldo Gonçalves (PSL) e Dr. José Felipe Horta (Pode), na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Dr. Bolivar Amâncio de Carvalho. para conhecero espaço que vai receber as novas UTIs. 

“Estamos visitando as instalações da UPA que contará com futuras instalações de 10 leitos UTI Covid-19. Como vai demorar para todo mundo ser vacinado, é importante contar com estes leitos prontos para atender o município. Afinal é uma cidade que possui mais de 250 mil habitantes”, salienta Claudinei.

A previsão estimada para os leitos estarem disponíveis é de cerca de dois meses. “Inicialmente, foi pensado nestes 10 leitos para atender a nossa população, constando leitos de isolamento. Cabe falar que temos leitos de semi-intensivo de pronto atendimento com portas abertas para receber as pessoas, caso haja necessidade. Já conseguimos salvar a vida de muitas pessoas. A estrutura está toda organizada. Estamos aguardando concluir o processo licitatório que são duas etapas”, explica o secretário municipal.

O vereador Dr. José Horta conta que este incremento na saúde do município já era um anseio da população que já cobrava. “A estrutura está muito boa. É uma iniciativa que incentiva. Nós temos que elogiar a prefeitura e a secretaria municipal com estes novos leitos para o atendimento da população com a Covid-19”, diz o parlamentar municipal.

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Leitos – Através da Secretaria de Estado de Saúde (SES),, as regiões sul e sudeste possuem 49 leitos de UTI Covid-19 contratualizados, sendo 20 leitos na Santa Casa de Rondonópolis, 10 leitos no Hospital Regional de Rondonópolis, 10 leitos de Campo Verde e nove em Primavera do Leste.

Em reunião na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), no início de janeiro deste ano, a secretária-adjunta Executiva da SES, Danielle Carmona, havia afirmado que a gestão do município de Rondonópolis não havia instalado nenhum leito de UTI Covid-19. Diante disso, Claudinei chegou a encaminhar e protocolar requerimento junto à prefeitura e secretaria de saúde municipal para obter informações e entender os motivos da falta de abertura de novos leitos para pacientes infectados pelo novo coronavírus.

Indicações – Em relação a UPA, o parlamentar chegou a realizar Requerimento de n.º 140/2020 para obter informações sobre possíveis descasos e recusas nos atendimentos com enfermidades diversas e Covid-19. Também, apresentou indicação de n.º 2.832/2020 para a aquisição de medicamentos e equipamentos de proteção individual (EPIs) a serem disponibilizados para a unidade de saúde.

Fonte: ALMT

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Empresas que descumprirem medidas de enfrentamento à pandemia poderão ser cassadas em MT

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O Projeto de lei nº 146/2021 estabelece cassação da inscrição estadual de empresas que descumprirem as medidas sanitárias de enfrentamento à pandemia do coronavírus (Covid-19) em Mato Grosso. O empresário deve continuar exigindo o uso de máscara de proteção individual dentro do estabelecimento comercial e evitar aglomerações.

Para o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), o Brasil vive um momento delicado com mais de 1,5 mil mortes em 24 horas, na última semana de fevereiro, atingiu a marca de 250 mil mortes. Em Mato Grosso, a situação também é alarmante, com cerca de 5 mil mortes, uma média diária de 40, e a taxa de ocupação de 70% das UTIs adulto.

“É importantíssimo que todos colaborem, não é um momento de relaxar as regras de proteção. Nossa proposta é fazer um esforço conjunto entre estado e municípios para intensificar a fiscalização e o cumprimento das medidas em todas as atividades. Temos que valorizar a economia e também as vidas, para que não sejamos surpreendidos com um novo fechamento do comércio”.

O dispositivo considera ato lesivo ao enfrentamento da emergência de saúde pública toda ação ou omissão, voluntária ou não, que viole protocolos e normas que se destinem à promoção, preservação e recuperação da saúde no combate da pandemia, o que compreende fiscalizar a utilização da máscara, do distanciamento entre as pessoas e a não aglomeração.

Além disso, as empresas precisam disponibilizar álcool gel 70% para uso próprio dos funcionários e dos consumidores em todas unidades comerciais; auxiliar na organização das filas dentro e/ou fora do estabelecimento, garantindo o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas; e cumprir rigorosamente o comunicado de isolamento domiciliar determinado por profissional de saúde.

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“Só teremos a dispensa no uso da máscara para crianças com menos de 3 anos de idade, bem como no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado, conforme declaração médica que poderá ser obtida e apresentada por meio digital”.

O parlamentar acrescenta que diversos municípios voltaram a estar na lista de alerta máximo para a proliferação doença e retomaram o toque de recolher no período noturno. “Infelizmente temos acompanhado muitos estabelecimentos insistindo em desrespeitar as determinações do poder público, causando aglomerações e certamente colaborando com a disseminação desta nefasta doença que nos aflige”.

Fonte: ALMT

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Faissal tenta barrar aumento de 14% nas contas de energia

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Foto: Carol Coutinho / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual Faissal Calil (PV) foi até a sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília, protocolar um ofício, nesta quinta feira (25), para tentar sensibilizar a diretoria colegiada da entidade a não conceder o reajuste previsto para abril nas contas de energia no estado. Segundo estudos feitos por especialistas, o aumento previsto será na faixa de 14%, índice que preocupa o parlamentar, que justifica a não necessidade de mudança na tarifa neste momento.

Faissal apontou que a Energisa, concessionária que opera a distribuição de energia elétrica em Mato Grosso, teve um lucro de R$ 921,7 milhões, anunciado no terceiro trimestre de 2020. O deputado lembrou ainda que o estado é um dos que mais produz energia no país e tem apenas 1,4 milhão de unidades consumidoras.

“Nossa tarifa é uma das mais caras do Brasil, o que afeta diretamente o bolso e a mesa dos nossos cidadãos. Milhares de consumidores deixam de adquirir medicamentos, alimentos e outros itens básicos de necessidade para poder pagar as altas contas de energia elétrica cobradas em Mato Grosso. Por outro lado, a Energisa teve lucro recorde no ano passado, em detrimento de gente que passa fome ou não compra um remédio pra pagar as contas em dia e não ter a luz cortada”, afirmou Faissal.

Para o deputado, o aumento é prejudicial não só aos consumidores residenciais, mas também em relação às empresas, que para poderem pagar as altas contas de energia elétrica deixam de investir em expansão e até mesmo na contratação de novos funcionários, criando um gargalo no desenvolvimento de seus negócios e, consequentemente, no crescimento do estado como um todo.

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“Embora esteja previsto em contrato, é extremamente necessário que a Aneel se empenhe para minimizar estes possíveis aumentos para os consumidores de Mato Grosso.  Entendemos ser necessário este alerta junto a diretoria colegiada da agência, principalmente neste momento tão crítico que estamos vivendo, com o enfrentamento a uma Pandemia gravíssima que tem impactado severamente em nossa saúde e nossa economia, com aumento no desemprego de uma forma geral”, explicou. 

Faissal lembrou ainda que Mato Grosso é autossuficiente em geração de energia elétrica, com um total de 215 empreendimentos em operação atualmente, com capacidade de geração de pouco mais de 3 milhões kW de potência. Nos próximos anos esse total será acrescido de cerca de 800 mil kW, proveniente de outras oito usinas que estão em construção, além de outras 22 que serão iniciadas em breve.

“Entendemos que, por conta disso, os consumidores de Mato Grosso não devem ser submetidos ao pagamento relativo, por exemplo, às bandeiras tarifárias. Outro ponto chave que deve ser feito é o incentivo a produção de energia de matrizes limpas, como a eólica e a solar. Além disso, é importante diminuir a contratação de energia elétrica de fontes como usinas térmicas, que tem um custo maior”, concluiu.

Fonte: ALMT

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