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Thiago Silva pede apoio da bancada federal para pavimentação da BR-158

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Deputado Thiago Silva em sessão plenária da ALMT

Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) está solicitando apoio junto aos deputados federais e senadores de Mato Grosso para que haja uma solução definitiva para a melhoria na logística da BR-158 e na MT-322, por conta do atoleiro que deixa, todo ano, dezenas de caminhões parados por dias nas estradas sem poder escoar a produção.

Trafegam por dia na BR-158 cerca de 2.000 carretas, que carregam a produção com destino aos portos do Pará. Em razão das péssimas condições das estradas e atoleiros, há relatos de que os caminhoneiros estão perdendo a produção devido aos dias de chuva.

“A estrada de chão aqui não comporta pela quantidade de caminhão que carrega soja e o trânsito que é. Todo ano acontece isso e temos que tirar dinheiro do bolso para bancar a solução”, relata o agricultor da região Alípio Portílio.

“Hoje são 120 km de estrada na terra na BR-158, que precisamos resolver junto da bancada federal no Dnit. A solução tem que ser definitiva, pois todo ano neste período das chuvas, temos esse problema de atoleiro, o que prejudica a atividade econômica de Mato Grosso”, disse o deputado Thiago Silva.

A Secretaria de Estado de Infraestrutura e o Dnit informam que já enviaram maquinários para limpar a estrada e liberar o tráfego, mas, de acordo com Thiago Silva, é necessário planejamento de ações para que iniciem as obras definitivas de pavimentação na região o quanto antes.

“Esse é um grande entrave para o desenvolvimento socioeconômico do Araguaia e estamos na Assembleia Legislativa para defender a população local. Precisamos de uma solução junto ao governo estadual e federal para escolar a produção da agricultura e gerar desenvolvimento para nosso estado”, finalizou Silva.

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Fonte: ALMT

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Não é Covid, é dengue!

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Em meio à pandemia da Covid-19 que já matou mais de 5,6 mil pessoas em Mato Grosso, o equivalente à população inteira de alguns municípios como Cocalinho, Acorizal e Rio Branco, nós enfrentamos um outro inimigo mortal: a dengue. 

 O assunto me mobilizou, pessoalmente, porque tive uma pessoa próxima com sintomas que pareciam “reinfecção da Covid-19”. Estávamos bastante preocupados com o caso porque o quadro, embora semelhante à Covid, apresentava erupções na pele, falta de apetite e dor significativa nas articulações. Havia algo mais.

 “Doutor, parece que um fui atropelada por um trator”, disse a paciente. Felizmente conseguimos comprovar mediante exames que era dengue e, por ser jovem e receber rapidamente todas as orientações e cuidados, ela se recuperou bem. Diante do episódio, fui então atrás de números e descobri que o coronavírus não é o único que estava e está causando óbitos na população. 

 No mês de janeiro, dados divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde apontaram que Mato Grosso registrou aumento de 325% no número de mortes causadas pela dengue em 2020. Números colhidos até 2 de janeiro indicaram, por exemplo, que as mortes causadas pela doença no estado saltaram de 04, em 2019, para 17, em 2020.

 O risco da doença é classificado como alto no Estado, que em números absolutos totalizou 30.050 casos da doença no ano passado, contra 9.669 em 2019. Sinop, a capital do nortão, foi a cidade que mais registrou óbitos (04), algo além de 8 mil notificações. 

 É importante esclarecer que a dengue, diferentemente da Covid, é uma doença transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti, que se prolifera em “água parada”. Por isso é tão importante neste período de chuvas estarmos atentos ao nosso quintal e eliminar todo acúmulo de água, para evitarmos os focos de mosquitos e o surgimento de novos casos. Este é um exercício da prevenção.

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De início, os sintomas se parecem mesmo com Covid: incidência de febre alta (39° a 40°c), dores de cabeça e atrás dos olhos, perda do paladar e apetite mas, aqui muita atenção, costumam surgir manchas e erupções na pele semelhantes ao sarampo, principalmente no tórax e membros superiores, além de náuseas, vômitos, extremo cansaço, dores nos ossos e articulações. Isto no dengue,

 Mesmo que ainda nos faltem dados para ter um diagnóstico preciso do coronavírus, que aliás, por se tratar de um vírus tem tido mutações e variações, podemos destacar algumas características, tais como: tosse (seca ou com catarro), dor de garganta acompanhada de febre (acima de 37,8ºc), coriza, dor no corpo e de cabeça com perda de olfato (anosmia) e paladar (ageusia). 

Além desses sinais e sintomas, é comum a pacientes da Covid apresentarem falta de ar, dificuldade para respirar, febre que não diminui mesmo com o uso de medicamentos antitérmicos, pressão no peito e, em gestantes, principalmente, queda de pressão arterial. De todo modo, a orientação é procurar um médico para fazer os exames para a confirmação. 

 Para além da similaridade entre os sintomas e a gravidade das duas doenças, é válido refletir sobre a importância do comprometimento social na prevenção e no tratamento. Pode parecer simples, mas, por que a dificuldade em usar máscara, manter distanciamento social (não aglomerar) e fazer a higiene adequada das mãos? Por que não manter nossas casas e quintais limpos e livres de água parada? Afinal, são procedimentos tão simples. 

 Como médico, meu maior mister é “salvar vidas”. Já na condição de deputado, tenho o dever de contribuir com o fortalecimento da saúde pública por meio de aprovação de leis e maiores investimentos públicos focados em Saúde. Mas, diante do que se nos apresentou entre 2020 e 2021, um dos meus maiores desafios tem sido despertar (ou mesmo resgatar) a cidadania da população deste nosso imenso Estado de Mato Grosso.

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Quando digo isso, penso em uma cidadania saudável, altruísta e comprometida com o bem-estar de todos, no coletivo.  Porque não adianta vestir verde e amarelo, sair por aí dizendo que é patriota, e depois fazer escolhas erradas que põem em risco a própria vida e a vida dos outros.

 Porque quanto mais pessoas doentes, mais geramos gastos para o nosso atual Sistema de Saúde, já estrangulado e quase colapsando. Vamos pensar nisso e nos cuidar, cuidar da nossa casa e de quem amamos. Quem ama cuida, protege e previne. Que neste momento de pandemia, possamos dar exemplo como verdadeiros cidadãos brasileiros.

*Deputado estadual Dr. Gimenez

Fonte: ALMT

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Alta Floresta reivindica posto policial no bairro Cidade Alta

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Foto: SAMANTHA DOS ANJOS / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual Delegado Claudinei (PSL) convidou a vice-prefeita de Alta Floresta, Roseli Gomes Rampazio (PSC), conhecida por Rose do Tradição, para participar da 6º reunião extraordinária da Comissão de Segurança Pública e Comunitária da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), ocorrida no dia 24, para apresentar as principais demandas da área de segurança pública do município.

 Uma das reivindicações foi a urgência para a contratação de um médico legista na Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec) do município que pertence à Coordenadoria de Sinop. Além de Alta Floresta, a unidade também atende Apiacás, Carlinda, Nova Bandeirantes, Nova Canaã do Norte, Nova Monte Verde e Paranaíta.

Comissão – Alta Floresta é um dos polos regionais da Região Integrada de Segurança Pública de Mato Grosso (Risp). Claudinei esteve no município com o deputado Ulysses Moraes (PSL), pela Comissão de Segurança, em outubro do ano passado, quando verificaram as condições deficitárias de estrutura física, recursos humanos e de gestão da Politec. 

“Essa regional da Politec de Alta Floresta envolve vários municípios que dependem de atendimento e, infelizmente, este problema não foi resolvido até hoje. Isso é muito grave”, preocupa-se o parlamentar.

Com a falta de médicos na Politec, os corpos estão sendo deslocados para Sinop ou Guarantã do Norte. “Eu vim aqui, cobrar algumas demandas e uma delas é da Politec. Nós não temos médicos legistas. Muitas famílias lá, já tem um sofrimento de perder um ente querido e ainda ficam horas e dias esperando um médico legista. Um dos pedidos que fiz ao deputado Claudinei, para que venham olhar para a nossa região que é uma cidade polo e que precisa do apoio da Assembleia Legislativa”, disse a vice-prefeita, durante a reunião.

Efetivo – Rose solicitou apoio para a instalação de um posto policial no bairro Cidade Alta, sendo que luta há anos para conseguir uma unidade na região. “A grande Cidade Alta é longe do centro da cidade e tem uma demanda muito grande. Sou empresária lá e já fui assaltada várias vezes. Tem várias empresas instaladas, tem um banco Sicred lá. Infelizmente, meu pedido não teve êxito até agora, por falta de efetivo na Polícia Militar. Então, peço para abrirem um concurso público para melhorar a segurança da nossa região e aumentar nossos efetivos, tanto civil, quanto militar”, solicitou.

 O pedido para a abertura de edital de concurso público para as forças de segurança já foi uma iniciativa tomada pela Comissão de Segurança Pública da Casa de Leis que apresentou emenda na Lei Anual Orçamentária de 2021, no valor de R$ 6 milhões, no entanto, a proposta foi vetada pelo governo de Mato Grosso.

 “Espero nos próximos dias, a gente consiga derrubar o veto do governo, na Assembleia. A gente precisa investir em segurança pública, são muitos cargos vagos. Vamos continuar lutando para sair este edital ainda este ano. É urgente e necessário este concurso público. Dificilmente, a gente vai conseguir atender essa demanda de Alta Floresta, pela falta de efetivo”, salienta Claudinei.

 Alta Floresta está localizado na região Norte de Mato Grosso e conta com cerca de 50 mil habitantes, conforme o último Censo Demográfico de 2010.

Fonte: ALMT

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