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Sema emite primeira autorização de limpeza em área do Pantanal

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) começa a emitir autorizações de limpeza de áreas no Pantanal, de acordo com o decreto 785/2021, que permite que proprietários de imóveis rurais possam realizar a restauração de campos após análise técnica do órgão ambiental. A primeira autorização foi emitida para uma área localizada em Poconé, cidade mais atingida pelos incêndios florestais do ano passado. 

A avaliação é realizada de modo célere, para possibilitar que seja feita a maior parte da restauração da vegetação no primeiro semestre do ano, período que antecede a estiagem. Após adquirida, a autorização de limpeza terá validade de três anos.

“Com o novo decreto damos a possibilidade ao produtor de eliminar essa biomassa para que ela não seja instrumento para o fogo, que queremos tanto evitar. Eliminar as espécies invasoras possibilita também mais segurança para que o pantaneiro possa empreender”, explica a secretária de Meio Ambiente, Mauren Lazzaretti. 

A nova modalidade de autorização foi regulamentada como parte das medidas emergenciais de enfrentamento aos incêndios florestais, levando em consideração um estudo da Embrapa que aponta que há a ocupação de novas espécies de plantas no Pantanal. A restauração de campos também era uma solicitação antiga do setor produtivo. 

Como solicitar a autorização 

A Sema-MT publicou os Termos de Referência para que os proprietários ou responsáveis técnicos solicitem a restauração de campos. A medida é permitida para áreas que estejam localizadas dentro das categorias de vegetação “pastagens”, “formação campestre”, “formação savânica” e “campos alagados”, delimitadas no mapa elaborado pela Embrapa.

Mapa elaborado pela Embrapa está disponível no decreto 785/2021

A autorização se restringe às áreas do tipo campo inundável, campo não inundável, campo de murundu e tipos de vegetação de savana colonizadas por espécies arbóreas monodominantes, desde que não configurem uma formação florestal.

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O decreto especifica quais são os capins nativos dos campos do Pantanal, como por exemplo, os capins do tipo mimoso, capim de capirava, capim do brejo, dentre outros. O texto também define quais são as espécies arbustivas dominantes que caracterizam uma área que pode ser restaurada, como algodão-bravo e assa peixe, e enumera quais são os critérios que determinam que a área ainda não se trata de uma formação florestal.

A regulamentação proíbe a retirada de vegetação das elevações naturais do Pantanal, como as cordilheiras e murundus e também não permite a implantação de diques e drenos, superficiais ou profundos, visando a alterar o regime hidrológico em ambientes na planície inundável do Pantanal, com o objetivo de manejar a vegetação para pecuária extensiva.

Conforme o artigo 10º, “o uso do fogo para manejo direto da vegetação campestre ou para remoção de coivaras e leiras de material lenhoso já removido, deverá ser precedido da autorização de queima controlada e atendimento às medidas impostas pelo órgão ambiental no ato autorizativo”.

A queima não poderá ser feita no período proibitivo de uso do fogo. Para evitar qualquer risco de incêndio florestal, o proprietário não poderá acumular o material oriundo da limpeza no interior ou nas bordas de capões e cordilheiras, ou ainda áreas de preservação permanente, por constituírem material de fácil combustão. 

Veja o decreto na íntegra e acesse os Termos de Referência para solicitação de autorização CICANDO AQUI.
 

Fonte: GOV MT

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Doulas orientam gestantes sobre nascimento e pós-parto

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Como saber que chegou a hora? A amamentação é para todas? E o que acontece depois do parto? Dúvidas como essas podem ser muitas, e o acesso à informação é um dos fatores mais importantes para um período de gestação, nascimento e puerpério saudáveis. E para respondê-las, nada mais democrático que uma roda de conversa.

Por isso, o Ateliê Gestando Artes realiza, quinzenalmente, a partir deste sábado (06), rodas conduzidas pelas profissionais da Associação de Doulas do Mato Grosso (ADOMATO). Atendendo às normas sanitárias estabelecidas em novo decreto estadual, diante do agravamento da pandemia em Mato Grosso, a atividade será online nos dias 6 e 20 de março e 3 e 17 de abril, das 15h às 17h. As inscrições podem ser realizadas AQUI

Mitos e verdades sobre o parto normal, temas como fases do trabalho de parto, aleitamento materno, puerpério e rede de apoio serão abordados durante as rodas de conversa, que tem como público principal mães e gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Cuiabá. De acordo com a doula Daniela Monteiro, que é proponente do projeto, são bem-vindas puérperas (recém-mães) e todos os agentes na cena do parto: gestantes, acompanhante ou familiar e profissionais de saúde.

“Quando as pessoas se unem à espera de um bebê, é muito comum e natural que aconteçam grandes trocas de experiências. Existe muita partilha e riqueza nesses momentos. Por isso, dentro do projeto Ateliê Gestando Artes também realizamos as rodas de conversas. Uma prática que está vindo à tona em meio a um movimento de humanização do nascimento crescente no Brasil”, explica Daniela, que também é artista e proponente do projeto.

No entanto, para a profissional, as discussões que envolvem o parto natural e humanizado ainda estão muito concentradas nos grandes centros – seja da cidade, ou do próprio país. “A gente vê essas rodas de conversa acontecendo, facilitadas por doulas, parteiras, obstetras e fisioterapeutas pélvicas. Então existe uma certa cultura dessas rodas, mas ela ainda tende a estar restrita a uma pequena parcela da sociedade. Precisamos amplia-las”, destaca Daniela.

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Descentralizar o movimento de humanização do nascimento é, portanto, um dos objetivos do Ateliê Gestando Artes, que, até o dia 17 de abril, dará assistência a gestantes pacientes das Unidades de Saúde da Família (USF) dos bairros Jardim Industriário e Pedra 90, em Cuiabá.

O projeto é realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, viabilizados pelo Governo do Estado de Mato Grosso, através da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), e Governo Federal, via Secretaria Especial de Cultura.

Oficinas e escuta terapêutica

Atendendo à proposta de um espaço para partilha de informações, o Ateliê Gestando Artes também deu início, no último sábado (27), à atividade de escuta terapêutica, também chamada de Oficina da Palavra. Durante os encontros, que estão acontecendo virtualmente (13/03, 27/03 e 04/04) por conta da pandemia, gestantes participam de um momento de trocas entre si, conduzido pela psicóloga e artista Thaisa Souarez.

A programação ainda segue com oficinas com a artista e pedagoga Alice Pereira, que realizará duas oficinas de manualidades (10 e 17/03) e, nas duas semanas seguintes, a artista Thaís Magalhães, que soma com as oficinas de modelagem em argila (24 e 31/03). Já a fotógrafa Ju Queiroz ensina técnicas de auto-retrato (07 e 14/03), importante ferramenta de autoestima.

As oficinas artísticas continuam sendo realizadas de forma presencial, em espaço aberto e ventilado, na sede do Ateliê Gestando Artes, localizado no bairro Jardim Industriário. No local, todas as medidas de segurança contra o contágio da covid-19 estão garantidas: controle de entrada, aferição de temperatura, distanciamento social, distribuição de máscaras e álcool em gel.

Vale lembrar, crianças são bem-vindas e têm a assistência necessária para que suas mães possam participar das atividades.

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A programação completa e informações sobre cada atividade podem ser acompanhadas pelas redes sociais do Ateliê Gestando Artes no Instagram e no Facebook.

Serviço

Rodas de Conversa – Ateliê Gestando Artes

Datas: 6 e 20 de março; 3 e 17 de abril

Horário: 15h às 17h

Inscrições: https://forms.gle/KdHZQyzLEYQXwX5z8

Mais informações: (65) 99297-5205 (WhatsApp) ou [email protected]

O Ateliê Gestando Artes está localizado na Av. 30, qd. 23, casa 15, Bairro Jardim Industriário I

Fonte: GOV MT

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Equipe do MT Ciências participa de projeto desenvolvido pela Nasa

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A equipe do MT Ciências, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci-MT), recebeu os certificados pela participação no projeto Caça Asteroide, que tem como objetivo encontrar novos corpos celestes no Universo. O projeto é desenvolvido pela International Astronomical Search Collaboration (IASC), da Nasa,  em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e apoio do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência Tecnologia (IBICT).

O doutor Patrick Miller, que é diretor do IASC NASA, explica que este trabalho é muito importante e pode ajudar, inclusive, a descobrir algum perigo para o nosso planeta. O Projeto Caça Asteroides faz parte do programa de ciência cidadã, onde qualquer pessoa pode fazer parte ativamente de pesquisas científicas em Astronomia. 

“Nós estamos trabalhando de forma muito próxima com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil para fomentar estas iniciativas. O IASC é voltado para grupos de Astronomia amadores: para escolas, colégios de ensino médio e para faculdades”, explicou Miller.

A coordenadora Geral de Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (CGPC-MCTI), Silvana Copceski Stoinski, ressalta que objetivo é promover a popularização da ciência despertando o interesse em estudantes na área da pesquisa tornando o cidadãoem um verdadeiro cientista pesquisador.

“Quero agradecer a participação da Seciteci, que por meio do MT Ciências, vem fomentando a participação de servidores e da população a participar  da campanha de caça aos asteróides. E o mais importante é que as equipes participantes, foram capazes de fazer descobertas astronômicas originais”, disse. 

Participaram do projeto a bióloga Camila Barbosa e os físicos Mateus Oliveira, Crislaine Pinheiro e Juliana Rocha, que atuam no projeto itinerante da carreta MT Ciências.

Para a bióloga Camila Barbosa, integrar o projeto foi uma experiência única, por ser a oportunidade de contribuir com a ciência e indiretamente para o bem estar da sociedade, dado a importância do projeto.

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“No ano passado a professora Silvana e o professor Patrick foram visitar a carreta e nos falaram deste curso, ficamos interessados em fazer e agora deu certo. E, por sorte, somente eu que consegui achar dois asteróides.

Segundo Marilene Passos, coordenadora de Popularização da Ciência da Seciteci, a  participação da equipe no Caça Asteroides,  além de trazer novos conhecimentos, vai ampliar as atividades e projetos desenvolvidos no projeto itinerante do MT Ciências.

“O Caça Asteroides acontece em várias partes do mundo, incentivando cientistas a fazerem descobertas astronômicas originais. Com isso, além dos nossos servidores estarem inseridos neste ambiente de pesquisa cientifica, também motiva outros mato-grossenses a participarem” ressaltou.

Asteroides são objetos que, quando atingem a Terra, causam muitos danos. São enormes blocos de pedra que, às vezes, passam muito próximos à Terra e no Sistema Solar se concentram principalmente entre os planetas Marte e Júpiter – o que os astrônomos chamam de “cinturão principal de asteroides”.

Fonte: GOV MT

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