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POLÍTICA NACIONAL

Ré no TRE e alinhada a Bolsonaro; conheça a relatora do caso Daniel Silveira

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Magda Mofatto (PL-GO) é a relatora do caso do deputado preso
Lucio Bernardo Júnior/Câmara dos Deputados

Magda Mofatto (PL-GO) é a relatora do caso do deputado preso

Na manhã desta sexta-feira (19), o presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL) anunciou Magda Moffato (PL-GO) como relatora do caso do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) , que passa por julgamento na Casa.

A indicação da deputada foi encarada como uma surpresa pelos parlamentares, já que a expectativa era de que o deputado Carlos Sampaio (PSDB-SP) ficasse com a relatoria, contudo, a vaga ficou com Magda.

Em entrevista dada em 2018, Moffato declarou ter sido cotada para integrar a chapa de Jair Bolsonaro como vice. Segundo dados do Radar do congresso, a parlamentar votou em 96% das vezes alinhada a propostas do governo federal.

Com um patrimônio de R$ 21 milhões , ela figura na ‘liderança’ entre as deputadas mais ricas do Congresso Nacional.

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Em seu terceiro mandato na Câmara, participou de importantes votações no cenário político brasileiro: votou a favor do impeachment de Dilma Rousseff e da Reforma Trabalhista. No processo que pedia abertura de investigação contra o então presidente Michel Temer, em 2017, votou contra, ajudando a arquivar a denúncia do MP.

Magda é ré em quatro processos em andamento. Três deles estão no Tribunal Regional Eleitoral ( TRE -GO) pelos crimes de falsidade ideológica. O outro se refere a um processo na Vara Criminal de Caldas Novas (GO) por “impedir ou dificultar a regeneração natural da flora” ao construir em uma área de reserva ambiental.

Relatora no caso que decidirá futuro do deputado Daniel Silveira, defendeu a prisão estipulada pelo Ministro Alexandre de Moraes, do STF , na última terça (16), e durante discurso no Plenário, reiterou ser a favor da manutenção da prisão.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro muda discurso e admite tomar vacina contra a Covid-19 “lá na frente”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV
Carolina Antunes/PR

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante pronunciamento em rede nacional de rádio e TV

O presidente Jair Bolsonaro, que no passado afirmou que não tomaria imunizantes contra a Covid-19, agora admite a possibilidade de se vacinar “lá na frente”. Embora ainda não se saiba quanto tempo duram os anticorpos após contrair a doença, Bolsonaro afirmou que está “imunizado” por já ter sido infectado em julho do ano passado.

“No meu caso, o pessoal fica perturbando ‘tome a vacina’. O que é vacina ? Não é um vírus morto? Eu já tive o vírus vivo. Então estou imunizado. Deixa outro tomar a vacina no meu lugar. Lá na frente, depois de todo mundo, se eu resolver tomar, porque no que depender de mim é voluntário, não pode obrigar ninguém a tomar vacina, eu tomarei”, declarou Bolsonaro .

Como de praxe, o presidente não usava máscara de proteção durante a conversa com apoiadores, que ocorreu em frente ao Palácio da Alvorada.

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POLÍTICA NACIONAL

Comissão de Educação da Câmara pode ficar com deputados bolsonaristas

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Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)
Gustavo Sales/Câmara dos Deputados

Deputada federal Aline Sleutjes (PSL-PR)

Com o adiamento das definições dos presidentes das comissões da Câmara para a semana que vem , deputados bolsonaristas começaram a negociar para que eles sejam os escolhidos para o comando da comissão de Educação da Casa. A informação é do jornal Folha de S.Paulo

Os nomes mais fortes para assumir o órgão colegiado são os dos deputados Carlos Jordy (RJ) e Aline Sleutjes (PR). Os dois são da ala bolsonarista do PSL e têm forte apelo nos posicionamentos ideológicas de apreço do governo Jair Bolsonaro (sem partido), sendo alguns dos principais aliados do presidente na Câmara .

Sleutjes ainda é investigada no inquérito que apura financiamento a atos antidemocráticos, que é conduzido sob relatoria do ministro Alexandre de Moares, do Supremo Tribunal Federal (STF). A definição é prevista para os próximos dias.

Desde o início das negociações, o grupo bolsonarista da legenda manteve como alvo principal a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), considerada a mais importante da Câmara. Já é quase certo que a CCJ fica com a deputada bolsonarista Bia Kicis  (PSL-DF), também investigada no inquérito que apura atos antidemocráticos e ​​no das fake news.

No caso da Comissão de Educação, no entanto, ela também é considerada estratégica para o grupo. Assim como Bolsonaro, seus apoiadores veem o tema como o campo de batalha para pautas ideológicas no governo, que guarda pouca conexão com os problemas reais do Brasil.

O objetivo da conquista do comando da comissão seria a suposta proeminência da esquerda no setor e o fortalecimento de pautas de fundo religioso.

Nas últimas semanas, a comissão de Educação chegou a ser prometida para o DEM durante negociações tocadas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL). A legenda ainda mantém articulação para ficar com o colegiado.

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