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Projeto Renasça retrata o cenário pós-queimadas no Pantanal

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“O Pantanal ainda queima! Esse importante bioma continua precisando do nosso olhar sensível para respirar novamente”. A declaração é do artista plástico Adriano Figueiredo, que novamente dará voz à dor do Pantanal por meio da segunda edição do projeto Renasça. Nesta edição, serão três exposições com 10 obras, retratando o cenário devastador que ainda aflige o bioma, mesmo após o fim das queimadas.

Selecionado no edital MT Nascentes promovido pela Secretária de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (SecelMT) com recursos da Lei Aldir Blanc, o projeto conta com obras pintadas a partir do carvão, terra e cinzas, matérias-primas provenientes das queimadas, seguindo a mesma linha de produção de sua primeira edição. Após as exposições, as pinturas irão a leilão e, o valor arrecadado, destinado para a recuperação do bioma. 

Ao fazer uma análise a partir das suas idas ao Pantanal, Adriano relata o que seus olhos de artista veem.  O artista pontua que a sensação é de que após as queimadas e os primeiros auxílios, as pessoas se esqueceram do ocorrido como se o problema tivesse sido resolvido.

“O bioma continua com grandes resquícios dessa tragédia, todos seus elementos estão sofrendo degradação. Por isso, decidi dar continuidade no Renasça, que em sua primeira edição conseguiu alcançar vários envolvidos nessa luta. Pudemos somar aos trabalhos de Organizações Não Governamentais (ONG’s), grupos de voluntários, famílias ribeirinhas, entre tantos outros. É um trabalho de formiguinha, mas que dá resultados. O Pantanal precisa renascer e juntos, nessa força-tarefa, podemos vencer esse desafio e salvar esse patrimônio natural mundial”, reflete.

O cronograma de exposições teve início nessa quinta-feira (04.02) e segue até 13 fevereiro no Várzea Grande Shopping.  De 15 a 24 de fevereiro, os trabalhos podem ser conferidos no Shopping Estação Cuiabá. E de 26 de fevereiro a 7 de março, as obras serão expostas no Palácio Paiaguás, sede do Governo de Mato Grosso. A entrada é gratuita e cada exposição terá duração de 10 dias, seguindo os horários de funcionamento dos estabelecimentos e órgãos públicos.

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Além das exposições, esta segunda fase também contará com a realização de três lives. A primeira será um bate-papo entre Adriano Figueiredo e o Coronel Bombeiro Militar Paulo André Barroso. O coronel esteve à frente do comando do Posto de Atendimento Emergencial aos Animais do Pantanal (PAEAS Pantanal), na Transpantaneira. A demais lives serão direcionadas ao público escolar, com foco nas unidades escolares públicas, caso o retorno das aulas aconteça dentro do período das ações do projeto.

“Com o boom das redes sociais, pensamos na inclusão das lives, levando o debate para além das pinturas, para aumentar o alcance do público. Isso expande o tema, conscientizando cada vez mais pessoas da relevância dessas ações de preservação de biomas como o Pantanal”, explica.

Exposição itinerante “Renasça”

04 a 13/02:  Várzea Grande Shopping, no estacionamento do piso G2

15 a 24/02: Shopping Estação Cuiabá, área interna

26/02 a 07/03: Palácio Paiaguás (a confirmar)

Lives de conscientização ambiental

09/02, às 19h: Live com participação do Cel. BM. Barroso

17/02, às 19h: live com participação de Romeu Benedicto

28/02, às 19h: Live com participação de Sandro Lucose

As transmissões das lives acontecem no Instagram do artista plástico: @aff.arte 

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Doulas orientam gestantes sobre nascimento e pós-parto

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Como saber que chegou a hora? A amamentação é para todas? E o que acontece depois do parto? Dúvidas como essas podem ser muitas, e o acesso à informação é um dos fatores mais importantes para um período de gestação, nascimento e puerpério saudáveis. E para respondê-las, nada mais democrático que uma roda de conversa.

Por isso, o Ateliê Gestando Artes realiza, quinzenalmente, a partir deste sábado (06), rodas conduzidas pelas profissionais da Associação de Doulas do Mato Grosso (ADOMATO). Atendendo às normas sanitárias estabelecidas em novo decreto estadual, diante do agravamento da pandemia em Mato Grosso, a atividade será online nos dias 6 e 20 de março e 3 e 17 de abril, das 15h às 17h. As inscrições podem ser realizadas AQUI

Mitos e verdades sobre o parto normal, temas como fases do trabalho de parto, aleitamento materno, puerpério e rede de apoio serão abordados durante as rodas de conversa, que tem como público principal mães e gestantes atendidas pelo Sistema Único de Saúde (SUS) em Cuiabá. De acordo com a doula Daniela Monteiro, que é proponente do projeto, são bem-vindas puérperas (recém-mães) e todos os agentes na cena do parto: gestantes, acompanhante ou familiar e profissionais de saúde.

“Quando as pessoas se unem à espera de um bebê, é muito comum e natural que aconteçam grandes trocas de experiências. Existe muita partilha e riqueza nesses momentos. Por isso, dentro do projeto Ateliê Gestando Artes também realizamos as rodas de conversas. Uma prática que está vindo à tona em meio a um movimento de humanização do nascimento crescente no Brasil”, explica Daniela, que também é artista e proponente do projeto.

No entanto, para a profissional, as discussões que envolvem o parto natural e humanizado ainda estão muito concentradas nos grandes centros – seja da cidade, ou do próprio país. “A gente vê essas rodas de conversa acontecendo, facilitadas por doulas, parteiras, obstetras e fisioterapeutas pélvicas. Então existe uma certa cultura dessas rodas, mas ela ainda tende a estar restrita a uma pequena parcela da sociedade. Precisamos amplia-las”, destaca Daniela.

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Descentralizar o movimento de humanização do nascimento é, portanto, um dos objetivos do Ateliê Gestando Artes, que, até o dia 17 de abril, dará assistência a gestantes pacientes das Unidades de Saúde da Família (USF) dos bairros Jardim Industriário e Pedra 90, em Cuiabá.

O projeto é realizado com recursos da Lei Aldir Blanc, viabilizados pelo Governo do Estado de Mato Grosso, através da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), e Governo Federal, via Secretaria Especial de Cultura.

Oficinas e escuta terapêutica

Atendendo à proposta de um espaço para partilha de informações, o Ateliê Gestando Artes também deu início, no último sábado (27), à atividade de escuta terapêutica, também chamada de Oficina da Palavra. Durante os encontros, que estão acontecendo virtualmente (13/03, 27/03 e 04/04) por conta da pandemia, gestantes participam de um momento de trocas entre si, conduzido pela psicóloga e artista Thaisa Souarez.

A programação ainda segue com oficinas com a artista e pedagoga Alice Pereira, que realizará duas oficinas de manualidades (10 e 17/03) e, nas duas semanas seguintes, a artista Thaís Magalhães, que soma com as oficinas de modelagem em argila (24 e 31/03). Já a fotógrafa Ju Queiroz ensina técnicas de auto-retrato (07 e 14/03), importante ferramenta de autoestima.

As oficinas artísticas continuam sendo realizadas de forma presencial, em espaço aberto e ventilado, na sede do Ateliê Gestando Artes, localizado no bairro Jardim Industriário. No local, todas as medidas de segurança contra o contágio da covid-19 estão garantidas: controle de entrada, aferição de temperatura, distanciamento social, distribuição de máscaras e álcool em gel.

Vale lembrar, crianças são bem-vindas e têm a assistência necessária para que suas mães possam participar das atividades.

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A programação completa e informações sobre cada atividade podem ser acompanhadas pelas redes sociais do Ateliê Gestando Artes no Instagram e no Facebook.

Serviço

Rodas de Conversa – Ateliê Gestando Artes

Datas: 6 e 20 de março; 3 e 17 de abril

Horário: 15h às 17h

Inscrições: https://forms.gle/KdHZQyzLEYQXwX5z8

Mais informações: (65) 99297-5205 (WhatsApp) ou [email protected]

O Ateliê Gestando Artes está localizado na Av. 30, qd. 23, casa 15, Bairro Jardim Industriário I

Fonte: GOV MT

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Equipe do MT Ciências participa de projeto desenvolvido pela Nasa

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A equipe do MT Ciências, da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação de Mato Grosso (Seciteci-MT), recebeu os certificados pela participação no projeto Caça Asteroide, que tem como objetivo encontrar novos corpos celestes no Universo. O projeto é desenvolvido pela International Astronomical Search Collaboration (IASC), da Nasa,  em parceria com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e apoio do Instituto Brasileiro de Informação em Ciência Tecnologia (IBICT).

O doutor Patrick Miller, que é diretor do IASC NASA, explica que este trabalho é muito importante e pode ajudar, inclusive, a descobrir algum perigo para o nosso planeta. O Projeto Caça Asteroides faz parte do programa de ciência cidadã, onde qualquer pessoa pode fazer parte ativamente de pesquisas científicas em Astronomia. 

“Nós estamos trabalhando de forma muito próxima com o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação do Brasil para fomentar estas iniciativas. O IASC é voltado para grupos de Astronomia amadores: para escolas, colégios de ensino médio e para faculdades”, explicou Miller.

A coordenadora Geral de Popularização da Ciência, Tecnologia e Inovação (CGPC-MCTI), Silvana Copceski Stoinski, ressalta que objetivo é promover a popularização da ciência despertando o interesse em estudantes na área da pesquisa tornando o cidadãoem um verdadeiro cientista pesquisador.

“Quero agradecer a participação da Seciteci, que por meio do MT Ciências, vem fomentando a participação de servidores e da população a participar  da campanha de caça aos asteróides. E o mais importante é que as equipes participantes, foram capazes de fazer descobertas astronômicas originais”, disse. 

Participaram do projeto a bióloga Camila Barbosa e os físicos Mateus Oliveira, Crislaine Pinheiro e Juliana Rocha, que atuam no projeto itinerante da carreta MT Ciências.

Para a bióloga Camila Barbosa, integrar o projeto foi uma experiência única, por ser a oportunidade de contribuir com a ciência e indiretamente para o bem estar da sociedade, dado a importância do projeto.

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“No ano passado a professora Silvana e o professor Patrick foram visitar a carreta e nos falaram deste curso, ficamos interessados em fazer e agora deu certo. E, por sorte, somente eu que consegui achar dois asteróides.

Segundo Marilene Passos, coordenadora de Popularização da Ciência da Seciteci, a  participação da equipe no Caça Asteroides,  além de trazer novos conhecimentos, vai ampliar as atividades e projetos desenvolvidos no projeto itinerante do MT Ciências.

“O Caça Asteroides acontece em várias partes do mundo, incentivando cientistas a fazerem descobertas astronômicas originais. Com isso, além dos nossos servidores estarem inseridos neste ambiente de pesquisa cientifica, também motiva outros mato-grossenses a participarem” ressaltou.

Asteroides são objetos que, quando atingem a Terra, causam muitos danos. São enormes blocos de pedra que, às vezes, passam muito próximos à Terra e no Sistema Solar se concentram principalmente entre os planetas Marte e Júpiter – o que os astrônomos chamam de “cinturão principal de asteroides”.

Fonte: GOV MT

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