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Polícia Civil investiga mulher que se passava por médica em hospitais da Capital

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Assessoria/Polícia Civil-MT

Uma mulher que se passava por médica em hospitais de Cuiabá foi abordada pela Polícia Civil, na manhã desta segunda-feira (22.02), em ação da Delegacia Especializada do Consumidor (Decon). No momento da abordagem, a jovem, de 19 anos, estava vestida de jaleco branco e se apresentava como médica pediatra para pacientes e médicos, em um hospital localizado no bairro Santa Helena, em Cuiabá.

Os policiais da Decon acompanhavam a movimentação da mulher há alguns dias e conseguiram informações de que a jovem se apresentava como médica formada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e dizia que trabalhava em unidades de saúde como Hospital Metropolitano, Hospital Geral e Hospital Júlio Muller.

Em uma rede social, a jovem postava fotos com jaleco e protetor facial se apresentando como profissional da saúde, além de marcar marcava médicos e hospitais e pedia a Deus que fizesse das mãos dele as suas.

As investigações também apontaram que a jovem esteve na cidade de Juína há alguns dias, ocasião em que novamente se passou por médica, conversando com pacientes e médicos.

Segundo o delegado da Decon, Rogério Ferreira, ao ser ouvida na Polícia Civil, a mulher disse que passou a fantasiar que era médica, após ter namorado um advogado e fiz isso para não ficar por baixo do seu ex. “Durante a oitiva ela disse que tem familiares com esquizofrenia e está se tratando com uma psicóloga”, disse o delegado.

As investigações continuam para apurar se a mulher apresentou documentos falsos em hospitais ou clínicas de Cuiabá ou de Juína, e se ela chegou a atender pacientes ou a cobrar para prestar serviços na área da saúde ou influenciar no atendimento de doentes em hospitais.

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Fonte: PJC MT

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Homem investigado por homicídio ocorrido no bairro São Matheus tem prisão cumprida

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Raquel Teixeira/Polícia Civil-MT

A Delegacia Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá (DHPP) cumpriu nesta sexta-feira (26) a prisão temporária de um homem de 29 anos investigado por um homicídio ocorrido em julho do ano passado, em Várzea Grande. Ele se apresentou na delegacia, onde foi cumprida a ordem judicial.

No inquérito instaurado pelo delegado Caio Fernando Albuquerque para apurar o homicídio de Fernando Ferreira Cavalcante, 33 anos, foram apuradas evidências que apontam para o investigado, cuja prisão foi representada à Justiça e deferida pela 1ª Vara Criminal de Várzea Grande.

A vítima foi encontrada já sem vida, na madrugada do dia 12 de julho do ano passado, no quintal de uma casa no bairro São Matheus. O corpo apresentava diversos ferimentos no rosto, em tese, provocados por pedras que foram localizadas próximas à vítima.

Investigação 

Em diligências, a equipe da DHPP apurou que momento antes ao homicídio, Fernando teve uma discussão banal com o investigado, que foi interrompida por uma testemunha. A testemunha informou à Polícia Civil que após Fernando beber, ele o chamou para ir embora, mas ele ficou dormindo na área da casa de um conhecido e disse que ficaria ali mesmo, porque estava alcoolizado e ia dormir.

Depois, a testemunha se dirigiu a outra casa na vizinhança e mais tarde foi informada de que a vítima foi encontrada morta no quintal da residência onde havia ficado dormindo.

A equipe da DHPP apurou ainda que o investigado pelo homicídio foi visto correndo da casa onde a vítima foi encontrada morta e depois não foi mais encontrado no bairro.

Informações coletadas pela Polícia Civil apuraram ainda que na semana em que ocorreu o crime, vítima e investigado tiveram outra discussão, que evoluiu para uma tentativa contra a vida de Fernando, com emprego de uma faca grande cozinha, seguida de ameaças.

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Diante das evidências, exames periciais e oitivas de testemunhas, o delegado Caio Albuquerque representou pela prisão do investigado, a fim de angariar outras informações fundamentais ao esclarecimento do homicídio qualificado, que foi cometido por motivo fútil, sem possibilidade de defesa da vítima. 

Exame de necropsia apontou que a vítima, além de ter o rosto desfigurado em função das pedradas sofridas, também sofreu asfixia decorrente do trauma facial, o que causou sofrimento respiratório, o que caracteriza morte por meio cruel.  

Após o cumprimento da prisão, o investigado foi encaminhado para audiência de custódia no Fórum da Capital.

Fonte: PJC MT

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Membro da cúpula de uma organização criminosa procurado pela Justiça é preso em Rondonópolis

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Assessoria | Polícia Civil-MT

Um foragido da Justiça e membro da cúpula de uma organização criminosa, foi preso na noite de sexta-feira (26.02), após informações da Gerência de Combate ao Crime Organizado (GCCO) obtidas com apoio da Diretoria de Inteligência da Polícia Civil. repassadas a Polícia Rodoviária Federal (PRF). A prisão aconteceu no município de Rondonópolis (212 km ao sul de Cuiabá). 

O suspeito vinha sendo procurado desde o meado do ano passado (2020), depois de ser solto por decisão do Tribunal de Justiça de Mato Grosso, utilizando atestado médico falso alegando que o mesmo fazia parte do grupo de risco por conta da Covid-19, pois possuía comorbidade. 

Durante investigação para apurar o paradeiro do suspeito, os policiais civis da GCCO em conjunto com a Diretoria de Inteligência, descobriram que ele estava vindo de Balneário Camboriú, Estado de Santa Catarina, em um veículo Pajero cor branca.

Diante das informações foi solicitado auxílio da Polícia Rodoviária Federal, que realizou a abordagem do referido automóvel onde o suspeito estava, nas proximidades da cidade de Rondonópolis.

No momento da abordagem ele apresentou documento falso, porém foi reconhecido pelos policiais civis da GCCO que deslocaram até o ponto da abordagem, sendo então dado cumprimento ao mandado judicial de prisão. O suspeito também responderá pelo crime de uso de documento falso.

Conforme apurado o suspeito integra a cúpula de uma facção criminosa instalada em Cuiabá, razão pela qual foi preciso um trabalho especializado para a sua localização. 

O homem estava em uma Pajero nova, que supostamente seria de sua advogada, conforme relato do próprio detido à PRF. Fato esse que será objeto de investigação da participação da profissional em possível crime de favorecimento pessoal.  O aparelho celular dele também foi apreendido para análise.  

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Depois de preso, o suspeito foi conduzido até a Gerência Estadual de Polinter e Capturas para as providências cabíveis, e posteriormente encaminhado para audiência de custódia. 

Participaram da ação 10 policiais civis da GCCO, 2 equipes da Diretoria de Inteligências e policiais da PRF.

Fonte: PJC MT

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