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POLÍTICA NACIONAL

Novo presidente do Senado é contra impeachment de Bolsonaro: “abala estruturas”

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Jair Bolsonaro (sem partido) ao lado do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco
Reprodução TV Câmara

Jair Bolsonaro (sem partido) ao lado do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco

O recém eleito presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG) declarou nesta sexta-feira (5) ser contra um eventual processo de impeachment contra Jair Bolsonaro .

Apesar disso, o  senador ressalta que cabe ao Presidente da Câmara , arthur Lira (PP-AL), apoiado na eleição por Bolsonaro, aceitar ou não a abertura de processo.

“Impeachment é algo muito sério, grave, abala as estruturas da República, já tivemos dois episódios recentes de impeachment na história do Brasil que foram muito tristes”, declara Pacheco, relembrando a saída de Fernando Collor e Dilma Roussef f da presidência.

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Em 2016, Rodrigo, foi um dos 367 deputados federais que votou a favor da saída da petista do cargo.

“Neste momento que estamos no ápice de uma pandemia, com índice de desemprego grande, com necessidade de fazer crescer o Brasil e a economia do Brasil, com necessidade de assistência emergencial às pessoas e buscando de todas as formas meios e recursos para que isso aconteça, precisando entregar vacina para as pessoas no Brasil, eu não me permito falar a respeito de impeachment nesse momento. Até porque isso é uma atribuição da Câmara dos Deputados”, disse o político do DEM em entrevista coletiva em Belo Horizonte.

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POLÍTICA NACIONAL

Rodrigo Pacheco é contra CPI para avaliar atuação do governo federal na pandemia

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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado
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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), falou sobre o pedido de parlamentares para a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a atuação de Bolsonaro e do ministério da Saúde no combate à pandemia . Segundo ele, este não e o foco da Casa no momento, pois seria “contraproducente”.

“Eu, como parlamentar, assinei uma única CPI, que foi a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a tragédia de Brumadinho. A CPI ao longo dos anos foi desvirtuada. Não podemos transferir para uma CPI a apuração principal de fatos de responsabilidade criminal. Para isso, há órgãos como o Ministério Público, o Judiciário, a Controladoria Geral da União e outros órgãos que podem apurar”, disse, no Roda Viva desta segunda-feira (1).

Segundo Pacheco, as pautas prioritárias para o Senado nesse momento são a volta do auxílio emergencial e o avanço do programa de imunização nacional.

“Quando você fala a respeito da pandemia, o que temos que ter neste momento é o equilíbrio de entender que ações efetivas podem ser tomadas independentemente das CPIs”, afirmou o presidente do Senado.

“A availiação que farei não é se prejudicaria a presidência ou não, mas se é necessário [abrir a CPI]. Isso será avaliado à luz desses critérios. Mas não há prazo, vamos avaliar o andamento.”

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POLÍTICA NACIONAL

Mourão reage sobre suposto atrito com Bolsonaro: “nunca brigamos, p*rra”

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Vice-presidente General Mourão
Agência Brasil

Vice-presidente General Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) negou nesta segunda-feira (1) que tenha se desentendido com  o presidente Jair Bolsonaro. Os dois políticos se encontraram em uma reunião realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

“Nós nunca brigamos, porra”, respondeu Mourão, aos risos, quando questionaod por um jornalista.

Apesar de negar qualquer indisposição com Bolsonaro , o general foi excluído da reunião entre ministros no início de fevereiro, e durante eventos públicos, presidente e vice não apareciam juntos.

O próprio Mourão chegou a dizer que sentia falta de dialogar com o chefe do executivo em entrevista dada no final de janeiro:  

“Não há conversas seguidas entre nós. As conversas são bem esporádicas. Faz falta até para eu entender em determinados momentos o que eu preciso fazer”, disse.

Contudo, pelo menos publicamente, os governistas parecem ter se acertado. “Virou a página”, declarou Mourão.

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