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CUIABÁ

Monitoras do Siminina recebem formação para identificar sinais de casos de violência

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Vicente Aquino

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A percepção de sinais de possíveis casos de violência doméstica foi tema abordado durante a capacitação de monitoras que atuam no Programa Siminina, desenvolvido pela Prefeitura de Cuiabá, e presta atendimento social, esportivo e de saúde, a garotas na faixa etária de seis a 14 anos em Cuiabá. O processo formativo integra um calendário proposto visando à retomada das atividades em sistema híbrido. A primeira-dama de Cuiabá, Márcia Pinheiro, acompanha de perto o desenvolvimento das ações.

A secretária adjunta de Direitos Humanos, Christiany Fonseca, da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência citou que a abordagem ao tema é de grande importância, principalmente em razão do período de confinamento em decorrência do novo coronavirus, já que percebeu-se um aumento da violência contra às mulheres nesse período.

“As monitoras foram orientadas sobre quais procedimentos devem ser adotados  diante de situações que envolvam a família das meninas assistidas pelo programa. O primeiro passo, é perceber se algo está diferente, provocar um desabafo, mostrar que elas podem se sentir seguras e procurar ajuda. Feito isso, as monitoras não podem guardar para si o que ouviram. Devem procurar ajuda de profissionais especializados a fim de solucionar ou pelo menos minimizar o quadro de angústia e muita tristeza”, pondera

Ela reforça ainda que as monitoras trabalham no desenvolvimento dessas meninas para o futuro. “Por isso  a importância de mais esse tipo de acolhimento a fim de prevenir prejuízos ainda maiores”, assegurou Christiany.

 Na palestra, ela ainda apresentou dados de um cenário extremamente preocupante: os feminicídios.

 “Com a pandemia essa situação ficou ainda mais grave, a maioria desses homens quer depositar em suas companheiras a culpa. O papel das monitoras do Siminina é fundamental com esse apoio incondicional. O acolhimento e o não silêncio são fundamentais nesse processo. Precisamos tentar achar o fim dessa realidade, pois essas meninas precisam de apoio e vocês são esse instrumento”, concluiu a secretária de Direitos Humanos da Secretaria Municipal de Assistência Social, Direitos Humanos e da Pessoa com Deficiência.

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A coordenadora do programa em Cuiabá, Dalma Monteiro, agradeceu o esforço dispensado pela secretária a fim de contribuir com a melhoria da qualidade do atendimento. O Siminina é acompanhado diariamente pela primeira-dama, Márcia Pinheiro, sendo referência nacional no atendimento às crianças e adolescentes. “Desde a gestão passada, o programa recebe uma atenção diferenciada. Somos gratos por esse cuidado tão especial”, acrescentou Dalma.

Em Cuiabá, lembrou a coordenadora, existem  duas unidades especializadas às mulheres vítimas de violência, como a Casa de Amparo, recentemente reformada e a Sala de Acolhimento instalada nas dependência do Hospital Municipal de Cuiabá- HMC.

“Nesses locais são ofertados todo aparato psicológico e assistencial para que a mulher consiga ter forças para retomar os seus sonhos . É isso que a Casa de Amparo oferece, sendo essa uma premissa da nossa primeira dama Márcia Pinheiro , oferecer condições dignas de atendimento a essas mulheres vitimizadas”, comentou.

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Secretária de Saúde e equipe técnica se reúnem com Estado para solicitar doses de vacinas pendentes

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A secretária municipal de Saúde, Ozenira Félix e as coordenadoras da campanha de vacinação contra o coronavírus, Valéria de Oliveira e Flávia Guimarães vão se reunir nesta segunda-feira (1º) com o secretário estadual de Saúde Gilberto Figueiredo. A gestora solicitou a reunião para solicitar ao Estado as 3.030 doses do imunizante Coronavac destinados para a segunda dose dos trabalhadores da saúde.

“Nós vamos nos reunir na segunda-feira com o secretário Gilberto para tratarmos sobre a vacinação. Temos um grupo que deve começar imediatamente a segunda dose, que não foi encaminhada para nós. Vamos discutir com o secretário Gilberto para tomarmos decisões em relação a isto. Possivelmente na terça-feira vamos retomar a vacinação e até lá divulgaremos qual grupo vamos atender e qual o quantitativo de doses disponíveis. Assim que fizermos as definições sobre a segunda dose junto com a SES, vamos divulgar o que ficou decidido”, disse a secretária Ozenira.

Valéria de Oliveira explicou que todas as doses de vacinas recebidas em Cuiabá já vieram com a especificação sobre o grupo a ser vacinado e quais eram primeira ou segunda dose e que as 3030 segundas doses dos trabalhadores de saúde não foram entregues para Cuiabá até o momento. “Temos no nosso estoque as 3120 doses destinadas à segunda dose dos idosos, que começarão a ser aplicadas em 11 de março. Na especificação das doses de Coronavac que recebemos nesta sexta-feira (26) não consta que devam ser usadas para este público já imunizado com a primeira dose. Estamos seguindo à risca as diretrizes do Plano Nacional de Imunização e precisamos das doses que ainda não foram entregues para que possamos contemplar todo este grupo apropriadamente”, disse.

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A coordenadora esclarece que parte das estratégias para esta nova fase da campanha dependem do recebimento destas doses que faltam. “Nós temos grupos específicos para vacinar, de acordo com o Plano Nacional de Imunização e dependemos destas vacinas para prosseguirmos corretamente. Caso essas doses não sejam entregues para Cuiabá, precisaremos fazer adaptações para prosseguirmos com a campanha, com o temor de faltar doses para os grupos subsequentes”, concluiu.

 

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Prefeito estuda retomar toque de recolher em Cuiabá para conter disseminação da Covid-19

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Luiz Alves

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Luiz Alves/ Secom

O prefeito Emanuel Pinheiro informou que estuda a possibilidade de retomar o toque de recolher em Cuiabá. A medida foi pauta em reunião realizada nesta sexta-feira (26), com o Comitê Municipal de Enfrentamento contra a Covid-19.

“Cresce uma onda alarmante e preocupante na nossa Capital, bem como detectamos a sobrecarga na rede municipal de saúde, na atenção secundária (upas e policlínicas), e nos leitos de enfermarias e UTIs [Unidade de Terapia Intensiva]”.

De acordo com o gestor da Capital, ainda aguarda informações essenciais de pneumologistas, sanitaristas, médicos e do Ministério da Saúde para saber como e quais medidas que podem ser tomadas.

“É hora de buscarmos tomar medidas que visem dar uma certa segurança e tranquilidade à sociedade, porque estamos trabalhando para garantir a proteção, a saúde e a vida da população cuiabana”, informou Pinheiro.

O prefeito também afirmou que após ter tomado conhecimento do pedido do Ministério Público Estadual (MPE) na Justiça sobre a adoção de medidas sanitárias mais restritivas, por 14 dias, vai aguardar a decisão judicial.

“Como eu entendo que o momento é de união, não vamos sobrepor uma decisão. Eu vou aguardar a decisão da Justiça para anunciar as medidas que Cuiabá irá tomar, que terá como base o toque de recolher”, afirmou.

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