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MATO GROSSO

“Investimos em tecnologia e melhoramos nossa atuação”, afirma presidente do MT Saúde

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A presidente do Mato Grosso Saúde, Misma Thalita dos Anjos, destaca em entrevista que um trabalho austero e de investimentos em tecnologia proporcionaram a retomada dos atendimentos pelo plano, que hoje conta com mais de 450 prestadores de serviços de saúde.

Devido à pandemia, o MT Saúde investiu em tecnologia para teleconsultas e ela conta ter percebido o futuro da modalidade de atendimento, que será expandido para ofertar ainda mais especialidades ainda este ano.

“Acreditamos que a interação da tecnologia com a medicina é fundamental, tanto para o momento de pandemia, quanto para a comodidade dos beneficiários, a fim de atender aqueles que não conseguem se locomover aos consultórios, por exemplo”.

 Confira a entrevista na íntegra

– Presidente, há dois anos e meio o Mato Grosso Saúde conseguiu retomar seus atendimentos com os prestadores e manter estabilidade de atendimento da rede. Qual foi o trabalho desenvolvido para que o MT Saúde recuperasse as finanças e, principalmente, a confiança de beneficiários e profissionais de saúde?

Misma Thalita – É importante ressaltar que foi crucial o modelo de gestão implantado no Mato Grosso Saúde. Realizamos diversas reuniões com os credenciados, efetivando um cronograma realista dos pagamentos dos débitos para a liquidação do passado. Isso fez com que os prestadores percebessem a gestão austera e empenhada em honrar os seus compromissos comerciais, fazendo com que à época os que haviam se descredenciado do Plano retornassem com os atendimentos de qualidade à nossa carteira de vidas.

Hoje o Mato Grosso Saúde conta com mais de 450 prestadores que prestam seu serviço com qualidade aos nossos beneficiários, sendo comparado até com os melhores planos particulares do mercado.

– O ano passado foi de muitas dificuldades, não apenas para a população, mas também para os médicos, por conta da pandemia do coronavírus. Como foi a atuação do MT Saúde e de que forma conseguiu manter os atendimentos aos beneficiários?

Misma Thalita – O Mato Grosso Saúde precisou se adequar a essas novas mudanças que a pandemia do coronavírus impôs a todos. Com isso, foi necessário nos aliar ainda mais às tecnologias para prestar os atendimentos administrativos aos beneficiários, tanto para soluções de questões como adesões, inclusões, parcelamento de débitos e em diversos outros assuntos.

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Tudo isso foi sistematizado através dos nossos contatos da Central de Relacionamento com o beneficiário, por meio do telefone, e-mail e site. Tomamos todas as medidas de segurança para prestar todo atendimento necessário quando presencial aos nossos beneficiários e ainda disponibilizamos um canal 24h aos prestadores, caso haja alguma intercorrência fora do horário comercial.

Além disso, tivemos que nos movimentar rapidamente também para a inclusão dos exames de detecção do Covid-19 em nosso rol, tanto o RT-PCR (feito por coleta de amostra do muco nasal por meio dos cotonetes) quanto o sorológico (pelo sangue). Após, fechamos contratos com os laboratórios para a realização dos exames. Alguns até realizam a coleta em domicílio.

O ponto alto do momento pandêmico para o Mato Grosso Saúde foi quando conseguimos realizar os atendimentos médicos por videochamadas, as conhecidas teleconsultas. Temos diversas especialidades médicas disponíveis nesta modalidade. Inclusive contamos com um prestador de saúde que atende os nossos beneficiários com um pronto atendimento digital 24 horas por dia. Vemos essa aliança, do digital com o médico, fundamental, como uma das maneiras de barrar o avanço da contaminação pelo coronavírus.

– Ainda estamos vivendo a continuidade da pandemia. Tem mais serviços que podem ser implementados pelo MT Saúde para que o atendimento seja ainda melhor?

Misma Thalita – Vemos que a teleconsulta é o futuro da medicina, pois conseguimos chegar em todos os beneficiários espalhados pelo Estado. Com isso, projetamos uma expansão dessa cartela das especialidades para essa modalidade de atendimento. Para que sejam atendidos de forma não presencial, bastando estar conectado à internet, tendo em mãos um smartphone, ou computador, com câmera e microfone.

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Atualmente as especialidades para a teleconsulta disponíveis são: cardiologia, clínico geral, gastroenterologia, fonoaudiologia, hepatologia, medicina familiar, neurocirurgia, neurologia e pediatria. Em breve, novas especialidades, como endocrinologia, geriatria, infectologia, oncologia clínica, psiquiatria e urologia entrarão nessa cartela de teleatendimentos.

– Presidente, o que os beneficiários podem esperar do MT Saúde para os próximos anos? A senhora pode elencar quais as principais ações estão sendo desenvolvidas?

Misma Thalita – Para os próximos anos, o Mato Grosso Saúde planeja ampliar a rede de credenciados no interior do Estado, e com isso levar atendimentos, sejam hospitalares, clínicos ou laboratoriais, para diversos municípios, para que os beneficiários tenham esse atendimento mais perto de sua casa.

Iniciamos um estudo para melhorar a forma de coparticipação para o beneficiário, para que o plano se torne cada vez mais atrativo e justo para a assistência à saúde.

Como já frisamos, planejamos uma ampla melhoria das teleconsultas. Acreditamos que a interação da tecnologia com a medicina é fundamental, tanto para o momento de pandemia, quanto para a comodidade dos beneficiários, a fim de atender aqueles que não conseguem se locomover aos consultórios, por exemplo.

Prevemos também a implantação do “Mato Grosso Saúde Mais Digital”. Serviços administrativos de forma on-line para aberturas de processos, dando maior celeridade e facilidade a abertura desses documentos. 

Continuando com os avanços tecnológicos, estudamos o retorno dos atendimentos para os aplicativos de smartphones. Isso demonstra avanço e facilidade aos beneficiários para retirada de segundas vias de boletos, consulta de médicos, cartão virtual e mais.

Outra meta que temos é ofertar maior benefício aos segurados do Plano com o lançamento do clube de desconto, a fim de ofertar valores diferenciados nos serviços de saúde em academias, farmácias e outros relacionados.

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– Quais os principais planos do MT Saúde e quem pode ter acesso a eles?

Misma Thalita – O Mato Grosso Saúde é o plano de assistência à saúde dos servidores do Estado de Mato Grosso, sejam eles os efetivos, os comissionados e os contratados pelo Estado, como também os servidores inativos.

Com valores a partir de R$ 103,35, os servidores já podem realizar a adesão e ter acesso aos mais de 450 credenciados de saúde entre hospitais, clínicas, laboratórios e médicos nas mais diversas especialidades. Um excelente custo benefício a todos.

Além dessas pessoas, há a oportunidade de suas famílias também ingressarem no Plano, como mães, pais, filhos e cônjuges.

Fazemos também a chamada portabilidade de outras operadoras de saúde com a absorção de carência, quando enquadrados em nossa legislação.

Outro grupo que também pode fazer parte são os exclusivamente comissionados. Essas pessoas, caso venham perder o vínculo com o Estado, podem pedir a permanência no Plano e continuar sendo atendido pela nossa rede, desde que façam a adesão em até 30 dias contados da data da perda do vínculo

A adesão pode ser feita, tanto em nossa sede, localizada no bairro Jardim Cuiabá, quanto de forma on-line através do nosso site: www.matogrossosaude.mt.gov.br.

Fonte: GOV MT

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MATO GROSSO

Domingo (07): Mato Grosso registra 261.116 casos e 6.016 óbitos

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A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste domingo (07.03), 261.116 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 6.016 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado.

Foram notificadas 356 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 261.116 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 10.053 estão em isolamento domiciliar e 243.401 estão recuperados.

Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 476 internações em UTIs públicas e 412 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 98,96% para UTIs adulto e em 49% para enfermarias adulto.

Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (56.231), Rondonópolis (20.440), Várzea Grande (16.420), Sinop (13.322), Sorriso (10.540), Tangará da Serra (10.186), Lucas do Rio Verde (9.513), Primavera do Leste (7.794), Cáceres (5.752) e Nova Mutum (5.164).

A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link.

O documento ainda aponta que um total de 225.692 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 998 amostras em análise laboratorial.

Cenário nacional

No último sábado (06), o Governo Federal confirmou o total de 10.938.836 casos da Covid-19 no Brasil e 264.325 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 10.869.227 casos da Covid-19 no Brasil e 262.770 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus.

Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de domingo (07).

Recomendações

Já há uma vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança.

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Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde.

O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão:

– Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool;

– Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas;

– Evitar contato próximo com pessoas doentes;

– Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo;

– Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Fonte: GOV MT

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Curta-metragem retrata vivência de imigrantes em Lisboa e Cuiabá

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As vivências de imigrantes em Lisboa e Cuiabá estão sendo retratadas no curta-metragem Intersecção – A História de quem migra. A obra é resultado de vivências do diretor e ativista, Rodrigo Zaiden, ao comparar situações semelhantes do período em que viveu como imigrante em Portugal com as dos imigrantes em Mato Grosso.

“Registramos os modos como a imigração impacta diferentes pessoas de distintas culturas e nações, por um lado e, por outro, como essas pessoas se interseccionam num contexto urbano global de uma nação que não é a sua, produzindo novas formas de viver, identidades e resistências”, pontua o diretor.

A maior parte das gravações foram realizadas em 2017, ano em que Rodrigo morou no país lusitano e iniciou a pesquisa audiovisual, registrando histórias de vida de imigrantes de Brasil e de Países Africanos de Língua Portuguesa (PALOP), como Moçambique e Guiné Bissau. Em 2019, já em Mato Grosso, o diretor se deparou com a expressiva comunidade de imigrantes guineenses, haitianos, venezuelanos, dentre outros. 

Com a aprovação do projeto na categoria audiovisual do edital MT Nascentes da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT), o curta-metragem está sendo finalizado para lançamento virtual no mês de abril. Os recursos da Lei Aldir Blanc viabilizaram as últimas captações de imagens em fevereiro deste ano, e já estão em andamento as fases de edição, montagem e finalização.

“Mais do que a intersecção entre os contextos de imigrantes em locais diferentes, esse projeto mostra as convergências entre cultura e a sensibilização do público quanto ao direito à cidadania de todos os povos. É mais uma iniciativa da qual temos satisfação em apoiar e dar visibilidade por meio de nossos editais”, assinala o titular da Secel, Alberto Machado.

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De Guiné Bissau, Lídia Dju, que mora em Cuiabá e o diretor do filme, Rodrigo Zaiden

Ao contar histórias de vidas que se cruzam em situações parecidas, o filme desvela circunstâncias limítrofes da imigração, percorrendo memórias, identidades e territórios físicos e simbólicos de um tema que atinge milhões de pessoas.  

“Contamos as histórias de pessoas como a Lígia, a Marvinda ou o Ka Codé, em Lisboa, ou a Lídia, o Ênio e a Callina em Cuiabá. Falamos de suas relações com a imigração, como as mudanças, o processo de adaptação, as relações afetivas e de trabalho, a luta pelos direitos humanos e cidadania. Historicamente silenciados e invisibilizados pelas histórias oficiais portuguesa e brasileira, cada uma das pessoas traz questões únicas e fundamentais”, explica Rodrigo Zaiden.

Conjuntura

Para o diretor, o filme busca sensibilizar não apenas quem passa pela mesma situação, mas também quem assiste, o público em geral, e os formuladores de políticas públicas, responsáveis por propor soluções aos problemas da imigração. 

Entre 2010 e 2018, Cuiabá recebeu mais de 3,5 mil haitianos e 119 venezuelanos sem considerar os imigrantes ilegais. Em Portugal, os brasileiros representam o maior número de imigrantes, somando mais de 151,3 mil pessoas vivendo legalmente. Se contar os ilegais, esse número pode dobrar. 

“Busquei amigos para compartilhar nossas lutas, que são tão diversas, mas convergem em muitos aspectos como a saudade da família e de casa, as adaptações e mudanças ou o racismo que enfrentamos por estar num país colonizador de nossos ancestrais. O mesmo imigrante brasileiro que sofre racismo em Portugal é o que pratica o preconceito com outros imigrantes aqui em Cuiabá. Este ciclo de exclusão ao outro, ao estrangeiro, precisa ter fim, já que o direito de ir e vir está amplamente expresso em todos os documentos internacionais e na constituição federal de Brasil e de Portugal”, conclui Rodrigo.

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Com informações da Assessoria

Fonte: GOV MT

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