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MATO GROSSO

Governador: “Resgatamos a capacidade de o Estado promover o desenvolvimento social e econômico”

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O governador Mauro Mendes afirmou que, nos dois primeiros anos da atual gestão, o Governo de Mato Grosso conseguiu resgatar a capacidade de promover o desenvolvimento social e econômico do estado, já iniciando o maior programa de investimentos da história de Mato Grosso, o Mais MT.

A declaração foi dada durante a abertura dos trabalhos da Assembleia Legislativa, na última terça-feira (02.02). 

Mauro Mendes lembrou que no início de 2019, o Executivo Estadual estava com mais de R$ 4 bilhões em dívidas de restos a pagar, dívidas de meses com fornecedores, salários e 13º atrasado dos servidores, viaturas sendo recolhidas por falta de pagamento, UTIs fechando, dentre outros graves problemas. 

Naquele mesmo ano, segundo o governador, o Governo do Estado foi consertado e as finanças colocadas em dia.

“Tínhamos desafios gigantes e demos respostas à altura. Com a ajuda da Assembleia, em janeiro de 2019 conseguimos reescrever a história desse estado. Começamos a mudar essa trajetória, reposicionamos o Governo perante a sociedade e hoje o estado de Mato Grosso consegue ser adimplente com suas obrigações. Resgatamos a capacidade de o Estado promover o desenvolvimento social e econômico”, disse.

O governador ressaltou que com o estado consertado, foi possível iniciar o programa Mais MT, que vai aplicar um total de R$ 9,5 bilhões em investimentos até 2022. Exemplo disso são as centenas de obras de Infraestrutura sendo executadas em todos os cantos de Mato Grosso.

“Temos o maior pacote de obras entre os estados brasileiros. Finalizamos o ano com mais de 1 mil km de rodovias sendo asfaltadas. Mais de 100 pontes de médio e grande porte sendo executadas. Temos para 2021 e 2022 algo muito maior do que aquilo que já iniciamos. Há poucos dias, licitamos mais de 1 mil km de projetos somados a mais de 700 km que estão sendo analisados neste momento pela Sinfra [Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística]. Teremos nos próximos meses, vencido o processo licitatório, um grande pacote de obras nesta área de Infraestrutura. Passando por rodovias, recuperações, construção de pontes. O maior programa de pontes da história desse estado já iniciou com os municípios.

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Mauro Mendes registrou que os investimentos devem gerar até 54 mil empregos diretos e indiretos e ocorrem em 12 eixos: Saúde, Segurança, Educação, Social e Habitação, Desenvolvimento, Emprego e Renda, Infraestrutura, Turismo, Cultura, Esporte e Lazer, Simplifica MT, Eficiência Pública, Meio Ambiente, Agricultura Familiar e Regularização Fundiária.

“Estamos com um grande programa para instalar ar-condicionado em mais de 300 escolas que ainda não têm. Isso que poderia ser chamado de luxo em alguns estados, em Mato Grosso com o clima caloroso que nós temos é criar as condições dentro de sala de aula adequadas para a presença dos nossos profissionais e dos nossos alunos para um correto aprendizado”.

“Na Segurança, fizemos a entrega de 1300 pistolas Glock para a Polícia Militar. Adquirimos 2000 pistolas Glock e já autorizamos a aquisição de mais 3000. E se Deus quiser, com o apoio da Assembleia, ao final de 2022 queremos ter 100% das forças de segurança com os melhores e mais modernos equipamentos de combate ao crime e de proteção desses profissionais”, citou.  
Para o governador, nenhum outro estado tem tamanho potencial de crescimento quanto Mato Grosso.

“Não existe estado brasileiro com as perspectivas que Mato Grosso têm. Enquanto o mundo declina, o PIB de Mato Grosso cresce. A economia privada de Mato Grosso está bem há décadas. Mas agora ajustamos o Poder Executivo Estadual para promover o desenvolvimento social e econômico à população”, concluiu.

Fonte: GOV MT

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Sema participa de reuniões temáticas sobre Plano Estadual de Resíduos Sólidos

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) está participando de uma série de reuniões temáticas sobre o Plano Estadual de Resíduos Sólidos (PERS) entre os dias 25 de fevereiro e 3 de março. As videoconferências são coordenadas pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio da Uniselva, responsável pela elaboração do Plano. Os debates têm o objetivo de continuar a coleta de dados antes do processo de autenticação.

Os debates iniciaram na quinta-feira (25.02) com reuniões pela manhã com órgãos do Governo Estadual de Mato Grosso e a tarde com representantes das prefeituras, câmaras municipais, universidades e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Assembleia Legislativa e Consórcios Intermunicipais.

Nesta sexta (26.02), continuaram as reuniões com o enfoque para apresentação e visão geral do projeto com a participação da Sema, Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Defensoria, Prefeituras, Câmaras Municipais, Ministério Público do Trabalho e instituições representantes de catadores de recicláveis.

Já nos dias 1, 2 e 3 de março serão realizados debates com as partes envolvidas com objetivo de receber últimas informações e contribuições para melhoria do documento final. uma última rodada de apresentações acontecerá no mês de abril, em cinco regiões do estado, para aprovação e autenticação do plano pela sociedade.

Na próxima semana, duas reuniões acontecerão no dia 1º com os temas Resíduos Sólidos Urbanos e Resíduos de Saneamento. No dia 2 o debate é sobre Resíduos de Serviços de Saúde e Resíduos de Construção e Demolição.

Entre as entidades que participarão destes debates, além de Sema, UFMT e AMM, estão Instituições que trabalham com o saneamento básico, agências reguladoras municipais, Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager), entidades com foco em saúde pública, Conselho Estadual de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea) e construtoras.

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O tema Resíduos Agrossilvipastoris, que será debatido no dia 2, contará com a participação de diversos órgãos do setor produtivo como Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), União Nacional do Etanol de Milho (Unem), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Sindicato Madeireiro, Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

No mesmo dia serão discutidos os Resíduos Mineração com participação da Agência Nacional de Mineração (ANM), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) entre outras empresas e entidades representantes.

As discussões se encerram no dia 3 com debates sobre Resíduos de Transporte, Resíduos de Logística Reversa e Resíduos Industriais com a participação, entre outros, da Receita Federal, Sindicatos, Prefeituras, Ministério Público, entidades gestoras, Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), Ibama, empresas e Sindicato da Indústria de Reciclagem do Estado de Mato Grosso (Sindirecicle).

Fonte: GOV MT

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Medeiros afirma que oportunismo político atrapalha conclusão da BR-158

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Diante do impasse que se tornou a pavimentação da BR-158, do trecho conhecido como Contorno Leste, saindo de dentro da Terra Indígena Marãiwatsédé, o deputado federal José Medeiros (Podemos) propôs uma força-tarefa para mediar o conflito e viabilizar recursos para concluir a obra. Em conversa com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Medeiros reafirmou a viabilidade de fazer a estrada pelo reserva indígena, que representa cerca de 120 quilômetros e um custo de aproximadamente R$ 250 milhões.

“Há muito tempo venho discutindo e buscando uma solução para a BR-158. Eu disse para o presidente que não faz sentido o Brasil ficar refém da vontade de algumas pessoas. No caso da 158, apenas uma pessoa se posicionou contrário ao traçado original, que é passar a estrada dentro das terras indígenas. A maioria dos indígenas quer a rodovia por dentro, pois acreditam que ela trará melhorias como escolas, postos de saúde, estradas vicinais asfaltadas, entre outras”, disse o parlamentar.

Para colocar um fim nos conflitos, optou-se em fazer a estrada usando um contorno fora de terra indígena. Segundo Medeiros, isso vai praticamente triplicar o valor da obra e levar mais tempo para concluí-la.

“Falei sobre essa situação com o presidente. A expectativa é reunir com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, nos próximos dias, para buscar uma solução definitiva e célere para esse problema antigo e que envergonha Mato Grosso e o Brasil”, frisa Medeiros.

Medeiros critica o uso político por parte de alguns parlamentares que preferem atacar o Governo Federal e o ministro da Infraestrutura ao invés de ajudar de forma efetiva a resolver a situação.

“O governo está trabalhando para solucionar os problemas de infraestrutura de Mato Grosso. Porém, existem vários impedimentos que travam algumas obras, como é o caso da BR-158. Além das dificuldades orçamentárias, existem ações do Ministério Público Federal (MPF), Organizações Não Governamentais e a questão indígena que impedem que algumas obras sejam executadas de forma célere. O interessante é ver parlamentar de Mato Grosso, como é o caso do senador Carlos Fávaro (PSD), criticando o governo Bolsonaro e o ministro Tarcísio. Ele [Fávaro] não contribuiu com um centavo em emenda para a BR-158. Precisamos deixar de lado o oportunismo político, as falácias e unir forças com a União para resolver o problema que prejudica o escoamento da produção do nosso estado e milhares de pessoas”, enfatiza o deputado federal.

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A BR-158 tem aproximadamente 800 quilômetros em Mato Grosso, ligando os municípios de Barra do Garças a Vila Rica – na divisa com o Pará.

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