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Escola Estadual antecipa entrega de kits de alimentação para 200 estudantes

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A Escola Estadual Jaime Veríssimo de Campos Júnior, em Alta Floresta (804 km ao norte da Capital), se antecipou e iniciou, nesta quinta-feira (11.02), a entrega do kit de alimentação escolar para seus 200 alunos matriculados.

Por conta da pandemia, o diretor Márcio Hrycyk entrou em contato com os pais e agendou a distribuição, respeitando as regras de biossegurança.

O diretor explicou que os agendamentos foram feitos para esta quinta-feira e sexta-feira (11 e 12.02). “Até o momento fizemos a entrega de 150 cestas. Vamos entregar para cada estudante matriculado”, destaca o gestor.

Todos os profissionais da unidade escolar colaboraram na montagem dos kits. 

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) estabeleceu que as escolas façam a distribuição dos kits entre os dias 18 e 26 de fevereiro. A iniciativa da direção da Escola Jaime Veríssimo de Campos Júnior foi elogiada pelo secretário de Educação, Alan Porto.

“Sabemos que a alimentação escolar é essencial para muitas famílias. Diante da pandemia, que ainda não permite que nossos estudantes retornem às salas de aula, solicitamos prioridade na entrega dos kits para as famílias”, destacou o secretário.

Matrícula obrigatória

Conforme orientação da Seduc, os pais que ainda não fizeram a rematrícula ou mesmo a matrícula podem ir até a unidade escolar e, assim que o procedimento for efetivado, já levam o kit alimentação.

Como resultado desse trabalho, a Escola Jaime Veríssimo de Campos Júnior realizou cinco rematrículas e ganhou 11 novos estudantes.

Mutirão

Durante a entrega dos kits, a equipe gestora aproveitou para fazer um mutirão de serviços. Além da divulgação da plataforma Google For Education para os pais ou responsáveis, para ativar o login institucional para acesso à plataforma, os pais receberam o material apostilado.

“Também mostramos o cronograma do nosso plantão pedagógico para tirar dúvidas dos alunos. Vai funcionar a partir da próxima quarta-feira (17.02)”, acrescenta o diretor.

Sem desperdício

A Seduc reitera que todos os alunos matriculados na rede pública estadual têm o direito de receber um kit, mas nem todas as famílias têm o interesse de retirar. “Devido a isso, para não ter perda de alimentos, a escola deve fazer ampla divulgação e verificar quem tem o interesse de retirada e com base nisso fazer as aquisições”, esclarece o coordenador de Alimentação Escolar da Seduc, Hesloam Maia.

Na Jaime Veríssimo de Campos Júnior apenas um pai não quis retirar o kit alimentação.

Cadakit alimentar custa, em média, R$ 100,00. O valor é 30% maior que o kit distribuído em 2020.

O kit é formado por:

– 2 pacotes de cinco quilos de arroz;

– 1 pacote de um quilo de feijão carioca;

– 1 litro de óleo de soja;

– 1 quilo de sal;

– 1 quilo de frango (podendo ser coxa, sobrecoxa ou peito);

– 1 quilo de vegetal (podendo ser abobrinha verde, cenoura, chuchu, beterraba, maxixe, quiabo ou abóbora cabotiã – de acordo com a disponibilidade contratada pela escola na chamada pública);

– 1 quilo de fruta (laranja, banana nanica ou banana maça, de acordo com a disponibilidade contratada pela escola na chamada pública);

– 1 quilo de tubérculo (podendo ser mandioca in natura, mandioca descascada, batata doce, bata inglesa, inhame ou cará, de acordo com a disponibilidade contratada pela escola na chamada pública).

Fonte: GOV MT

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Sema participa de reuniões temáticas sobre Plano Estadual de Resíduos Sólidos

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A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) está participando de uma série de reuniões temáticas sobre o Plano Estadual de Resíduos Sólidos (PERS) entre os dias 25 de fevereiro e 3 de março. As videoconferências são coordenadas pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), por meio da Uniselva, responsável pela elaboração do Plano. Os debates têm o objetivo de continuar a coleta de dados antes do processo de autenticação.

Os debates iniciaram na quinta-feira (25.02) com reuniões pela manhã com órgãos do Governo Estadual de Mato Grosso e a tarde com representantes das prefeituras, câmaras municipais, universidades e Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), Tribunal de Contas do Estado (TCE), Assembleia Legislativa e Consórcios Intermunicipais.

Nesta sexta (26.02), continuaram as reuniões com o enfoque para apresentação e visão geral do projeto com a participação da Sema, Associação Mato-grossense dos Municípios (AMM), Defensoria, Prefeituras, Câmaras Municipais, Ministério Público do Trabalho e instituições representantes de catadores de recicláveis.

Já nos dias 1, 2 e 3 de março serão realizados debates com as partes envolvidas com objetivo de receber últimas informações e contribuições para melhoria do documento final. uma última rodada de apresentações acontecerá no mês de abril, em cinco regiões do estado, para aprovação e autenticação do plano pela sociedade.

Na próxima semana, duas reuniões acontecerão no dia 1º com os temas Resíduos Sólidos Urbanos e Resíduos de Saneamento. No dia 2 o debate é sobre Resíduos de Serviços de Saúde e Resíduos de Construção e Demolição.

Entre as entidades que participarão destes debates, além de Sema, UFMT e AMM, estão Instituições que trabalham com o saneamento básico, agências reguladoras municipais, Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados de Mato Grosso (Ager), entidades com foco em saúde pública, Conselho Estadual de Engenharia e Agronomia de Mato Grosso (Crea) e construtoras.

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O tema Resíduos Agrossilvipastoris, que será debatido no dia 2, contará com a participação de diversos órgãos do setor produtivo como Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar), Associação dos Produtores de Soja e Milho do Estado de Mato Grosso (Aprosoja), Associação Mato-grossense dos Produtores de Algodão (Ampa), União Nacional do Etanol de Milho (Unem), Federação da Agricultura e Pecuária do Estado de Mato Grosso (Famato), Sindicato Madeireiro, Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) e Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat).

No mesmo dia serão discutidos os Resíduos Mineração com participação da Agência Nacional de Mineração (ANM), Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) entre outras empresas e entidades representantes.

As discussões se encerram no dia 3 com debates sobre Resíduos de Transporte, Resíduos de Logística Reversa e Resíduos Industriais com a participação, entre outros, da Receita Federal, Sindicatos, Prefeituras, Ministério Público, entidades gestoras, Federação das Indústrias do Estado de Mato Grosso (Fiemt), Ibama, empresas e Sindicato da Indústria de Reciclagem do Estado de Mato Grosso (Sindirecicle).

Fonte: GOV MT

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Medeiros afirma que oportunismo político atrapalha conclusão da BR-158

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Diante do impasse que se tornou a pavimentação da BR-158, do trecho conhecido como Contorno Leste, saindo de dentro da Terra Indígena Marãiwatsédé, o deputado federal José Medeiros (Podemos) propôs uma força-tarefa para mediar o conflito e viabilizar recursos para concluir a obra. Em conversa com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Medeiros reafirmou a viabilidade de fazer a estrada pelo reserva indígena, que representa cerca de 120 quilômetros e um custo de aproximadamente R$ 250 milhões.

“Há muito tempo venho discutindo e buscando uma solução para a BR-158. Eu disse para o presidente que não faz sentido o Brasil ficar refém da vontade de algumas pessoas. No caso da 158, apenas uma pessoa se posicionou contrário ao traçado original, que é passar a estrada dentro das terras indígenas. A maioria dos indígenas quer a rodovia por dentro, pois acreditam que ela trará melhorias como escolas, postos de saúde, estradas vicinais asfaltadas, entre outras”, disse o parlamentar.

Para colocar um fim nos conflitos, optou-se em fazer a estrada usando um contorno fora de terra indígena. Segundo Medeiros, isso vai praticamente triplicar o valor da obra e levar mais tempo para concluí-la.

“Falei sobre essa situação com o presidente. A expectativa é reunir com o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas, nos próximos dias, para buscar uma solução definitiva e célere para esse problema antigo e que envergonha Mato Grosso e o Brasil”, frisa Medeiros.

Medeiros critica o uso político por parte de alguns parlamentares que preferem atacar o Governo Federal e o ministro da Infraestrutura ao invés de ajudar de forma efetiva a resolver a situação.

“O governo está trabalhando para solucionar os problemas de infraestrutura de Mato Grosso. Porém, existem vários impedimentos que travam algumas obras, como é o caso da BR-158. Além das dificuldades orçamentárias, existem ações do Ministério Público Federal (MPF), Organizações Não Governamentais e a questão indígena que impedem que algumas obras sejam executadas de forma célere. O interessante é ver parlamentar de Mato Grosso, como é o caso do senador Carlos Fávaro (PSD), criticando o governo Bolsonaro e o ministro Tarcísio. Ele [Fávaro] não contribuiu com um centavo em emenda para a BR-158. Precisamos deixar de lado o oportunismo político, as falácias e unir forças com a União para resolver o problema que prejudica o escoamento da produção do nosso estado e milhares de pessoas”, enfatiza o deputado federal.

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A BR-158 tem aproximadamente 800 quilômetros em Mato Grosso, ligando os municípios de Barra do Garças a Vila Rica – na divisa com o Pará.

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