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POLÍTICA NACIONAL

Doria pede afastamento de Aécio Neves do PSDB: partido “não deve abrir espaço”

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Governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP)
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Governador de São Paulo, João Doria (PSDB-SP)

O governador de São Paulo, João Doria , pediu o afastamento do deputado federal Aécio Neves do PSDB durante reunião feita entre líderes do partido na última segunda-feira (8) no Palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista.

Segundo informações, Doria acusa Aécio de ter capitaneado um movimento que levou a bancada do partido na Câmara a retirar o apoio para Baleia Rossi (MDB-SP), apoiado pelo governador, para votar em Arthur Lira (PP-AL), candidato apoiado por Bolsonaro , que se sagrou presidente da Casa.

Publicamente, Aécio nega que tenha apoiado Lira no pleito. Doria, por outro lado, acusa o ex-candidato à presidência da república em 2014 de tentar retaliá-lo por conta de declarações feitas em 2019, quando criticou a rejeição do pedido de expulsão do político mineiro.

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“Pedi o afastamento. O PSDB não deve abrir espaços para comportamentos desse tipo. Mas você não pode ter dissidências em um partido que se posiciona com clareza a favor da vida, em defesa da democracia, da saúde e do meio ambiente. E deputados e senadores defendendo o oposto. Isto não é partido. Então aqueles que tenham pensamento distinto que tenham dignidade e coragem e peçam pra sair”, declarou Doria durante entrevista coletiva na manhã desta terça (9).

Aécio Neves é réu na Justiça federal sob as acusações de corrupção e tentativa de obstrução à Lava Jato desde 2019. Joesley Batista, empresário da JBS que fez acordo de delação com a Polícia Federal ( PF ), afirmou que pagou R$2 milhões em propinas para o político.

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POLÍTICA NACIONAL

Rodrigo Pacheco é contra CPI para avaliar atuação do governo federal na pandemia

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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado
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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), falou sobre o pedido de parlamentares para a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a atuação de Bolsonaro e do ministério da Saúde no combate à pandemia . Segundo ele, este não e o foco da Casa no momento, pois seria “contraproducente”.

“Eu, como parlamentar, assinei uma única CPI, que foi a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a tragédia de Brumadinho. A CPI ao longo dos anos foi desvirtuada. Não podemos transferir para uma CPI a apuração principal de fatos de responsabilidade criminal. Para isso, há órgãos como o Ministério Público, o Judiciário, a Controladoria Geral da União e outros órgãos que podem apurar”, disse, no Roda Viva desta segunda-feira (1).

Segundo Pacheco, as pautas prioritárias para o Senado nesse momento são a volta do auxílio emergencial e o avanço do programa de imunização nacional.

“Quando você fala a respeito da pandemia, o que temos que ter neste momento é o equilíbrio de entender que ações efetivas podem ser tomadas independentemente das CPIs”, afirmou o presidente do Senado.

“A availiação que farei não é se prejudicaria a presidência ou não, mas se é necessário [abrir a CPI]. Isso será avaliado à luz desses critérios. Mas não há prazo, vamos avaliar o andamento.”

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POLÍTICA NACIONAL

Mourão reage sobre suposto atrito com Bolsonaro: “nunca brigamos, p*rra”

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Vice-presidente General Mourão
Agência Brasil

Vice-presidente General Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) negou nesta segunda-feira (1) que tenha se desentendido com  o presidente Jair Bolsonaro. Os dois políticos se encontraram em uma reunião realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

“Nós nunca brigamos, porra”, respondeu Mourão, aos risos, quando questionaod por um jornalista.

Apesar de negar qualquer indisposição com Bolsonaro , o general foi excluído da reunião entre ministros no início de fevereiro, e durante eventos públicos, presidente e vice não apareciam juntos.

O próprio Mourão chegou a dizer que sentia falta de dialogar com o chefe do executivo em entrevista dada no final de janeiro:  

“Não há conversas seguidas entre nós. As conversas são bem esporádicas. Faz falta até para eu entender em determinados momentos o que eu preciso fazer”, disse.

Contudo, pelo menos publicamente, os governistas parecem ter se acertado. “Virou a página”, declarou Mourão.

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