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CUIABÁ

Donos de bares, restaurantes  e similares prometem colaborar e cumprir decreto do Carnaval em reunião com a Sorp

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Davi Valle

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Durante a reunião com representantes do ramo de restaurantes, bares e boates e similares e a Prefeitura de Cuiabá, por meio da Secretaria Municipal de Ordem Pública (Sorp), no final da tarde dessa quarta-feira (10), ficou definido que as os estabelecimentos comerciais irão cumprir rigorosamente o decreto decreto Nº 8.316 ,de 25 de janeiro de 2.021 – sobre a suspensão do  Carnaval de 2021 e também irão manter as medidas de biossegurança do decreto 8.204, de 19 de novembro de 2020, ou seja até 70 % da capacidade do local, existência de materiais de higienização, ventilação adequada do local e também a atenção às medidas de biossegurança: uso obrigatório de máscara, distância entre as pessoas. Além do fechamento dos locais à meia noite. 

“A  partir de zero horas quem estiver aberto e em funcionamento será autuado. Não vai ter a perspectiva da orientação porque ninguém pode argumentar desconhecimento do que já está sendo falado há meses . Quem insistir em abrir após esse horário vai correr risco  de ser autuado. No começo da pandemia a gente apertou os cintos com aquelas medidas consideradas rígidas, mas necessárias. Talvez a realidade  seria diferente se não tivéssemos tomado  aquela decisão no passado.  Nesta reunião, com o setor, é para mantermos a aproximação com a classe  e fazer o alinhamento para que a fiscalização seja mais efetiva e que sejamos parceiros contra a pandemia.  A  Secretaria de Ordem Pública  não tem prazer em aplicar multa e fechar estabelecimento  de ninguém, mas as medidas restritivas precisam ser cumpridas”, disse o secretário da Sorp, Leovaldo Sales. 
 
A  presidente da Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel), em Cuiabá, Lorena Bezerra,  ressalta que a reunião  foi produtiva para esclarecer algumas dúvidas. Ela destaca que  o prefeito Emanuel Pinheiro tem toda razão quando disse: ” que, quem faz certo , não pode ser punido por quem faz errado”.
 
“As medidas de biossegurança  não são novidade pra nós, seguimos todas elas. Mas, às vezes, os estabelecimentos não conseguem, por exemplo, acabar com uma fila fora do estabelecimento. As filas existem porque a capacidade do local já não  permite mais a entrada de ninguém. E pessoas passam por ali, tiram fotos e criticam, dizendo que a casa tá cheia, mas não observa que o estabelecimento está fazendo o controle de pessoas”, explicou .
 
Sócio-proprietário do “Buteco 065″, Lucelio Gomes Jacinto, explica que seu estabelecimento tem aglomeração de pessoas na calçada, porém, elas são orientadas, mas por estarem na calçada dizem que não são obrigadas a respeitar as medidas do bar.  ” O cliente quer ficar em pé e na calçada. Eu tenho dois seguranças, mas  falamos e falamos e eles dizem que estão na calçada e não no bar. já chamamos a  Polícia Militar, mas, o respeito é momentâneo, só enquanto a PM está ali. E  não resolve. Chegamos a cortar a venda a esses clientes. E eles compram em outros estabelecimentos. Sabemos disso porque vendemos um tipo de bebida e cliente na calçada  aparece com outra marca de cerveja que não existe no bar”, explicou o empresário. 
 
Representando o Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Mato Grosso – (SHRBS – MT),  Luis Carlos Oliveira Nigro, lembra que a Capital de Mato Grosso, tem medidas mais brandas  que muitas outras capitais pelo país. ” O prefeito tem sido diferenciado dos demais prefeitos de outras capitais. Sempre fomos bem recebidos e ele manteve diálogo com o setor, justificou no início o porquê do fechamento radical. Ele hoje está mais flexível conosco. Queremos falar sobre as responsabilidades dos clientes, pois,   muitos empresários ficam reféns deles.  Alguns ficam bêbados e qualquer coisa que façamos,  é dano moral.  Fica difícil pra nós também nessa situação”, disse o empresário pedindo a colaboração  de todos para o enfrentamento a Covid-19.

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Secretária de Saúde e equipe técnica se reúnem com Estado para solicitar doses de vacinas pendentes

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A secretária municipal de Saúde, Ozenira Félix e as coordenadoras da campanha de vacinação contra o coronavírus, Valéria de Oliveira e Flávia Guimarães vão se reunir nesta segunda-feira (1º) com o secretário estadual de Saúde Gilberto Figueiredo. A gestora solicitou a reunião para solicitar ao Estado as 3.030 doses do imunizante Coronavac destinados para a segunda dose dos trabalhadores da saúde.

“Nós vamos nos reunir na segunda-feira com o secretário Gilberto para tratarmos sobre a vacinação. Temos um grupo que deve começar imediatamente a segunda dose, que não foi encaminhada para nós. Vamos discutir com o secretário Gilberto para tomarmos decisões em relação a isto. Possivelmente na terça-feira vamos retomar a vacinação e até lá divulgaremos qual grupo vamos atender e qual o quantitativo de doses disponíveis. Assim que fizermos as definições sobre a segunda dose junto com a SES, vamos divulgar o que ficou decidido”, disse a secretária Ozenira.

Valéria de Oliveira explicou que todas as doses de vacinas recebidas em Cuiabá já vieram com a especificação sobre o grupo a ser vacinado e quais eram primeira ou segunda dose e que as 3030 segundas doses dos trabalhadores de saúde não foram entregues para Cuiabá até o momento. “Temos no nosso estoque as 3120 doses destinadas à segunda dose dos idosos, que começarão a ser aplicadas em 11 de março. Na especificação das doses de Coronavac que recebemos nesta sexta-feira (26) não consta que devam ser usadas para este público já imunizado com a primeira dose. Estamos seguindo à risca as diretrizes do Plano Nacional de Imunização e precisamos das doses que ainda não foram entregues para que possamos contemplar todo este grupo apropriadamente”, disse.

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A coordenadora esclarece que parte das estratégias para esta nova fase da campanha dependem do recebimento destas doses que faltam. “Nós temos grupos específicos para vacinar, de acordo com o Plano Nacional de Imunização e dependemos destas vacinas para prosseguirmos corretamente. Caso essas doses não sejam entregues para Cuiabá, precisaremos fazer adaptações para prosseguirmos com a campanha, com o temor de faltar doses para os grupos subsequentes”, concluiu.

 

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Prefeito estuda retomar toque de recolher em Cuiabá para conter disseminação da Covid-19

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Luiz Alves

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Luiz Alves/ Secom

O prefeito Emanuel Pinheiro informou que estuda a possibilidade de retomar o toque de recolher em Cuiabá. A medida foi pauta em reunião realizada nesta sexta-feira (26), com o Comitê Municipal de Enfrentamento contra a Covid-19.

“Cresce uma onda alarmante e preocupante na nossa Capital, bem como detectamos a sobrecarga na rede municipal de saúde, na atenção secundária (upas e policlínicas), e nos leitos de enfermarias e UTIs [Unidade de Terapia Intensiva]”.

De acordo com o gestor da Capital, ainda aguarda informações essenciais de pneumologistas, sanitaristas, médicos e do Ministério da Saúde para saber como e quais medidas que podem ser tomadas.

“É hora de buscarmos tomar medidas que visem dar uma certa segurança e tranquilidade à sociedade, porque estamos trabalhando para garantir a proteção, a saúde e a vida da população cuiabana”, informou Pinheiro.

O prefeito também afirmou que após ter tomado conhecimento do pedido do Ministério Público Estadual (MPE) na Justiça sobre a adoção de medidas sanitárias mais restritivas, por 14 dias, vai aguardar a decisão judicial.

“Como eu entendo que o momento é de união, não vamos sobrepor uma decisão. Eu vou aguardar a decisão da Justiça para anunciar as medidas que Cuiabá irá tomar, que terá como base o toque de recolher”, afirmou.

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