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Deputado João Batista busca respostas junto à Concessionária Rota do Oeste

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Foto: LUCIENE LINS / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual João Batista do Sindspen (Pros), esteve reunido na tarde de quinta-feira (18), com os diretores da Concessionária Rota do Oeste, empresa responsável pela gestão de 850,9 quilômetros da BR-163, que liga Sinop até a divisa dos estados do Mato Grosso e Mato Grosso do Sul. O intuito do encontro, que contou com a presença do vereador Braz Jaciro (Pros), representando o município de Várzea Grande, foi buscar informações sobre alguns pontos administrados pela concessionária.

João Batista explicou que um dos pontos mais críticos, demanda apresentada pelo vereador Braz Jaciro, trata-se da Rodovia dos Imigrantes, em Várzea Grande. O ponto em questão corresponde ao acesso dos moradores dos bairros adjacentes à rodovia.

“Hoje estamos aqui para buscar informações junto à Concessionária Rota do Oeste sobre a administração das vias que são de sua responsabilidade, mas a nossa principal pauta é saber quais serão as medidas adotadas para sanar o problema de trafegabilidade da Rodovia dos Imigrantes. Esta é uma demanda que nos foi apresentada graças ao vereador Braz Jaciro, que tem sido muito cobrado pela população em relação ao congestionamento da via”, disse o deputado.

Braz conta que a população está sofrendo com a desativação do semáforo na rotatória do km 514, no bairro 15 de maio em Várzea Grande, uma situação, que de acordo com o parlamentar, causa transtorno aos moradores e oferece perigo aos motoristas. Além da reativação do semáforo, outra solução apresentada foi a duplicação da via em questão.

“Conto com o apoio do deputado João Batista para nos ajudar nesta demanda e em várias outras. Precisamos resolver a questão logística da Rodovia dos Imigrantes. O alto fluxo de carretas dificulta a vida dos moradores e motoristas de alguns bairros. Espero que a empresa Rota do Oeste atenda o nosso pedido e apresente uma solução o mais rápido possível”, concluiu o vereador.

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Foto: LUCIENE LINS / Assessoria de Gabinete

Roberto Madureira, gerente de Comunicação e de Relações Institucionais, explicou que a demanda referente à duplicação da Imigrantes, já está em andamento e aguardando procedimentos internos para a execução das obras.

“Sabemos que as obras naquele local serão difíceis e delicadas para concluir, mas estamos confiantes de que em breve teremos notícias positivas para dar início à duplicação. Agradeço a visita do deputado, e nossa empresa está de portas abertas para receber as demandas parlamentares”, destacou Roberto.

O gerente de Comunicação disse também que, além da duplicação, outras soluções “definitivas” para Imigrantes já estão sendo tomadas. “Temos projetos para a construção de viadutos nos principais acessos, e futuramente existe um projeto de reformulação do Trevo do Lagarto”, pontuou Roberto Madureira.

Fonte: ALMT

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Empresas que descumprirem medidas de enfrentamento à pandemia poderão ser cassadas em MT

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O Projeto de lei nº 146/2021 estabelece cassação da inscrição estadual de empresas que descumprirem as medidas sanitárias de enfrentamento à pandemia do coronavírus (Covid-19) em Mato Grosso. O empresário deve continuar exigindo o uso de máscara de proteção individual dentro do estabelecimento comercial e evitar aglomerações.

Para o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), o Brasil vive um momento delicado com mais de 1,5 mil mortes em 24 horas, na última semana de fevereiro, atingiu a marca de 250 mil mortes. Em Mato Grosso, a situação também é alarmante, com cerca de 5 mil mortes, uma média diária de 40, e a taxa de ocupação de 70% das UTIs adulto.

“É importantíssimo que todos colaborem, não é um momento de relaxar as regras de proteção. Nossa proposta é fazer um esforço conjunto entre estado e municípios para intensificar a fiscalização e o cumprimento das medidas em todas as atividades. Temos que valorizar a economia e também as vidas, para que não sejamos surpreendidos com um novo fechamento do comércio”.

O dispositivo considera ato lesivo ao enfrentamento da emergência de saúde pública toda ação ou omissão, voluntária ou não, que viole protocolos e normas que se destinem à promoção, preservação e recuperação da saúde no combate da pandemia, o que compreende fiscalizar a utilização da máscara, do distanciamento entre as pessoas e a não aglomeração.

Além disso, as empresas precisam disponibilizar álcool gel 70% para uso próprio dos funcionários e dos consumidores em todas unidades comerciais; auxiliar na organização das filas dentro e/ou fora do estabelecimento, garantindo o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas; e cumprir rigorosamente o comunicado de isolamento domiciliar determinado por profissional de saúde.

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“Só teremos a dispensa no uso da máscara para crianças com menos de 3 anos de idade, bem como no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado, conforme declaração médica que poderá ser obtida e apresentada por meio digital”.

O parlamentar acrescenta que diversos municípios voltaram a estar na lista de alerta máximo para a proliferação doença e retomaram o toque de recolher no período noturno. “Infelizmente temos acompanhado muitos estabelecimentos insistindo em desrespeitar as determinações do poder público, causando aglomerações e certamente colaborando com a disseminação desta nefasta doença que nos aflige”.

Fonte: ALMT

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Faissal tenta barrar aumento de 14% nas contas de energia

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Foto: Carol Coutinho / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual Faissal Calil (PV) foi até a sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília, protocolar um ofício, nesta quinta feira (25), para tentar sensibilizar a diretoria colegiada da entidade a não conceder o reajuste previsto para abril nas contas de energia no estado. Segundo estudos feitos por especialistas, o aumento previsto será na faixa de 14%, índice que preocupa o parlamentar, que justifica a não necessidade de mudança na tarifa neste momento.

Faissal apontou que a Energisa, concessionária que opera a distribuição de energia elétrica em Mato Grosso, teve um lucro de R$ 921,7 milhões, anunciado no terceiro trimestre de 2020. O deputado lembrou ainda que o estado é um dos que mais produz energia no país e tem apenas 1,4 milhão de unidades consumidoras.

“Nossa tarifa é uma das mais caras do Brasil, o que afeta diretamente o bolso e a mesa dos nossos cidadãos. Milhares de consumidores deixam de adquirir medicamentos, alimentos e outros itens básicos de necessidade para poder pagar as altas contas de energia elétrica cobradas em Mato Grosso. Por outro lado, a Energisa teve lucro recorde no ano passado, em detrimento de gente que passa fome ou não compra um remédio pra pagar as contas em dia e não ter a luz cortada”, afirmou Faissal.

Para o deputado, o aumento é prejudicial não só aos consumidores residenciais, mas também em relação às empresas, que para poderem pagar as altas contas de energia elétrica deixam de investir em expansão e até mesmo na contratação de novos funcionários, criando um gargalo no desenvolvimento de seus negócios e, consequentemente, no crescimento do estado como um todo.

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“Embora esteja previsto em contrato, é extremamente necessário que a Aneel se empenhe para minimizar estes possíveis aumentos para os consumidores de Mato Grosso.  Entendemos ser necessário este alerta junto a diretoria colegiada da agência, principalmente neste momento tão crítico que estamos vivendo, com o enfrentamento a uma Pandemia gravíssima que tem impactado severamente em nossa saúde e nossa economia, com aumento no desemprego de uma forma geral”, explicou. 

Faissal lembrou ainda que Mato Grosso é autossuficiente em geração de energia elétrica, com um total de 215 empreendimentos em operação atualmente, com capacidade de geração de pouco mais de 3 milhões kW de potência. Nos próximos anos esse total será acrescido de cerca de 800 mil kW, proveniente de outras oito usinas que estão em construção, além de outras 22 que serão iniciadas em breve.

“Entendemos que, por conta disso, os consumidores de Mato Grosso não devem ser submetidos ao pagamento relativo, por exemplo, às bandeiras tarifárias. Outro ponto chave que deve ser feito é o incentivo a produção de energia de matrizes limpas, como a eólica e a solar. Além disso, é importante diminuir a contratação de energia elétrica de fontes como usinas térmicas, que tem um custo maior”, concluiu.

Fonte: ALMT

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