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POLÍTICA NACIONAL

Damares volta a exaltar cloroquina e nega foco em 2022: “sou chão de fábrica”

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Ministra definiu como
Alan Santos/PR

Ministra definiu como “loucura” a possibilidade de ser vice de Bolsonaro em 2022

Apontada recentemente como um dos possíveis nomes para compor a chapa do presidente  Jair Bolsonaro em 2022, a ministra Damares Alves, da pasta da Mulher, Família e Direitos Humanos, negou ter qualquer pretensão de assumir um cargo nas próximas eleições. Em entrevista à Globonews, ela afirmou que sua popularidade se deve ao fato de ser “chão de fábrica” e que pretende apenas “continuar a fazer o que está fazendo”.

“Vice-presidente? Isso é loucura. Posso sair pelo Brasil no período eleitoral pedindo votos para aqueles em quem acredito. “Não vou subestimar o patrimônio político que ganhei e posso usar isso para eleger as pessoas certas. É melhor me deixarem livre pedindo votos para quem eu acredito, a exemplo do presidente Bolsonaro”, disse Damares .

Questionada sobre a atuação do governo no combate à pandemia da Covid-19 , a ministra voltou a exaltar a cloroquina , remédio que não tem eficácia comprovada contra a doença, e parabenizou cientistas que, segundo ela, “estão reconhecendo que é um remédio poderoso”.

Sobre a atuação do ministro Eduardo Pazuello , Damares disse que ele “deu conta do recado” e “fez o dever de casa”, pegando um ministério no meio de uma pandemia. Por fim, ainda elogiou a atuação do Governo Federal, disse que o Brasil ainda vai “surpreender o mundo” e negou que o país tenha feito um genocídio de povos indígenas: “diziam que iríamos dizimar. 590 morreram. O governo não se omitiu na questão, cuidamos dos nossos povos”.

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Flordelis usou tornozeleira eletrônica sem bateria por 17 horas, diz relatório

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Em outubro, logo após colocar o aparelho, deputada o exibiu durante culto
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Em outubro, logo após colocar o aparelho, deputada o exibiu durante culto



Relatório da Secretaria estadual de Administração Penitenciária (Seap) do Rio aponta que a bateria da tornozeleira eletrônica usada pela deputada federal  Flordelis dos Santos de Souza (PSD) terminou 11 vezes de outubro até o mês passado. Em uma das ocasiões, segundo o documento, o equipamento da deputada ficou desligado por quase 17 horas. Quando a carga chega ao fim, o monitoramento é suspenso.

O relatório, ao qual O Globo teve acesso, foi enviado pela Seap à Justiça. Flordelis é ré em processo na 3ª Vara Criminal de Niterói na qual é acusada de ser mandante da morte do marido, o pastor Anderson do Carmo .

A deputada passou a usar tornozeleira eletrônica em 8 de outubro do ano passado, após uma determinação da juíza Nearis dos Santos Carvalho Arce, da 3ª Vara Criminal de Niterói. Pela decisão judicial, a deputada deve permanecer em casa das 23h às 6h. Somente no primeiro mês de uso, a bateria do equipamento terminou três vezes. Uma delas, no dia 31, quando o monitoramento ficou suspendo por quase 17h. A tornozeleira desligou às 6h56 e só foi religada às 23h51.

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Consta, no relatório da secretaria, que ao comparecer à Seap para fazer a instalação, Flordelis foi orientada sobre a necessidade de carregar a tornozeleira eletrônica. Para recarregar o aparelho, é preciso ficar conectado a uma tomada.

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O monitoramento eletônico é uma das medidas cautelares previstas no Código de Processo Penal. O descumprimento dessas medidas pode acarretar na decretação da prisão do réu. No entanto,  Flordelis tem imunidade parlamentar e só pode ser presa em flagrante delito por crime inafiançável, conforme determina a Constituição Federal.

No relatório, consta ainda que em 15 ocasiões Flordelis não estava em casa entre os horários estabelecidos pela juíza. Em 14 delas, segundo o documento, a deputada estava em deslocamento para Brasília. Já em um episódio, a pastora estava no fórum de Niterói, em audiência no processo no qual é ré.

No documento, consta ainda um rompimento da tornozeleira eletrônica . No entanto, o Extra constatou que isso ocorreu no momento em que Flordelis estava na Seap instalando a tornozeleiran eletrônica. Todos os episódios de término de bateria, permanência de casa fora dos horários permitidos e rompimento de tornozeleira são considerados, pela secretaria, violações ao uso do equipamento. O relatório que consta no processo foi gerado pelo Sistema de Acompanhamento de Custódia da secretaria no último dia 23. 

O Globo procurou a assessoria de imprensa de Flordelis para que a parlamentar explicasse as violações que constam no documento, mas não houve resposta até a noite dessa segunda-feira.

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Rodrigo Pacheco é contra CPI para avaliar atuação do governo federal na pandemia

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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado
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Rodrigo Pacheco, presidente do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), falou sobre o pedido de parlamentares para a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a atuação de Bolsonaro e do ministério da Saúde no combate à pandemia . Segundo ele, este não e o foco da Casa no momento, pois seria “contraproducente”.

“Eu, como parlamentar, assinei uma única CPI, que foi a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a tragédia de Brumadinho. A CPI ao longo dos anos foi desvirtuada. Não podemos transferir para uma CPI a apuração principal de fatos de responsabilidade criminal. Para isso, há órgãos como o Ministério Público, o Judiciário, a Controladoria Geral da União e outros órgãos que podem apurar”, disse, no Roda Viva desta segunda-feira (1).

Segundo Pacheco, as pautas prioritárias para o Senado nesse momento são a volta do auxílio emergencial e o avanço do programa de imunização nacional.

“Quando você fala a respeito da pandemia, o que temos que ter neste momento é o equilíbrio de entender que ações efetivas podem ser tomadas independentemente das CPIs”, afirmou o presidente do Senado.

“A availiação que farei não é se prejudicaria a presidência ou não, mas se é necessário [abrir a CPI]. Isso será avaliado à luz desses critérios. Mas não há prazo, vamos avaliar o andamento.”

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