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POLÍTICA NACIONAL

Covas não se licenciará da prefeitura durante tratamento contra câncer

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Prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB)
Rovena Rosa/Agência Brasil

Prefeito de São Paulo Bruno Covas (PSDB)

A equipe médica do prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB) , informou em coletiva de imprensa nesta quinta-feira (18) que o político não irá se afastar do cargo durante o tratamento de quimioterapia, iniciado na última quarta (17).

Covas está internado no hospital Sírio Libanes desde a última terça (16), quando passou por exames de controle, quando se constatou um novo nódulo no fígado. Segundo os médicos, o nódulo encontrado tem poucos milímetros, sendo bem menor do que o encontrado no órgão, em 2019.

“Observou-se o surgimento de um pequeno nódulo hepático, o que nos sugere que de alguma forma a doença tenha conseguido ganhar terreno apesar da imunoterapia”, afirma o oncologista Artur Katz.

Por conta da decretação do nódulo, o tratamento do prefeito será reajustado. 

A imunoterapia que estava sendo feita será interrompida, e será iniciado um processo de quimioterapia , com 4 sessões de 48 horas, com intervalos de 14 dias entre cada um.

 “O prefeito confirma que não vai se afastar, que vai continuar trabalhando. Ele está trabalhando. Se surgir um fato novo, alguma consequência da quimioterapia, isso será discutido em outro momento. Agora, ele continua trabalhando, continua despachando normalmente”, disse o infectologista David Uip , que trabalhou no Comitê de contingenciamento da Covid-19 em São Paulo, e acompanha Covas.

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POLÍTICA NACIONAL

Políticos aliados reagem à decisão de Fachin sobre Lula; confira

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Alguns nomes da política comentaram sobre a decisão do ministro Fachin sobre a anulação das condenações de Lula
Montagem iG / Wikimedia Commons

Alguns nomes da política comentaram sobre a decisão do ministro Fachin sobre a anulação das condenações de Lula

Nesta segunda-feira (08), alguns nomes da política aliados ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) se pronunciaram sobre a decisão tomada pelo ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), na tarde de hoje. Fachin anulou todas as condenações de  Lula  no âmbito da Operação Lava Jato, o tornando elegível para participar de eleições para cargos públicos .

Eduardo Suplicy (PT-SP), vereador por São Paulo, publicou em seu perfil nas redes sociais que está “muito feliz” com a decisão do ministro, já que “restabelece o caminho saudável da democracia no Brasil!”. Na mesma publicação, Suplicy adicionou uma foto, na qual beija a cabeça de Lula e possui os escritos “Lula livre”.






A deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ) parabenizou Fachin pela decisão, dizendo que a posição já era defendida por vários juristas e desembargadores, defendendo a suspeição do ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do Brasil Sergio Moro. “Lula foi preso injustamente e agora retoma direitos políticos. Que venha a suspeição de Moro!”.

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Guilherme Boulos (PSOL), que foi candidato à Presidência da República e à Prefeitura de São Paulo, disse que a democracia “ganha” e também mencionou a suspeição de Moro. Não podemos esquecer: Lula sofreu arbitrariedades e passou 580 dias preso. “O STF acaba de anular as condenações, mas não terminou seu julgamento sobre a suspeição de Moro. A anulação dos processos não pode ser a salvação de quem fez política de toga!”, escreveu.





*Esta matéria está em atualização

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POLÍTICA NACIONAL

Lula elegível: PGR irá recorrer da decisão de Fachin que anulou condenação

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Ex-presidente Lula (PT) foi favorecido em decisão do ministro Edson Fachin
Lula Marques/Agência PT

Ex-presidente Lula (PT) foi favorecido em decisão do ministro Edson Fachin

A Procuradoria-Geral da República ( PGR ), comandada por Augusto Aras, irá recorrer da decisão do ministro do Supremo Tribunal Federal ( STF ), Edson Fachin, que a nulou as condenações de Lula (PT) na Operação Lava Jato . As informações são da Crusoé.

Com o recurso, a decisão monocrática do ministro Fachin , faz com que o caso seja submetido ao plenário do judiciário, formado pelos 11 magistrados.

Na decisão desta segunda-feira (8), Fachin considerou que a 13ª Vara Federal de Curitiba, comandada pelo juiz Sergio Moro , não tinha competência para julgar casos do ex-presidente Lula , que dessa forma, estabelece direitos políticos, e se torna elegível para disputar as próximas eleições.

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