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(Cancelada) SUGESTÃO DE PAUTA – Pinheiro entrega espaço de lazer no Jardim Industriário

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Luiz Alves

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O prefeito Emanuel Pinheiro entrega nesta terça-feira (16), às 17h, a Praça Maria das Dores Moura, no bairro Jardim Industriário, região Sul de Cuiabá. O novo espaço de lazer foi construído em uma área localizada entre a Avenida A e a Rua 38. Por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), não haverá cerimônia de inauguração.

No local, foram executados os trabalhos de limpeza completa do terreno, instalação de iluminação de LED, construção de pista de caminhada, jardinagem e paisagismo, além da colocação de bancos e lixeiras. Seguindo todas as normas de acessibilidade, a praça conta ainda com academia ao ar livre, playground e uma quadra poliesportiva.  

A praça leva o nome de Maria das Dores Moura, que era moradora tradicional da comunidade. Dona Dorinha, como era carinhosamente chamada, residiu no bairro de 1993 a 2018, quando faleceu. Dorinha era costureira e costumava parar sua produção profissional por cerca de três meses antes do Dia de Nossa Senhora Aparecida (Dia das Crianças), para se dedicar ao lado social.

Utilizando dos tecidos que sobravam de sua produção, a Dorinha se dedicava a costurar roupas para distribuir às crianças da comunidade no dia 12 de outubro.

SERVIÇO

Assunto: Entrega de novo espaço de lazer

Local: Jardim Industriário

Horário: 17h

Data: 16 de fevereiro, terça-feira

*A atividade foi cancelada na tarde desta terça-feira (16)

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Projeto abre inscrições para capacitar empreendedoras negras de Cuiabá

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Estão abertas as inscrições gratuitas do projeto “Potências Negras de Cuiabá: estratégias femininas – Passado e Presente”, financiado pela Lei Aldir Blanc, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, Esporte e Lazer. Serão seis encontros, com palestras, debates e oficinas, entre os dias 08 e 13 de março, sempre às 19h e de maneira virtual para ensinar mulheres a atuarem e administrarem seus negócios. O público alvo são mulheres negras, empreendedoras, atuantes na sociedade cuiabana, que tiveram e têm dificuldades em gerir os seus negócios neste cenário de pandemia da Covid-19.

Esta é uma ação cultural que busca, por meio do resgate das heranças culturais e históricas deixadas pelas pretas quituteiras e proprietárias das tabernas do centro histórico de Cuiabá (MT), fortalecer e reestruturar as redes culturais e produtivas das empreendedoras negras no presente.

E dentre elas existe a historiadora e economista, Evanilda Maria Ramos dos Santos, a “Tina”, uma das palestrantes, que também será homenageada pelo importante trabalho de educação financeira que desenvolve nas periferias de Cuiabá e Várzea Grande, para promover a independência de mulheres.

Tina é do Fórum Estadual de Mulheres Negras, com sede em Cuiabá, e a partir do projeto de educação financeira ela começou a criar parcerias, sem qualquer repasse de dinheiro, e conseguiu uma estrutura de psicóloga, fisioterapeuta e nutricionista, para mulheres, principalmente aquelas que são vítimas de violência. Tudo isso na área de sua casa, pois não havia outro lugar, fornecendo até alimentação com produtos da horta criada no local.

“O Potências Negras é um projeto pensado para apresentar e trazer visibilidade social ao empreendedorismo das mulheres negras que valorizam os saberes ancestrais, bem como estratégias desses saberes na gestão cultural de seus negócios. Promovendo independência, valorização de autoestima, geração de emprego e renda, e, sobretudo, em um movimento cultural antirracista”, destaca a historiadora, mediadora e produtora do projeto, Silviane Ramos.

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Silviane é mestre em História, pela Universidade Federal de Mato Grosso, e doutora em Sociologia, pela Universidade Federal de São Carlos. Também é ativista das mulheres negras e empreendedoras culturais, sendo a primeira mulher a empreender um quilombo urbano na capital mato-grossense.

Foi conselheira Nacional do Patrimônio Imaterial e tem longa carreira no que tange a preservação das festas de santos e outros desdobramentos do patrimônio imaterial. Fez diversos cursos no âmbito da cultura, sobretudo quilombola e é militante fundadora de diversas entidades estaduais acerca das manifestações negras como: Fórum Estadual de Mulheres Negras, Coletivo Herdeiras do Quariterê e Coletivo Maria Taquara.

Além de Silviane, Tina e da proponente do projeto Potências Negras de Cuiabá, Letícia Oliveira, os encontros serão fomentados por um grupo de mulheres de grande representatividade, entre historiadoras, educadoras e cientistas sociais, bem como advogada, economista e ilustradora.

PROGRAMAÇÃO

A mediação das oficinas será feita pela proponente Letícia Oliveira, mestre em História Social pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2020), e que atua como produtora de ações culturais junto com a população negra e quilombola do Estado de Mato Grosso. Centra seus estudos e projetos, especialmente, nas manifestações culturais e religiosas afro-brasileiras, patrimônio e memória da diáspora africana.

O projeto começa no Dia Internacional da Mulher (08.03), com o tema “Os sentidos femininos de empreender”, onde as historiadoras Silviane Ramos e Joana Oliveira vão debater “Quem empreende cultura ancestral?”.

O segundo encontro (09.03) traz “Evidências e heranças no centro histórico de Cuiabá”. Com a palestra: “O que ensinam nossas ancestrais? Mulheres negras e atuantes na sociedade cuiabana dos séculos passados”, por Silviane Ramos e a ilustradora e historiadora, Cristina Soares.

Na quarta-feira (10.03) é a vez da assistente social, Elis Regina Prates, e da Tina com o tema “Aprendendo como as nossas ancestrais”, e mediação por Silviane Ramos. Também haverá um ciclo de oficinas ensinando mulheres a atuarem e administrarem em seus negócios.

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No dia 11 de março, o encontro traz o tema “Apropriando-se das estratégias negras”, com um ciclo de oficinas ensinando mulheres a atuarem e administrarem em seus negócios, pela advogada Naryanne Ramos e a historiadora Silviane Ramos.

“Você mulher negra, você mulher potência, venha participar desta roda de conversa e importante debate para o empreendedorismo e a valorização ancestral”, convida Letícia Oliveira.

SERVIÇO

As inscrições são gratuitas, destinadas aos interessados com idade a partir dos 18 anos, e devem ser feitas pelo e-mail [email protected]. Os encontros acontecerão de forma virtual, com transmissão ao vivo pela página do Facebook, “Potências Negras de Cuiabá”, sempre às 19h.

Ao final, quem concluir com 75% de presença, ganhará o certificado de seis horas, que será enviado de forma digital, por e-mail. Mais informações pelo Instagram @potencias_negras_de_cuiaba.

*Com informações da assessoria

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Primeira-dama destaca ações do espaço de acolhimento às mulheres instalado no HMC

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Luiz Alves

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A Prefeitura de Cuiabá oferece um serviço voltado de forma exclusiva às mulheres vítimas de violência doméstica e que funciona 24 horas. O Espaço de Acolhimento criado nas dependências do Hospital Municipal de Cuiabá Leony Palma de Carvalho, o HMC e funciona no sistema porta aberta, onde a mulher pode buscar ajuda a qualquer hora. Cuiabá é a pioneira pela iniciativa em abrigar um centro de atendimento especializado dentro de um hospital público, sendo o mesmo um pedido pessoal da ativista Maria da Penha, durante visita a capital.  Desde sua implantação – em julho de 2020 – já atendeu a cerca de 200 mulheres.

O local que está sob a responsabilidade da Secretaria Municipal da Mulher tem o apoio incondicional da primeira-dama Márcia Pinheiro,  que defende e formata ações na luta contra a violência doméstica e, consequente, redução dos casos de feminicídios na capital.

“A gestão Emanuel Pinheiro tem como pauta a humanização, o que significa a oferta de atendimentos de qualidade à população, em especial aos que encontram-se em situação de vulnerabilidade social. A criação desse espaço é a concretização de mais um sonho e que hoje já se tornou referência nacional sendo reconhecido pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos. Estamos cada vez mais satisfeitos com o sucesso que vem sendo alcançado por esse espaço. Mais e mais mulheres atendidas tendo a esperança de uma nova vida recebendo todo suporte nesse momento de tanto sofrimento”, disse a primeira-dama Márcia Pinheiro.

Na unidade de acolhimento, a vítima recebe suporte de uma equipe multidisciplinar formada por psicólogos, assistentes sociais e apoio jurídico, num espaço especialmente preparado com sala de acolhimento infantil, sala de aconchego, sala para atendimento médico, além de recepção e banheiros.

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Ao chegar no espaço, a vítima passa pelo acolhimento psicossocial, onde é recebida pela assistente social e psicóloga para um primeiro bate papo para conhecimento do caso. Feito isso, mediante interesse pelo serviço dispensado pela Prefeitura, serão realizados encontros semanais, sendo uma vez por semana, para o tratamento com o especialista para amenizar os traumas e avançar no seu resgate emocional. “Essa é uma receita que está dando certo. Muitas das assistidas que já estão passando pelo tratamento estão muito satisfeitas e bem mais felizes. A maioria conta que não sabe como viver sem esse apoio ofertado pelo espaço”, disse a coordenadora do Espaço de Acolhimento, Thayssa Ferraz.

Além da procura espontânea, as mulheres atendidas por meio da urgência e emergência também são informadas sobre o serviço especializado.

“De julho até agora uma média de 200 mulheres foram acolhidas e esse número deve aumentar, pois estão sendo realizadas capacitações nas unidades básicas de saúde de forma a estreitar as informações e atender essas pessoas que passam pela rede”, complementou a coordenadora.

A secretária municipal da mulher, Luciana Zamproni lembra que, a mulher cuiabana recebe num único lugar apoio jurídico, psicológico e de assistência social. “E estamos trabalhando para ampliar ainda mais esse atendimento. Além do apoio psicológico vamos buscar meios juntamente com a Secretaria de Trabalho para facilitar o acesso dessa mulher ao mercado trabalho. Não podemos parar. Muitas mulheres precisam desse apoio e é o que temos. Um espaço com ferramentas capazes de coibir como também prevenir a violência doméstica e familiar contra a mulher”, pontuou a secretária.

“Percebemos que a violência doméstica, não distingue classe social, etnia, religião, orientação sexual, idade ou grau de escolaridade. Por mais que por muitos anos tenha sido considerado como tabu, é urgente que falemos sobre ela”, concluiu Zamproni.

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O Espaço de Acolhimento fica na Rua Orivaldo de Souza, 40 – Ribeirão do Lipa, Cuiabá – MT. O telefone para informações e agendamentos é o 65- 3318-4818. 

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