conecte-se conosco


POLÍTICA NACIONAL

Câmara vota se mantém ou derruba prisão de Daniel Silveira nesta sexta-feira

Publicado


source
Deputado Daniel Silveira (PSL-RJ)
Câmara dos Deputados

Deputado Daniel Silveira (PSL-RJ)

A sessão que decidirá se a prisão do deputado Daniel Silveira (PSL-RJ) será mantida ou derrubada foi marcada para esta sexta-feira (19), às 17h, pela Câmara dos Deputados. A decisão foi tomada nesta quinta (18), durante reunião de líderes partidários, e comunicada pela assessoria do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). As informações são do portal  G1 .

Silveira participou de audiência de custódia nesta quinta e o juiz Airton Vieira, auxiliar do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), decidiu manter a prisão do deputado .

Constituição

A prisão de Silveira foi decretada nesta terça (16) por Moraes e referendada por unanimidade pelo plenário do tribunal na quarta. Além disso, ontem o deputado também foi denunciado pela Procuradoria Geral da República (PGR) .

Daniel Silveira foi preso após gravar um vídeo fazendo apologia ao Ato Institucional 5 (AI-5) e discurso de ódio contra os ministros do STF. De acordo com a Constituição, a prisão em flagrante do deputado no exercício do mandato deve ser submetida ao plenário da Casa legislativa em que ele atua. Cabe ao plenário manter ou derrubar a prisão.

Segundo o G1 , os relatos de deputados que participaram da reunião nesta quinta afirmaram que a maioria dos deputados deve votar a favor da manutenção da prisão de Silveira. São necessários os votos de 257 deputados (maioria absoluta da composição da Câmara), em votação nominal e aberta. Além disso, nesta quarta (17), a Mesa Diretora anunciou a reativação do Conselho de Ética e encaminhou uma representação por quebra de decoro parlamentar contra Silveira , podendo levar à cassação do deputado.

Leia mais:  Sob comando de Arthur Lira, centrão busca afrouxar regras eleitorais e políticas

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA NACIONAL

Rodrigo Pacheco é contra CPI para avaliar atuação do governo federal na pandemia

Publicado


source
Rodrigo Pacheco, presidente do Senado
Reprodução

Rodrigo Pacheco, presidente do Senado

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), falou sobre o pedido de parlamentares para a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a atuação de Bolsonaro e do ministério da Saúde no combate à pandemia . Segundo ele, este não e o foco da Casa no momento, pois seria “contraproducente”.

“Eu, como parlamentar, assinei uma única CPI, que foi a Comissão Parlamentar de Inquérito sobre a tragédia de Brumadinho. A CPI ao longo dos anos foi desvirtuada. Não podemos transferir para uma CPI a apuração principal de fatos de responsabilidade criminal. Para isso, há órgãos como o Ministério Público, o Judiciário, a Controladoria Geral da União e outros órgãos que podem apurar”, disse, no Roda Viva desta segunda-feira (1).

Segundo Pacheco, as pautas prioritárias para o Senado nesse momento são a volta do auxílio emergencial e o avanço do programa de imunização nacional.

“Quando você fala a respeito da pandemia, o que temos que ter neste momento é o equilíbrio de entender que ações efetivas podem ser tomadas independentemente das CPIs”, afirmou o presidente do Senado.

“A availiação que farei não é se prejudicaria a presidência ou não, mas se é necessário [abrir a CPI]. Isso será avaliado à luz desses critérios. Mas não há prazo, vamos avaliar o andamento.”

Comentários Facebook
Leia mais:  Presidenciáveis, Huck, Manuela e Marina criticam Bolsonaro em Fórum Mundial
Continue lendo

POLÍTICA NACIONAL

Mourão reage sobre suposto atrito com Bolsonaro: “nunca brigamos, p*rra”

Publicado


source
Vice-presidente General Mourão
Agência Brasil

Vice-presidente General Mourão

O vice-presidente Hamilton Mourão (PRTB) negou nesta segunda-feira (1) que tenha se desentendido com  o presidente Jair Bolsonaro. Os dois políticos se encontraram em uma reunião realizada no Palácio do Planalto, em Brasília.

“Nós nunca brigamos, porra”, respondeu Mourão, aos risos, quando questionaod por um jornalista.

Apesar de negar qualquer indisposição com Bolsonaro , o general foi excluído da reunião entre ministros no início de fevereiro, e durante eventos públicos, presidente e vice não apareciam juntos.

O próprio Mourão chegou a dizer que sentia falta de dialogar com o chefe do executivo em entrevista dada no final de janeiro:  

“Não há conversas seguidas entre nós. As conversas são bem esporádicas. Faz falta até para eu entender em determinados momentos o que eu preciso fazer”, disse.

Contudo, pelo menos publicamente, os governistas parecem ter se acertado. “Virou a página”, declarou Mourão.

Comentários Facebook
Leia mais:  Governador da Paraíba desmente Bolsonaro e o acusa de "distorcer valores"
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana