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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro tenta encontrar vice ideal para 2022; Tarcísio Freitas é favorito

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Tarcísio Freitas é o atual ministro da infraestrutura e favorito para ser vice da chapa de Bolsonaro em 2022
Clauber Cleber Caetano/PR

Tarcísio Freitas é o atual ministro da infraestrutura e favorito para ser vice da chapa de Bolsonaro em 2022

O ministro da infraestrutura, Tarcísio Freitas , é o favorito para ser o vice de Jair Bolsonaro nas eleições de 2022 . Em conversa com aliados, Bolsonaro afirmou que não pode errar novamente na escolha de seu companheiro e os ideais do ministro conta a favor. 

O atual vice-presidente, Hamilton Mourão (PRTB) , foi descartado, o que aumentou as desavenças entre ele e Bolsonaro . Na última semana, Mourão deixou de ser convidado para a reunião ministerial . A relação também foi prejudicada após vazamento de mensagens em que um assessor do vice teria articulado o impeachment do chefe do Palácio do Planalto .

Na visão de Bolsonaro, o candidato para compor sua chapa para reeleição não deve ter exercido mandato parlamentar ou ter influências políticas no Congresso Nacional. O requisito mínimo é motivado pelos mais de 60 pedidos de destituição de Bolsonaro no legislativo. Na visão do presidente, um companheiro sem apoio dos parlamentares pode travar o avanço do processo de impeachment.

A discrição e a confiança em Freitas também são fatores que enchem os olhos de Bolsonaro para colocá-lo na chapa nas próximas eleições. Nos bastidores do Planalto, Tarcísio Freitas é visto como bom ministro e um candidato que não irá interferir na imagem de Jair Bolsonaro, principalmente em entrevistas para a imprensa.

O medo de Bolsonaro é que o filme com Mourão seja repetido em caso de reeleição. Mesmo sendo última opção em 2018, o atual vice-presidente roubou a cena ao dar entrevistas para jornalistas na porta do Palácio do Jaburu, o que incomoda a comitiva do Planalto.

Troca de farpas

A troca de farpas entre Bolsonaro e Mourão ganhou novo capítulo na última sexta-feira (12). O vice afirmou, em entrevista, que Jair Bolsonaro “vai tomar pau” com ou sem auxílio emergencial . Semanas antes, Bolsonaro afirmou que se o vice quisesse indicar ministérios “se candidate em 2022”.

Com a exclusão mais evidente, Hamilton Mourão disse que faltava diálogo entre ele o presidente da república e sentia falta de sua participação no Governo Federal .

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro questiona uso de máscaras: “a gente aguarda estudo mais aprofundado”

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante live nesta quinta (25)
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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido) durante live nesta quinta (25)

O presidente Jair Bolsonaro  (sem partido)  durante transmissão ao vivo pelas redes sociais nesta quinta-feira (25)  citou um suposto estudo de “uma universidade alemã” para questionar o uso de máscaras como prevenção contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

“Começa a aparecer estudos sobre o uso de máscaras. Uma universidade alemã fala que elas são prejudiciais a crianças. E levam em conta vários itens como irritabilidade, dor de cabeça, dificuldade de percepção de felicidade”, afirma Bolsonaro.

Com o plano nacional de vacinação andando de forma lenta, especialistas apontam o uso de máscaras como uma das mais importantes medidas de prevenção contra a Covid-19 . A OMS comprovou eficácia e indica o uso das pessoas quando estiverem em espaço público.

“Não vou entrar em detalhes, porque tudo deságua em críticas em mim. Eu tenho a minha opinião sobre máscaras, que cada um tenha a sua. Mas a gente aguarda um estudo mais aprofundado sobre isso por parte de pessoas competentes”, diz.

Nesta quinta (25), o Brasil registrou 1.541 novos óbitos em decorrência do vírus, um dia depois do país passar dos 250 mil mortes, em um momento da pandemia onde diversos estados estão prestes a entrar em colapso no sistema de saúde.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro diz não ter “nada a ver” com “PEC da impunidade”

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Bolsonaro na live desta quinta (25)
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Bolsonaro na live desta quinta (25)

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira, em transmissão ao vivo pela internet, que não tem “nada a ver” com a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da imunidade parlamentar , que blinda deputados e senadores e ficou conhecida como “PEC da Impunidade”. 

Em referência à tramitação da proposta, que se encerra no Legislativo, Bolsonaro disse que sequer pode vetar a alteração na Constituição e não tem conhecimento sobre o texto, reclamando que já é alvo de crítica por conta do projeto.

Parlamentares só podem ser presos em flagrante e por crimes inafiançáveis. A PEC esclarece que os crimes inafiançáveis ​​seriam apenas os citados expressamente na Constituição. Depois de diversas reações, a redação foi alterada para incluir todos os crimes inafiançáveis ​​”na forma da lei”, o que permite interpretação mais ampla.

Para conseguir maioria folgada – são 308 votos para a aprovação -, a relatora do texto, Margarete Coelho (PP-PI), fez diversas mudanças de última hora nesta quinta. Em parecer protocolado nesta tarde, a deputada reduziu a quantidade de pontos polêmicos.

“Agora tem um PEC que está começando a tramitar no Congresso, o pessoal já tá me criticando. PEC, Proposta de Emenda à Constituição, eu posso apresentar como presidente da República, mas essa PEC é lá do Legislativo. E eu não tenho qualquer participação sobre ela (…) Eu não posso sequer vetar. E o pessoal não gostou de alguns artigos dessa PEC, começa a atirar em mim”, disse Bolsonaro , na live.

Neste momento, alguém que estava fora do quadro na transmissão comentou que o texto já foi alterado e está “melhorado”. O presidente então disse que não tem conhecimento da PEC e citou pelo menos 30 mil projetos que tramitam no Congresso para dizer que não tem “como saber de tudo o que acontece lá”.

“E, obviamente, essa PEC, uma vez tramitando, ela tem a ver com a imunidade parlamentar, não tem nada a ver comigo, como chefe do Executivo. Daí o pessoal começa já a tirar, falar que eu vou ter proveito próprio, uma família vai ter proveito próprio em cima disso. São críticas que realmente deixam a gente chateado, dada a ignorância de quem critica sem saber o que está falando”, continuou.

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