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Banda Caixa de Brinquedos comanda folia para crianças de todas as idades em drive-in cultural

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Foto: DIVULGAÇÃO / ASSESSORIA

Mamãe eu quero, mamãe eu quero, mamãe eu quero drive-in de marchinhas para as crianças de todas as idades no estacionamento do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros. A folia com a banda Caixa de Brinquedos no palco e os foliões dentro do carro será nesta sexta-feira (19), às 19h, e a entrada é solidária: dois quilos de alimentos não perecíveis por veículo. Para os pequeninos, serão distribuídos pipoca e brigadeiro.

Esta edição do Drive-in Cultural, iniciativa da Assembleia Social da ALMT – gestora do Teatro Zulmira Canavarros, busca oferecer uma opção segura para quem quer curtir um pouquinho do Carnaval e levar a criançada. “Buscamos alternativas para oferecer cultura mato-grossense e ainda evitar o contágio. Nosso principal público nesta ação é o infantil, pois sabemos como é difícil para os pequenos ficar isolados e o como está sendo desafiador para os pais”, contextualiza a diretora da Assembleia Social, Daniella Paula Oliveira.

A banda Caixa de Brinquedos selecionou “o melhor dos carnavais antigos” para permitir às “crianças mais velhas” matar saudades de marchinhas e músicas de blocos carnavalescos e permitir à nova geração “vivenciar esta experiência”, contou Leleco, o viajante do tempo (às vezes, chamado de Bruno Lucialdo).

Além de Leleco, comandando o baixo, a banda é composta pelo Barba Negra, o bateirista pirata (Anderson Patrick) e Dedê, o guitarrista mágico – mas tem gente que teima em chamá-lo de Braythiner Guimarães.

Não terá, neste show Carnaval da Caixa, trenzinho, como medida de distanciamento social, mas terá muita cantoria e interação, por meio de buzinas e sinais de luz. Quem quiser pode levar serpentina, glitter e muita alegria para foliar dentro do carro.

No repertório tem “Mamãe eu quero”, “Doutor, eu não me engano”, “Coração de Jacaré”, “Cidade Maravilhosa”, “Me dá um dinheiro aí” e muito mais. A plateia pode curtir o show pela sonorização local, com as janelas dos carros abertas, ou pelos autofalantes do carro, por meio de uma sintonia de rádio informada na hora.

O piso superior do estacionamento do Teatro Zulmira Canavarros comporta 89 veículos e o posicionamento respeita ordem de chegada. Os alimentos arrecadados serão repassados a instituições filantrópicas atendidas pela Assembleia Social. Mais informações, pelo telefone (65) 3313-6994, entre 8h e 14h (exceto na quarta-feira, que o expediente da ALMT será no período vespertino).

SERVIÇO

Drive-in Cultural de Carnaval, com banda Caixa de Brinquedos

Data: 19/02, às 19h

Local: estacionamento do Teatro do Cerrado Zulmira Canavarros

Formato: Artistas no palco e plateia nos carros

Ingresso social: 2kg de alimentos não perecíveis por carro

Informações: (65) 3313-6994

Fonte: ALMT

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Empresas que descumprirem medidas de enfrentamento à pandemia poderão ser cassadas em MT

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O Projeto de lei nº 146/2021 estabelece cassação da inscrição estadual de empresas que descumprirem as medidas sanitárias de enfrentamento à pandemia do coronavírus (Covid-19) em Mato Grosso. O empresário deve continuar exigindo o uso de máscara de proteção individual dentro do estabelecimento comercial e evitar aglomerações.

Para o deputado estadual Dr. Gimenez (PV), o Brasil vive um momento delicado com mais de 1,5 mil mortes em 24 horas, na última semana de fevereiro, atingiu a marca de 250 mil mortes. Em Mato Grosso, a situação também é alarmante, com cerca de 5 mil mortes, uma média diária de 40, e a taxa de ocupação de 70% das UTIs adulto.

“É importantíssimo que todos colaborem, não é um momento de relaxar as regras de proteção. Nossa proposta é fazer um esforço conjunto entre estado e municípios para intensificar a fiscalização e o cumprimento das medidas em todas as atividades. Temos que valorizar a economia e também as vidas, para que não sejamos surpreendidos com um novo fechamento do comércio”.

O dispositivo considera ato lesivo ao enfrentamento da emergência de saúde pública toda ação ou omissão, voluntária ou não, que viole protocolos e normas que se destinem à promoção, preservação e recuperação da saúde no combate da pandemia, o que compreende fiscalizar a utilização da máscara, do distanciamento entre as pessoas e a não aglomeração.

Além disso, as empresas precisam disponibilizar álcool gel 70% para uso próprio dos funcionários e dos consumidores em todas unidades comerciais; auxiliar na organização das filas dentro e/ou fora do estabelecimento, garantindo o distanciamento mínimo de 1,5 metro entre as pessoas; e cumprir rigorosamente o comunicado de isolamento domiciliar determinado por profissional de saúde.

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“Só teremos a dispensa no uso da máscara para crianças com menos de 3 anos de idade, bem como no caso de pessoas com transtorno do espectro autista, com deficiência intelectual, com deficiências sensoriais ou com quaisquer outras deficiências que as impeçam de fazer o uso adequado, conforme declaração médica que poderá ser obtida e apresentada por meio digital”.

O parlamentar acrescenta que diversos municípios voltaram a estar na lista de alerta máximo para a proliferação doença e retomaram o toque de recolher no período noturno. “Infelizmente temos acompanhado muitos estabelecimentos insistindo em desrespeitar as determinações do poder público, causando aglomerações e certamente colaborando com a disseminação desta nefasta doença que nos aflige”.

Fonte: ALMT

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Faissal tenta barrar aumento de 14% nas contas de energia

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Foto: Carol Coutinho / Assessoria de Gabinete

O deputado estadual Faissal Calil (PV) foi até a sede da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), em Brasília, protocolar um ofício, nesta quinta feira (25), para tentar sensibilizar a diretoria colegiada da entidade a não conceder o reajuste previsto para abril nas contas de energia no estado. Segundo estudos feitos por especialistas, o aumento previsto será na faixa de 14%, índice que preocupa o parlamentar, que justifica a não necessidade de mudança na tarifa neste momento.

Faissal apontou que a Energisa, concessionária que opera a distribuição de energia elétrica em Mato Grosso, teve um lucro de R$ 921,7 milhões, anunciado no terceiro trimestre de 2020. O deputado lembrou ainda que o estado é um dos que mais produz energia no país e tem apenas 1,4 milhão de unidades consumidoras.

“Nossa tarifa é uma das mais caras do Brasil, o que afeta diretamente o bolso e a mesa dos nossos cidadãos. Milhares de consumidores deixam de adquirir medicamentos, alimentos e outros itens básicos de necessidade para poder pagar as altas contas de energia elétrica cobradas em Mato Grosso. Por outro lado, a Energisa teve lucro recorde no ano passado, em detrimento de gente que passa fome ou não compra um remédio pra pagar as contas em dia e não ter a luz cortada”, afirmou Faissal.

Para o deputado, o aumento é prejudicial não só aos consumidores residenciais, mas também em relação às empresas, que para poderem pagar as altas contas de energia elétrica deixam de investir em expansão e até mesmo na contratação de novos funcionários, criando um gargalo no desenvolvimento de seus negócios e, consequentemente, no crescimento do estado como um todo.

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“Embora esteja previsto em contrato, é extremamente necessário que a Aneel se empenhe para minimizar estes possíveis aumentos para os consumidores de Mato Grosso.  Entendemos ser necessário este alerta junto a diretoria colegiada da agência, principalmente neste momento tão crítico que estamos vivendo, com o enfrentamento a uma Pandemia gravíssima que tem impactado severamente em nossa saúde e nossa economia, com aumento no desemprego de uma forma geral”, explicou. 

Faissal lembrou ainda que Mato Grosso é autossuficiente em geração de energia elétrica, com um total de 215 empreendimentos em operação atualmente, com capacidade de geração de pouco mais de 3 milhões kW de potência. Nos próximos anos esse total será acrescido de cerca de 800 mil kW, proveniente de outras oito usinas que estão em construção, além de outras 22 que serão iniciadas em breve.

“Entendemos que, por conta disso, os consumidores de Mato Grosso não devem ser submetidos ao pagamento relativo, por exemplo, às bandeiras tarifárias. Outro ponto chave que deve ser feito é o incentivo a produção de energia de matrizes limpas, como a eólica e a solar. Além disso, é importante diminuir a contratação de energia elétrica de fontes como usinas térmicas, que tem um custo maior”, concluiu.

Fonte: ALMT

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