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Victor Belfort relembra irmã, desaparecida há 17 anos: “Volta, Priscila”

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Victor Belford e Joana Prado com os filhos
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Victor Belford e Joana Prado com os filhos

Victor Belfort postou um vídeo emocionado em seu Instagram falando sobre a irmã, Priscila Belfort, que desapareceu há 17 anos, no dia 9 de janeiro de 2004, no Centro do Rio, após ter sido deixada pela mãe em seu trabalho. Ao lado da mulher, Joana Prado, e dos três filhos do casal, David, Victoria e Kyara, ele falou sobre a dor dos parentes e amigos de pessoas desaparecidas e fez um apelo: “Volta, Priscila”.

“Há 17 anos, minha mãe, Jovita, deixou minha irmã no trabalho e, desde então, ela está desaparecida. No Brasil cerca de 80 mil pessoas desaparecem por ano e metade são crianças e adolescentes. Convido todos vocês a virem lutar esta luta comigo, minha família e todas as famílias afetadas por este mal, agradecemos”, escreveu ele.

“Esta mensagem é para todos os gurus da tecnologia por aí: temos que criar maneiras para que possamos diminuir esse número e acabar com a indústria do tráfico sexual / indústria do tráfico humano / adoções ilegais e tráfico de órgãos”,disse ele.

Victor ainda lembrou que nunca conseguiu dar o último beijo, abraço ou adeus a Priscila. Joana reassaltou que onde Priscila desapareceu, diariamente somem 10 pessoas por dia. Emocionado, o ex-atleta ainda pediu que os filhos mandassem um recado para a tia. “Queria muito conversar com você”, disse Kyara, de 11 anos. “Eu queria muito te dar um abraço”, falou Victoria, de 13. Já David, de 15, afirmou que gostaria que a tia pudesse ver seus jogos – ele é jogador de futebol americano.

Após ser deixada por Jovita Belfort na Secretaria Municipal de Esportes e Lazer, no Centro do Rio, Priscila saiu para almoçar e nunca mais foi vista. Nunca houve um pedido de resgaste e desde então Victor e Priscila usam sua visibilidade na mídia para divulgar o caso e conscientizar o público sobre o desaparecimento de pessoas.

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Veja o vídeo:

Fonte: IG GENTE

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ENTRETENIMENTO

Ex que acusou Nego do Borel de enforcá-la revela outra agressão: “Me socou”

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Nego do Borel e sua ex
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Nego do Borel e sua ex, Swellen Sauer

Ex-namorada de Nego do Borel  e também assessora de imprensa do artista, durante o início de sua carreira, Swellen Sauer usou as redes sociais para relatar um episódio de agressão envolvendo o cantor.

Ela alega que, em uma ocasião, Nego teria desferido um soco em “sua costela” numa boate, à época em que namoravam. Há alguns anos, ela já havia afirmado que o artista teria tentado “enforcá-la” com um carregador de celular.

“Passei por situações constrangedoras! Uma vez ele deu um soco na minha costela dentro de uma boate na Barra da Tijuca, onde eu tinha ido para uma gravação do clipe do Mc Tikão, que eu também assessorava”, diz ela, num trecho do texto publicado em sua conta nas redes sociais.

A história veio à tona em meio à polêmica envolvendo Nego e Duda Reis, ex-noiva do artista , que registrou um boletim de ocorrência na polícia de São Paulo, acusando-o de lesão corporal, estupro de vulnerável, ameaça e injúria. Na última sexta-feira, a Justiça concedeu o pedido de medidas protetivas à Duda contra o cantor.

Assim como Duda relatou recentemente, a ex-assessora do cantor também o acusou de tê-la traído no período em que ficaram juntos. Reitera, porém, que se sentia “dependente” do relacionamento, à época.

“Me sentia dependente daquela relação por muitos motivos. Eu amava a família dele, meus pais moravam em outra cidade e eu me sentia acolhida no lar dele. Subia o morro feliz! Passei por tudo o que todas passaram, mas sem o glamour que elas usufruíram. Desde o dia em que aceitei namorar com ele, no dia da morte do MC Daleste, eu já sabia como seria o final”, critica ela, que complementa:

“Ele sempre foi muito egoísta, usava as pessoas. Todas! Mas eu minimizava tudo! Tratava mal a mãe, produtores, dj, empresário e, claro, a mim! Por incrível que pareça, acho que eu era a menos esculachada dessas pessoas que citei. Que triste!”

Swellen fala ainda de episódios como quando ele criticava sua aparência ou outra situação em que precisou assumir o volante numa via da Barra da Tijuca porque, segundo ela, ele guiava o veículo na ocasião sem ter carteira de habilitação.”Ele quebrava coisas quando ficava nervoso. Isso não era só comigo, mas com a mãe também. Quando terminamos, ele me ligava para falar mal da amante que tinha virado oficial. Ele fez a versão de ‘Que saudade da minha ex’ para ‘Que se fod# minha ex’, e a amante debochava muito da minha cara”.

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Atualmente, a assessora, que, em 2015 lançou o livro “Nasci para ser traída”, onde narra os episódios do relacionamento com Nego, diz que fala com o cantor. Ambos têm uma relação de respeito. Diferente do passado, quando diz ter precisado fazer uso de medicamento para dormir. Swellen termina o desabafo pedindo que Nego se desculpe:

Você viu?

“Leno, peça desculpas! Comece pela sua mãe, tia, avó…depois pela Alana, por mim, a amante, Julia e, por último, a essa menina que você conheceu tão novinha, mas que, como muitas de nós, precisou aprender cedo que a vida não é um morango com mel. Eu te respeito! Não desejo mal, como nunca desejei, e isso só é possível porque sou muito evoluída e muito forte. Procure um terapeuta, se isole, busque sua verdade. Volte a produzir música. Agora sem a pressa e o desespero pela fama”.

Veja o desabafo de Swellen na íntegra:

“Sororidade tá na moda. QUE BOM! MAS como TUDO nessa vida hipócrita, é seletiva!Nem tudo vale pra todo mundo. Porém, minha parte sempre farei.Meu ex e eu terminamos há muitos anos. Fui traída muitas vezes por um cpf que ajudei a construir o CNPJ. As fãs me avisavam, eu pegava e elas, as amantes,esfregavam na minha cara. Eu me sentia dependente daquela relação por muitos motivos. Eu amava a família dele, meus pais moravam em outra cidade e eu me sentia acolhida no lar dele.Subia o morro feliz! Passei por tudo o que todas passaram, mas sem o glamour que elas usufruiram. Desde o dia que aceitei namorar com ele, no dia da morte do Mc Daleste, eu ja sabia como seria o final.

Ele sempre foi muito egoísta. Muito! Ele usava as pessoas. Todas! Mas eu minimizava tudo!Tratava mãe mal, produtores mal, dj, empresário e claro à mim! Por incrível que pareça, eu acho que eu era a menos esculachada dessas pessoas que citei. Que triste!Passei por situações constrangedoras! Uma vez ele deu um soco na minha costela dentro de uma boate na barra da Tijuca onde eu tinha ido para uma gravação do clipe do Mc tikao, que eu também assessorava.O primeiro programa de TV de expressão nacional que ele fez foi a Xuxa. Me lembro como fosse hj, eu estava passeando pelo projac com minha comadre quando vi o diretor do programa, que me chamou para um papo e eu aproveitei pra vender meu “artista”.

Eu vivi a carreira dele!O primeiro DVD dele, na i9, em Sg, eu produzi e dirigi praticamente sozinha e recém operada. Eu subia o Borel com dreno no peito. E uma vez ele me deu carona até a barra e tive que pular correndo pro volante pq ele nao tinha carteira e tinha uma blitz em frente ao Downtown. Nem obrigado ouvi.Ele criticava meu corpo quando eu levantava da cama pra ir ao banheiro. “Olha a bunda dela!”Ele quebrava coisas quando ficava nervoso.Isso não era só comigo. Era com a mãe também.Quando terminamos. Ele me ligava pra falar mal da amante que tinha virado oficial. Ele fez a versão de ” Que saudade da minha ex” pra ” Que se foda minha ex” e a amante debochava muito da minha cara.Eu passei alguns anos resolvendo TUDO da vida dele. Comprando sonhos e fazendo eles virarem realidade. E isso me preenchia muito.

Ele me chamava de maluca por tudo! Depois daquela relação eu NUNCA mais permiti que ninguém falasse nem brincando que sou maluca. Sou sã. Mas naquela época ele me deixou literalmente doente. Usei número 14 anos de criança e comecei a tomar rivotril pra conseguir dormir.Como eu era dependente daquele afeto? Não sei! Mas talvez pelo mesmo motivo que fez com que todas, menos a amante que debochou de mim, ficassem nessa relação.Hoje, eu falo com ele. O trato com respeito e educação. Não to fazendo esse post de ” vingança “. Ele sabe e quem me conhece sabe que NUNCA fiz nada pra prejudicar ele. Eu só e apenas falei da MINHA vida e das MINHAS EXPERIÊNCIAS. Se fosse pra prejudicar elas e eu, teríamos como. E ele sabe.

Tem 3 dias mandei uma msg pra ele dizendo o quanto minha filha gosta dele. Ele foi educado, querido, gentil.Ele é quando quer. Por isso, volto a repetir, esse post não é pra difamá-lo. Se eu nao o atacava enquanto a ferida doía pq.eu faria isso agora? Não tenho pretensões artísticas como as meninas. Não preciso e nem quero audiência. Mas quem me acompanha,.antes dele, sabe do meu gosto pelo ” diário virtual”.

Toda vez que rolam essas confusões e me procuram, me mostram, eu fico pelo menos 24h deixando a poeira baixar e dizendo que não quero mais falar sobre. Porém, ontem de madrugada, chorei junto com a menina. Assistindo ela falar. Doeu. Senti a dor dela. Que já não é mais a minha. Mas faz parte da minha história. Infelizmente.Eu sei que ela tem infinitamente mais voz que eu. Mas eu tenho 16 anos a mais. Eu poderia ser mãe dela, se eu tivesse coragem de ter um filho jovem. Então, senti mesmo. Doeu msm. Ainda mais sabendo que corroboro/ ratifico tudo.

SORORIDADE e SOLIDARIEDADE estão na “moda”, mas sempre fizeram parte da minha conduta ereta.Sendo assim, Duda, querida, todo meu respeito por tudo que vc passou e tem passado. Eu entendo cada palavra, cada dor, cada lágrima. Vivi isso com ele e acompanhei um pouco pela Internet vcs. Sempre fui a errada. Vivi com ele uma outra época. Ajudei tanto e acreditei tanto quanto vc.Não tenho mais raiva e mágoa. Passou!E vai passar pra vc tb.Todo meu respeito e solidariedade.Coloca pra fora! Vai passar!Me doeu te ver chorar.Fica bem!Conta comigo! Conta c sua família! Conta com Deus! Conta com as mulheres que passaram por isso e com as que vc tá ajudando com essa exposição horrível. Um abraço carinhoso, com respeito, Sw.

Leno, pede desculpas! Começa pela sua mãe, tia, avó…depois pela Alana, por mim, a amante, julia e por último, a essa menina que vc conheceu tão novinha, mas que como muitas de nós, precisou aprender cedo que a vida não é um morango com mel. Eu te respeito! Não desejo mal, como nunca desejei e isso só é possível pq sou muito evoluída e muito forte. Procura um terapeuta, se isola, busca sua verdade.Volta a produzir música. Agora sem a pressa , o desespero pela fama. Olha o que ela te trouxe? Maximizou os problemas que sempre existiram em vc.Seja grato ao Tom pelos iogurtes, a sua tia Renata por pedir pra vc cantar nos bailes tão novinho, ao Bonde das maravilhas, ao Pelé, ao Dudu Traineiras , a Adriana, ao Nino e tantas outras pessoas que te ajudaram.De coração, NADA nesse texto é pra chutar cachorro morto. Ao contrário!Estimo consciência, sabedoria e tratamento.Com carinho, Sw”

Fonte: IG GENTE

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Ex-“Zorra”, atriz Renata Castro Barbosa fala com exclusividade ao iG Gente

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Renata Castro Barbosa
Divulgação/Rodrigo Lopes

Renata Castro Barbosa

Com pouco mais de três décadas de carreira, Renata Castro Barbosa vem colecionando personagens memoráveis nos palcos e na televisão. Quem não se lembra de Flávia, de “Vale Tudo”, de 1988, a qual marcou sua estreia nas novelas? Ou de Letícia, de “Tieta”, que fazia par romântico com Danton Mello? E Artemísia, interpretada por ela no seriado infantil “Caça Talentos”, de Angélica, entre 1996 e 1998, além de Gislene, a bigoduda rival de Marinete em “A Diarista?”. Sem contar, é claro, a passagem pelo elenco de “Quem Vai Ficar com Mário?”, que, por dois anos, foi exibido como especial de fim de ano na Globo.

Renata Castro Barbosa 2
Divulgação/Rodrigo Lopes

Renata Castro Barbosa 2

Pois bem, atendendo a um pedido da Coluna Marcelo Bandeira, hospedada no iG Gente, a atriz, mãe de João, da relação com Bruno Mazzeo — o menino é neto de Chico Anysio —, topou conversar sobre vida, trajetória, tempos de isolamento social por causa do novo coronavírus, trabalhos que estão sendo reexibidos no vídeo e até novos projetos. “Se tudo der certo, em 2021, não vou parar quieta”, destacou ela, pensando “nessa onda de dias melhores”. Ah, e a multitalentosa artista também relembrou o fim do humorístico “Zorra”, que era exibido nas noites de sábado e no qual permaneceu por seis anos. Siga o fluxo! 

Renata Castro Barbosa
Divulgação/Rodrigo Lopes

Renata Castro Barbosa

1. Mesmo com pandemia, você trabalhou bastante em 2020 por conta do “Zorra”. Como foi essa adaptação?

No começo, foi bem tumultuado! Como comecei gravando o “Maurício e Bia” para nossas redes sociais (eu e o Léo Castro), achei que seria mais simples, porque já tínhamos equipamentos de iluminação e uma noção de como fazer, mas, quando passamos para o “Zorra”, nos demos conta de que era muito mais complexo (risos). Porém, a coisa foi se aprimorando e deu supercerto!

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2. Foi difícil se adaptar aos procedimentos de gravação quando retornou ao set nos Estúdios Globo?

Quando voltamos a gravar presencial, foi outra adaptação. Sentia muita saudade de estar fisicamente com as pessoas, mas o protocolo era bem rígido. Então, digo que vi meus amigos, mas a distância, porque continuava sem poder tocar. Valeu cada álcool passado, cada proteção e cada camarim, mesmo que ficasse sozinha nele (risos).

3. Como foi se despedir do “Zorra”, que, a princípio, foi encerrado em definitivo no último dia 5 de dezembro?

Nós já sabíamos que o fim do programa estava previsto, mas, quando chegou o dia, foi bem mais triste do que esperávamos. Foram seis anos de convivência diária, de muitas risadas e amizade. Então, encerrar já seria doloroso, e o fato de não podermos estar juntos, abraçar, foi muito mais complexo.

4. Que balanços pessoal e profissional você faz desse período no elenco fixo do humorístico?

Nossa, para mim, foi muito importante ter passado por ele. Aprendi demais. Todo ano entrava gente nova, e, com isso, o aprendizado era sempre “vivo”. E, quando saíam pessoas, era uma tristeza! Acredito que evoluí bastante nesse tempo. Sinto saudade!

Você viu?

5. Com o término do projeto, percebemos também que os brasileiros estão carentes de bons programas na TV aberta. Para você, o público de hoje prefere humor que reflita a realidade ou seja mais inocente? E qual o limite do humor na sua opinião?

Acho que a mistura dos dois é o que dá certo! O humor político e o da vida real fizeram e sempre farão diferença na nossa história. Já o humor inocente traz um respiro para tudo! Para mim, o limite não pode ser confundido com censura.

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6. Como o isolamento mexeu com você, o que aprendeu com ele e o que repensou da sua rotina?

Não sei dizer o que aprendi, não acabou. Ainda estamos vivendo esse vírus. Mas, com certeza, confirmei, com clareza, o que sempre soube: sozinhos não somos nada! Estar contratada, poder ajudar amigos e até gente que nem conheço, ver minha família saudável, ter meu filho perto de mim — só posso agradecer. Quanto à rotina, essa mudou totalmente. Impossível não mudar. Ficamos aqui quietinhos, e a Isaura, que trabalha comigo, ficou na casa dela em segurança. Passei a fazer um monte de coisas que não fazia e, segundo ela, algumas aprendi direitinho. Já outras (risos).

7. Nesse tempo, muita gente pode ver e rever produções de sucesso, como “Tieta” e “Vale Tudo”, ambas no Globoplay, e “Caça Talentos” e “A Diarista”, no Viva. Você é crítica com o que vê?

Uma delícia! Revi algumas com o João, meu filho, e foi engraçado pensar que, em várias, tinha a idade dele! Quanto a criticar, já fui bem pior. Achava tudo ruim, via defeito no que fazia. Hoje, estou bem mais relaxada comigo. Olho e penso: “Caramba, como era novinha, como estava crua ainda”. Entretanto, tenho carinho e orgulho enorme pela minha caminhada!

8. Você acha que os brasileiros e o governo darão mais valor aos artistas depois que isso passar?

Espero que sim. Torço para que as pessoas tenham percebido que arte não é só entretenimento bobo, é salvação, educação e respiro na vida da gente. Quanto ao atual governo, acho difícil que esse reconhecimento venha, infelizmente. Desejo mesmo que o Brasil não seja mais um país sem memória, e que, no meio desse caos, tenham entendido a importância da arte em todos os seus desdobramentos! 

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9. Ainda é difícil ter algo mais preciso, mas tem algum projeto para 2021?

Não dá para dizer “muitos”, porque não sabemos como serão os rumos das coisas, mas ideias e projetos estão surgindo desse tempo em casa e, se tudo der certo, em 2021, não vou parar quieta (risos).

10. Qual a dica para ter humor, mesmo diante de um problema?

Não sei se tenho uma dica. O que tenho feito é tentar olhar com a maior leveza e fé possíveis esse momento e dar valor às pequenas coisas. Rir de si mesmo, achar graça de coisas bobas, enfim, tentar não deixar o coração endurecer e se cercar de arte, sempre! 

Fonte: IG GENTE

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