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CUIABÁ

Vice-prefeito destaca responsabilidade e assegura entrega do viaduto Murilo Domingos em abril

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Luiz Alves

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O vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa, destacou que a Prefeitura de Cuiabá agiu com extrema responsabilidade ao atender ao pedido para a extensão do prazo de conclusão do viaduto Murilo Domingos. A solicitação foi feita pela empresa responsável pela execução da obra, em dezembro de 2020, após identificar a necessidade de substituição de solo em uma das cabeceiras que faz a ligação entre a pista e a estrutura.

Conforme explicado pelo vice-prefeito a nova data de entrega, marcada para abril, é o período necessário para que todos os procedimentos pertinentes sejam realizados com eficiência e, ao fim, a população usufrua de uma obra de qualidade e segurança. Stopa reforçou ainda que solucionar o problema já de início é a melhor maneira de evitar futuros problemas estruturais e desperdício do dinheiro público.

“Se agíssemos com irresponsabilidade e fizéssemos a ligação da pista com o viaduto sem a substituição do solo, daqui a quatro ou cinco anos, talvez fosse necessário interditar e refazer a obra. Isso, além dos transtornos no dia a dia do cidadão, também geraria novos custos ao erário. Não adianta passar por cima desses problemas inesperados sem resolvê-los já no início”, argumentou.

De acordo com o relatório técnico apresentado ao Município, na cabeceira nº 2 (no sentido da Avenida Fernando Corrêa da Costa — Unic) foi encontrado na área de aterramento uma camada de barro com profundidade de 1,6 metro. Dessa forma, a empresa precisará remover essa camada por completo e substituir por um solo de melhor qualidade, já que, conforme as normas técnicas, o processo de aterro deve ser efetuado sobre uma base sólida.

Com base nos apontamentos feitos pela equipe de engenharia da empresa e da Secretaria de Obras Públicas, Stopa lembrou que há muitos anos Cuiabá vem sofrendo pela ausência de cuidado na execução de algumas obras. Segundo ele, essa é uma marca que a Prefeitura de Cuiabá não carrega e, dessa forma, continuará adotando todas as medidas cabíveis para garantir qualidade nos serviços prestados à população.

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“Sabemos que a população está ansiosa, que o trânsito na região está um pouco mais complicado, mas voltamos a pedir um pouco mais de paciência. Não vamos entregar obras que depois ficarão como uma herança ruim. Cuiabá até hoje sofre com isso, por conta das obras da Copa. Temos hoje a herança de trincheiras e viadutos que rotineiramente precisam ser interditados para realizar o conserto. Isso não irá acontecer com nossas obras”, pontuou.

O VIADUTO

O viaduto é construído na Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio) também constará com uma estrutura semelhante. A estrutura tem 200 metros de extensão e 18 metros de largura e recebe o investimento de R$ 13.992.929,79. O viaduto é batizado em homenagem ao ex-prefeito de Várzea Grande e ex-deputado federal por Mato Grosso, Murilo Domingos, falecido aos 78 anos.

Neste momento, paralelo ao trabalho de substituição do solo, os operários atuam no levantamento do muro em escama de terra armada nas duas pontas do elevado. Também já foi realizado o processo de instalação do sistema de iluminação de LED na parte superior do viaduto. Posteriormente, será executado o serviço de pavimentação da pista de rolamento, acompanhado da sinalização viária horizontal e vertical. 

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Residencial Avelino Lima Barros ganha novo espaço de lazer e prefeito destaca meta de levar qualidade de vida a todos

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Davi Valle

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O prefeito de Cuiabá, Emanuel Pinheiro, entregou na sexta-feira (22) mais um espaço de lazer na Capital. O bairro contemplado, desta vez, foi Residencial Avelino Lima Barros, com a praça “ACSA Vitória do Espírito Santo Rodrigues”. Por conta da pandemia do novo coronavírus (Covid-19), não houve solenidade de inauguração.

O espaço conta com uma academia ao ar livre, playground, iluminação de LED, pista de caminhada, bancos e lixeiras, jardinagem, paisagismo e uma quadra poliesportiva. 

“Estamos valorizando a vida de quem mora na comunidade e merece essa praça para dar qualidade de vida a todos. É dessa forma que iniciamos mais uma gestão, levando as ações da Prefeitura para mais próximo das pessoas”, cita o gestor, destacando que a gestão continuará atuando dos bairros para o centro. 

O diretor-geral da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos (Limpurb), Vanderlúcio Rodrigues, reforçou que, para os próximos 4 anos, a gestão irá entregar cerca de 150 áreas de lazer e já no prazo de 90 dias, serão entregues mais 22 praças. “Uma das minhas missões é continuar os trabalhos de execução desses espaços, para que a população tenha acesso a um espaço humanizado, com área de lazer, quadra de esporte, parques e academia ao ar livre”, disse Varderlúcio. 

O vice-prefeito José Roberto Stopa, que atuou na Pasta de Serviços Urbanos, ressaltou que uma das marcas do prefeito Emanuel Pinheiro é a democratização das áreas de lazer que, antes, estavam somente na região central. “Esses espaços de lazer transformam a vida das pessoas. Acredito que o Vanderlúcio irá continuar esse belíssimo projeto”, destacou.

O presidente da Associação de Moradores do Avelino Lima Barros, Jovaldo Facincane da Silva, comentou que o diferencial da praça é a preservação das árvores frutíferas e nativas. Ele lembrou ainda que a área deixou o bairro com uma nova “cara”. 

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“Além de trazer uma bela paisagem para o nosso bairro, essa praça trouxe alegria para a criançada, idosos e a todos os moradores. Era um matagal e que trazia medo e insegurança para os moradores. Hoje, alguns aqui até começaram uma nova vida, com vendas de açaí e cachorro quente para ter uma renda extra”, conta. 

 

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Médico que atua no combate à Covid-19 conta experiência e aconselha sobre cuidados

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Luiz Alves

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Luiz Alves/ Secom

Com apenas 25 anos, o clínico geral, Djullian Baldi, é um dos médicos que atuam na linha de frente no combate à Covid-19, em Cuiabá. O profissional é responsável pelo tratamento de pacientes que estão internados na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Covid, no Hospital Municipal São Benedito.

Atualmente, o São Benedito conta com 40 leitos disponibilizados somente para a ala de UTI Covid, que já está com quase 70% dos leitos ocupados, após a nova alta no número de casos do coronavírus em Mato Grosso.

A unidade de saúde está em apoio ao Hospital Referência para a Covid-19 (antigo Pronto-Socorro) desde junho do ano passado. Djulian, que já estava atuando em UTIs, foi convidado e aceitou o desafio. Desde então tem vivido momentos, que segundo ele, são difíceis, mas também de muita alegria, quando os pacientes se recuperam.

“Olhando para trás, vejo que não poderia ter escolhido nada diferente. É uma profissão que me traz muitas alegrias, temos momentos difíceis, mas ninguém esperava passar por uma situação dessa. Foi um desafio muito grande e já faz um ano que trabalho dentro da UTI e a rotina de quem trabalha lá dentro é muito pesada, muito sobrecarregada, principalmente na parte do trabalho físico, quanto da parte emocional. A gente vai para casa, mas não consegue desligar do que acontece lá de dentro”, diz o médico.

O profissional relata que a cada paciente que perde a vida para o vírus comove toda a equipe. “A gente não para nenhum minuto, fazemos várias coisas ao mesmo tempo. O plantão geralmente tem 12h, mas agora vai de cada médico, eu particularmente consigo ficar 24h, até para gente não ficar esgotado, senão prejudica o paciente. O cenário é triste, é uma carga emocional muito grande, porque pelo menos 60% dos pacientes chegam para a gente na maca, falando, conversando, e acabamos tendo um certo apego, não como família, mas criamos uma amizade, um vínculo com eles, e vendo a evolução do quadro, acompanhando os exames, vivemos aquela angústia, a carga emocional é muito grande”, conta.

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O médico afirma que não contraiu o vírus até hoje e para continuar assim toma todo o cuidado recomendado. Mas, apesar disso, já passou por momentos angustiantes, quando a mãe e os avós pegaram a Covid. Para ele, o momento de maior tristeza ocorreu há pouco tempo, quando a avó de sua namorada perdeu a luta contra o vírus. Ela estava internada no Complexo Hospitalar de Cuiabá e veio a óbito após 29 dias.

“Desde que eu comecei a trabalhar na UTI Covid, evito ao máximo contato próximo com minha família, tudo para evitar um possível contágio, porque nós que trabalhamos diretamente estamos expostos a um risco muito alto e a gente vê as consequências disso lá dentro. Eu não quero que meu pai e minha mãe estejam naquela situação, então eu evito ao máximo ter o contato físico com eles”, relata o profissional.

Djulian é um dos profissionais que estão qualificados a tomar a vacina contra o coronavírus, que chegou em Cuiabá nesta semana, por estar atuando na linha de frente contra à Covid. Apesar disso, afirma que continuará tendo os cuidados necessários e aconselha a população em geral que faça o mesmo.

“Mesmo tomando a vacina, ainda temos que nos cuidar, porque o que as pessoas têm dificuldade de entender, é que a gente não leva um vírus para casa só tossindo ou estando com a doença. Na verdade, se você tocar em algo contaminado e não lavar as mãos, você já está levando para casa. E aí você toca na sua mãe, no seu pai e assim acontece a transmissão. Então, mesmo quem já se vacinou, mesmo quem já pegou, tem que tomar cuidado, porque ainda pode ser um possível transmissor da doença”, explica.

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Outro ponto que também chama atenção do médico é o fato do número de pessoas jovens estar crescendo nessa pandemia. Apesar de ainda não ter nenhum estudo que comprove, Djulian afirma que tem visto muitas pessoas com idade entre 20 e 40 anos acometidos pela doença. Diante do cenário atual, o profissional ainda pede mais seriedade com relação ao vírus.

“É uma visão de quem está lá dentro todo dia, de que parece que o perfil de pacientes está mudando, temos muitos pacientes jovens. Temos pacientes de 29 anos, 39 anos, e isso é muito preocupante. Meu conselho é que não esperem perder alguém da família para levar essa doença a sério. Porque o perfil é depois que isso acontece, que começa a levar as coisas a sério. Acham que é tudo brincadeira, que os casos não estão aumentando, só que as UTIs já estão lotadas de novo”, ressalta.

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