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POLÍTICA NACIONAL

Rodrigo Pacheco conquista apoio do PSD para eleição do Senado

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Rodrigo Pacheco
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Rodrigo Pacheco

O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) conquistou na noite desta terça-feira o apoio do PSD à sua candidatura para comandar a Casa. Com 11 integrantes, o partido tem a segunda maior bancada. O acordo foi selado em um encontro em Minas Gerais com caciques da legenda. Depois, a bancada participou de uma reunião em que a adesão foi defendida de forma unânime.

Conforme antecipou o colunista Lauro Jardim, participaram da primeira conversa o prefeito de Belo Horizonte, Alexandre Kalil (PSD); Gilberto Kassab, presidente da sigla; o líder da legenda na Casa, Otto Alencar (BA); Antonio Anastasia, Carlos Viana e o próprio Rodrigo Pacheco. O encontro ocorreu na casa de Kalil.

O prefeito de Belo Horizonte e Viana são pré-candidatos ao governo do estado. Ficou acertada a desistência de Pacheco na disputa pelo governo de Minas e o apoio do DEM ao candidato do PSD ao cargo em 2022. A aliança local pavimentou o apoio no Senado.

Alencar cogitava até então lançar uma candidatura própria, mas abriu mão da ideia em prol de Pacheco. “O PSD quer marchar unido”, disse o senador.

A bancada oficializou o apoio logo após a reunião virtual, na noite desta terça-feira, esclarecendo que a decisão foi unânime. Pacheco já deu início a uma agenda de viagens. Anteontem, ele almoçou com o senador Carlos Portinho (PL-RJ) em um sítio em Santana do Deserto (MG), na divisa com o Rio de Janeiro.

A bancada do PL, de três senadores, também tende a apoiá-lo. Ele saiu na frente do MDB, maior legenda da Casa, com 13 integrantes. O partido tem quatro pré-candidatos e busca um acordo interno. A indecisão fez com que o partido saísse na retaguarda, lamentam senadores emedebistas em reservado. Os senadores Eduardo Braga (AM), Simone Tebet (MS), Eduardo Gomes (TO) e Fernando Bezerra (PE) disputam a preferência interna no MDB.

Leia mais:  Doria acompanha vacinação de quilombolas em cidade que Bolsonaro viveu

O consenso é que o nome que agregar mais apoios fora do MDB será oficializado na disputa. O partido ainda nem marcou data para a reunião que definirá seu candidato.

Em outros partidos, a corrida ainda está indefinida. O PSDB, com sete senadores, prevê que irá definir o apoio só depois do dia 15 de janeiro. Mas a previsão é de que irá marchar junto com o Podemos, com 10 parlamentares. O MDB espera conquistar o apoio desse grupo para virar o jogo e minar a composição de Rodrigo Pacheco.

“Estamos conversando com todo mundo. Não fechamos uma posição. A ideia é buscar o maior número de partidos que compartilhem essa visão de independência do Senado”, diz Izalci Lucas, senador do PSDB.

O PSDB também tenta agregar Cidadania (3) e PSL (2) a seu bloco, conversas que estão “bem encaminhadas”, de acordo com Izalci. No caso do Podemos, no entanto, as alianças podem ter um obstáculo já que boa parte dos senadores integra o grupo “Muda, Senado”, com bandeiras de combate à corrupção e defesa da Operação Lava- Jato, que tinha a intenção de lançar um candidato também. O movimento de senadores, no entanto, está desarticulado no momento.

Pacheco conta com o apoio de Davi Alcolumbre (DEM-AP), atual presidente do Senado, que o levou antes do Natal a um almoço com o presidente Jair Bolsonaro. O Planalto promete se manter discreto, especialmente se o MDB escolher um nome alinhado. Eduardo Gomes e Fernando Bezerra Coelho são, respectivamente, líder do governo no Congresso e no Senado.

No final do ano passado, em uma conversa com os seis senadores do PT, Pacheco evitou se colocar como um nome alinhado com o Planalto. Na reunião, ele não tratou do governo Bolsonaro e disse apenas defender a democracia e os direitos humanos.

Em nota, a bancada do PSD no Senado afirmou que Pacheco “reúne todas as condições para presidir, contribuir e garantir as tradições políticas, administrativas e legais que regem o funcionamento do Senado Federal”.

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46% dos brasileiros acham que Doria combate a pandemia melhor que Bolsonaro

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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro
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Aprovação de Doria é maior que a de Bolsonaro

46% dos brasileiros consideram que o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), faz mais contra a pandemia de Covid-19 do que o presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Os dados são do Datafolha, que realizou pesquisa nacional entre os dias 20 e 21 de janeiro.

Do outro lado, 28% dos entrevistados acham que Bolsonaro combateu melhor a pandemia do que Doria; 13% não souberam responder; 11% disseram que nenhum deles se empenhou o suficiente; e 2% acreditam que ambos combateram a crise .

Os dados são homogêneos em todas as regiões do Brasil, mas mudam quando o assunto é o cuidado em relação à pandemia . Tanto os que têm medo do vírus quanto os tomam mais cuidados preferem Doria a Bolsonaro.

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Entre os brasileiros que se dizem com “muito medo” do novo coronavírus (Sars-Cov-2), 57% acreditam que Doria fez um trabalho melhor, contra 19% que preferem Bolsonaro. Já entre quem diz não temer a pandemia, 46% acham que o presidente faz um trabalho melhor, contra 24% que apoiam o trabalho do governador .

Seguindo a mesma lógica, quem segue uma vida normal durante a pandemia acredita que Bolsonaro age melhor que Doria: 46% contra 28%. Já dentre os isolados, 57% acham que Doria lida melhor com a crise de saúde, contra 22% que seguem apoiando Bolsonaro.

Presidente mal valiado

Em relação à última pesquisa, feita no início de dezembro, cresceu de 42% para 48% o número de brasileiros que acham o desempenho de Bolsonaro ruim ou péssimo no que diz respeito ao combate à pandemia . 26% aprovam o trabalho do presidente em relação ao tema (em dezembro, eram 30%).

Apesar da má avaliação , o presidente não é considerado culpado pelas quase 220 mil mortes de Covid-19 no país por 47% dos brasileiros – em dezembro, eram 52%. 39% acreditam que Bolsonaro é um dos culpados, mas não o principal; 11% apontam ele como o único responsável.

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Doria acompanha vacinação de quilombolas em cidade que Bolsonaro viveu

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Agência Brasil

Governador João Doria acompanhou vacinação de quilombolas em Eldorado, cidade em que Bolsonaro viveu no Vale do Ribeira
Divulgação/Governo do Estado de São Paulo

Governador João Doria acompanhou vacinação de quilombolas em Eldorado, cidade em que Bolsonaro viveu no Vale do Ribeira

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB) acompanhou moradores do Quilombo Ivaporunduva, no município de Eldorado, na região do Vale do Ribeira, interior paulista, que foram vacinados contra a Covid-19 neste sábado (23). Foi a primeira comunidade quilombola a ser vacinada no estado, justamente na cidade em que viveu o presidente Jair Bolsonaro dos 11 aos 18 anos. Uma parte de sua família ainda mora em Eldorado.

A primeira moradora a receber a dose da Coronavac foi Benedita Ferreira da Silva, de 77 anos: “Nós queremos saúde. Já estamos cansados desse combate da doença. Sinto saudade de quando podia estar na igreja, rezando, ir na casa dos amigos. Agora é mais difícil, tem que usar máscara e álcool”, disse ela, que mora com dois filhos e três netos.

Benedito Alves da Silva, 65, que integra a coordenação da associação da comunidade, foi vacinado na sequência. “É muito importante essa vacina, não só para o Quilombo de Ivaparunduva, mas para todas as comunidades quilombolas do nosso estado. É uma doença devastadora. Então, é muito importante que essa vacina venha para a gente poder retomar o nosso trabalho, a nossa roça, a nossa conversa no final da tarde.”

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À região do Vale do Ribeira, foram enviadas 2,7 mil doses para o início da campanha. Segundo o governo paulista, 300 foram vacinados neste sábado com a presença de Doria em Eldorado.

Os serviços de saúde municipais da região serão responsáveis pelas estratégias de vacinação para alcançar mais de mil famílias de comunidades quilombolas localizadas nos municípios de Iporanga, Cananéia, Itaoca, Barra do Turvo, Miracatu, Iguape, Eldorado, Jacupiranga e Registro.

Leia mais:  Governo reconhece oferta da Pfizer por vacinas, mas vê acordo "frustrante"

“Em Eldorado, iniciamos a vacinação nas comunidades Quilombolas de SP no Quilombo Ivaporunduva. Vacinamos 300 Quilombolas que vivem em extrema vulnerabilidade”, escreveu em suas redes sociais o governador.

Os quilombolas foram incluídos entre os grupos prioritários da primeira fase do Plano Estadual de Imunização (PEI). Neste primeiro momento, também receberão as doses da vacina profissionais de saúde, idosos com mais de 60 anos e pessoas com deficiência com mais de 18 anos vivendo em instituições de longa permanência e indígenas aldeados.

“Esses são os primeiros quilombolas vacinados no Brasil . Isso é muito importante, porque é uma representação significativa. O Plano Nacional de Imunização, o PNI, destruiu os quilombolas. Não vou aqui discutir, nem entrar no mérito e nem fazer críticas, apenas dizer que em São Paulo estamos vacinando”, provocou Doria, em mais um capítulo de sua guerra particular com Bolsonaro .

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