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POLÍTICA NACIONAL

Prefeito eleito no RS toma posse usando saia após fazer promessa; assista

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'Pedrão'%2C eleito em Mampituba (RS)%2C cumpriu promessa de usar saia na posse como prefeito
Arquivo pessoal

‘Pedrão’, eleito em Mampituba (RS), cumpriu promessa de usar saia na posse como prefeito

Pedro Juarez da Silva ( MDB ), prefeito eleito na cidade de Mampituba, no Rio Grande do Sul , cumpriu sua primeira promessa de campanha na última sexta-feira (1): usar uma saia durante a cerimônia de posse na prefeitura.

Pedrão ’ como é conhecido, prometeu em frente a um grupo de eleitores  que caso se elegesse com menos de 300 votos de vantagem sobre seu adversário na disputa, usaria a vestimenta.

E foi o que aconteceu. O Mdbista se elegeu com 1431 votos (53,82%), ficando à frente de Degão ( PTB ) que recebeu 1228 votos (46,18%). Pedro Juarez foi eleito para o terceiro mandato na cidade. Ele já havia sido prefeito entre 2009 a 2016).

Em meio a risos, o prefeito tomou posse usando saia. Confira:

O prefeito eleito contou que a saia foi emprestada por uma amiga evangélica:

“As da primeira-dama, infelizmente, não me serviram. Tive de pedir emprestado a uma amiga evangélica, que tinha um modelo mais longo e recatado”, brinca o prefeito, que também disse que não pretende ficar com a vestimenta, e que a dona já lhe pediu de volta, em entrevista à Gaucha Zero Hora.

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POLÍTICA NACIONAL

Filha de ministro do STF assina manifesto que pede impeachment de Bolsonaro

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Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF)
Agência Brasil

Ministro Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF)

Uma das filhas do ministro Edson Fachin , do Supremo Tribunal Federal (STF), assinou um manifesto que pede o impeachment do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), diz que ele atenta contra os demais poderes e ainda que o Brasil se tornou “um pária”.

O documento no qual consta o nome da advogada Melina Fachin é dos professores de Direito da Universidade Federal do Paraná (UFPR). Ela dá aulas de Direito Constitucional na instituição.

Sócio dela, Carlos Eduardo Pianovski é professor de Direito Civil e também endossou o documento. “O movimento foi organizado autonomamente pelos professores. É uma iniciativa de cidadãos que percebem os problemas que condutas do presidente têm causado, notadamente em relação à saúde pública e à democracia”, afirmou Pianovski à colunista Mônica Bergamo, do jornal Folha de S.Paulo .

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No texto, os professores afirmam que “desde que assumiu a presidência, Jair Bolsonaro vandaliza a Constituição de 1988 ao fragilizar nosso sistema democrático com ataques infundados às instituições, notadamente as de controle e investigação”.

Ainda de acordo com o manifesto, o presidente também “atenta expressa e publicamente contra o livre exercício dos demais Poderes, ataca a imprensa livre, e incentiva e apoia a perseguição a jornalistas e intelectuais que fazem um debate público e transparente sobre seu governo”.

Em relação à pandemia do novo coronavírus (Sars-CoV-2), o texto segue dizendo que Bolsonaro “passou a violar, individual e institucionalmente, o direito fundamental à saúde de todas e todos os brasileiros ao estabelecer uma política de governo e de Estado organizada pelo não combate à Covid-19. Assim agindo, também prejudicou a diplomacia brasileira estratégica e comercialmente, tornando o Brasil um pária”.​

Nas últimas semanas, o presidente começou a ser alvo de críticas pela forma como o Ministério da Saúde lidou com a pandemia. A pasta é comandada pelo general Eduardo Pazuello, que é alinhado a Bolsonaro e já defendeu o “tratamento precoce” da Covid-19 com remédios sem eficácia comprovada contra a doença, entre eles a hidroxicloroquina e a ivermectina.

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Vereadora do PSOL sofre atentado a tiros em SP; saiba mais

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Carol Iara, covereadora em São Paulo sofre atentado
Reprodução Psol

Carol Iara, covereadora em São Paulo sofre atentado

A co-vereadora Carol Iara, da Bancada Feminista do PSOL , sofreu um atentado a tiros na madrugada desta quarta-feira (27) em sua casa.

Dois tiros foram disparados em direção a sua residência. No momento do ataque, tanto a vereadora quanto sua família estavam no local, mas ninguém ficou ferido.

Uma câmera de segurança registrou a ação. Por volta das 2h da manhã, um carro branco, com vidros escuros, ficou parado por alguns minutos em frente a casa, e de dentro do veículo, disparos foram efetuados.

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Carol realizou boletim de ocorrência nesta tarde e segundo o PSOL, “medidas urgentes” foram tomadas.

“Exigimos investigação imediata, pois não podemos permitir que uma mulher preta, travesti e intersexo seja silenciada com violência. Fascistas não passarão!”, pede, em nota, a Bancada Feminista do partido.

O mandato coletivo do PSOL foi eleito nas eleições municipais em São Paulo em 2020 com 46.267 votos, sendo uma das 6 candidaturas eleitas pela sigla. Além de Carol Iara, Silvia Ferraro, Paula Nunes, Dafne Sena e Natália Chaves representam a Bancada.

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