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POLÍTICA NACIONAL

Prefeito de Magé diz ter nomeado sete parentes por “mera coincidência”

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Renato Cozzolino
Divulgação

Entre os parentes nomeados estão a noiva, a irmã, primos e tios do atual prefeito.

Em menos de uma semana de posse, o prefeito de Magé, Renato Cozzolino (PP), nomeou sete familiares para trabalharem na sua gestão . Cozzolino faz parte de uma família tradicional que atua no município da Baixada Fluminense.

O Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio da 2ª Promotoria de Justiça de Tutela Coletiva do Núcleo Magé, abriu um inquérito civil para investigar uma possível prática de nepotismo pelo prefeito.

Entre os parentes nomeados estão a noiva, a irmã, primos e tios do atual prefeito. Em entrevista ao G1 , Cozzolino afirmou que o fato de parte dos nomeados estarem ligados a ele por algum laço de parentesco é uma “mera coincidência”.

Segundo ele, as pessoas nomeadas são próximas e de sua confiança. Ele destacou que, em um organograma de 16 secretarias, outras dez pastas não são ocupadas por familiares.

Em nota divulgada pelo jornal O Dia , a Prefeitura de Magé informou as experiências dos nomeados. “Temos a secretária Lara Torres que atuou por três anos na Secretaria Estadual de Assistência Social e Direitos Humanos, mesma área onde atuará pelo município. O secretário Fernando Assumpção já tem mais de 30 anos de carreira como servidor público com sólidos conhecimentos para comandar a pasta de Trabalho e Renda”.

“Mauro Raphael Cozzolino foi diretor de Administração e Finanças da Secretaria de Estado da Baixada e Região Metropolitana e já ocupou a pasta da Fazenda. Samyr Harb, da Infraestrutura, foi gerente administrativo da Secretaria Estadual de Turismo e também coordenador da Secretaria de Estado de Trabalho e Renda”, reforçaram.

“A vice-prefeita Jamille Cozzolino além da formação em Pedagogia, tem experiência reconhecida em gestão escolar, assim como o advogado Vinicius Cozzolino Abrahão, que é pós-graduado em Direito Eleitoral (IDP), também tem pós em Direito do Estado e da Regulação, e mestrando em Direito Público pela UERJ. O secretário de Esporte, Felipe Menezes, está ligado aos movimentos culturais e tem experiência na diretoria de diversos times de futebol da cidade”, detalhou a nota.

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POLÍTICA NACIONAL

Protestos contra Bolsonaro: panelaços são registrados ao redor do país; confira

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Reprodução Instagram

Projeção feita no Minhocão, no centro de São Paulo durante o “panelaço” contra Bolsonaro

Diversos estados do país registraram “panelaços” contra o  presidente Jair Bolsonaro na noite desta sexta-feira (15). Os protestos foram marcados e registrados pelas redes sociais.

Confira alguns registros:

Em Manaus, onde o sistema de saúde colapsou e a cidade vive o maior pico de internações de Covid-19 desde o início da pandemia, foram registrados grandes “panelaços” contra Bolsonaro:

Internauta registrou manifestação em Londrina, no norte do Paraná:

Você viu?

José Guimarães, deputado federal (PT-CE), registrou panelaço na capital do país, Brasília:

Sob gritos de “genocída”, protesto também foi visto na região central de São Paulo:

Manifestação na zona sul do Rio de Janeiro:

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Leia mais:  Doria critica Bolsonaro e defende panelaço: "Governo sem coração"
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POLÍTICA NACIONAL

Maia diz que discutir impeachment de Bolsonaro será “inevitável no futuro”

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Rodrigo Maia%2C presidente da Câmara
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Rodrigo Maia, presidente da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não descartou a possibilidade de discussão de um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas jogou a responsabilidade para colocar o assunto em pauta pelo seu sucessor. O parlamentar afirmou que essas discussões seriam inevitáveis “no futuro”.

“Eu acho que esse tema de forma inevitável será discutido pela Casa no futuro. Temos de focar no principal, que agora é salvar o maior número de vidas, mesmo sabendo que há uma desorganização e uma falta de comando por parte do ministério da Saúde”, disse Maia ao participar de entrevista coletiva ao lado do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Maia defendeu que, neste momento, a prioridade é retomar os trabalhos da Câmara e do Senado, que estão em recesso desde dezembro. Essa foi a justificativa dada por Maia para não discutir e protocolar um processo de impedimento neste momento.

Você viu?

“Nós estamos em recesso, desde março vivemos uma pandemia, da qual a nossa decisão não foi avaliar ou deixar de avaliar impeachment, mas, sim, compreender que a pandemia é a prioridade de todos nós”, afirmou.

Logo após a coletiva, Maia ainda conversou com jornalistas e ressaltou que não será ele quem decidirá sobre o impeachment, visto que seu mandato termina no próximo dia 1º de fevereiro.

Logo, uma discussão sobre o impedimento de Jair Bolsonaro estará na gaveta do próximo presidente da Casa, que pode ser o deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP).

Leia mais:  Justiça determina que transferência de pacientes do AM cabe ao governo federal

“Até o dia 2 de fevereiro, até a eleição, quem faz essa análise é o nosso presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Se Deus me der a oportunidade de presidir a Câmara, eu agirei de acordo com o que diz a Constituição. Qualquer e toda análise será feita dentro dos princípios da nossa Constituição Federal”, disse Rossi.

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