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POLÍTICA NACIONAL

Mourão chama invasão ao Capitólio de violenta e diz que não advir no Brasil

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Mourãp
Pozzebom/Agência Brasil

Vice-presidente Hamilton Mourão

O vice-presidente da República, Hamilto Mourão (PRTB), voltou nesta segunda-feira (11) do período de isolamento em quarentena , por conta do teste positivo para Covid-19, e já na primeira entrevista adotou um  discurso diferente do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) ao defender que as eleições nos Estados Unidos foram “corretas” e reprovar o caso de invasão ao Capitólio norte-americano.

“É uma questão interna dos Estados Unidos da América. É óbvio que foi uma manifestação violenta . Poderiam ter se manifestado contra o processo eleitoral americano de forma pacífica”, declarou em entrevista à Rádio Gaúcha ao comentar a invasão ao Capitólio dos Estados Unidos por extremistas e apoiadores do presidente Donald Trump.

Mourão disse que não acredita na possibilidade do atentado à democracia dos Estados Unidos acontecer no Brasil , como forma de contestar o resultado das eleições em caso de eventual derrota do presidente Jair Bolsonaro em 2022. Bolsonaro já afirmou mais de uma vez, sem apresentar provas , que as eleições de 2018 foram fraudadas – mesmo com ele saindo vencedor -, pois a vitória teria ocorrido ainda em primeiro turno. O presidente disse ter provas e meios que em breve iria provar a suposta fraude, mas até agora não apresentou.

“Acho que não [deve acontecer o que aconteceu nos EUA] . Uma vez ocorrido o processo eleitoral [no Brasil], quem vencer terá o reconhecimento. Agora um outro aspecto é a questão do voto impresso. Se discute muito a auditoria desse nosso voto eletrônico”, afirmou. Mourão defendeu o voto impresso , mas não endoçou as falas de Bolsonaro sobre a necessidade de implantar o sistema como a única forma de evitar fraudes eleitorais e evitar ataques como os ocorridos nos Estados Unidos.

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Por votos a Lira, Planalto pressiona e retira cargos dos aliados de Baleia Rossi

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Pressão e retaliações do governo podem minar apoio de Baleia Rossi; entenda
Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

Pressão e retaliações do governo podem minar apoio de Baleia Rossi; entenda

Na próxima segunda-feira, dia 1° de fevereiro, a Câmara dos Deputados realiza votação para a escolha do próximo presidente da casa. Para tentar garantir maior apoio a Arthur Lira , candidato de Jair Bolsonaro na disputa, o Planalto deu início a um processo de retaliações nesta reta final: quem está ao lado de Baleia Rossi, nome escolhido pelo próprio  Rodrigo Maia e pelo grupo do centrão, vai perder cargos no governo.

Segundo informações do jornal O Globo, parlamentares foram informados nos últimos dias sobre as exonerações de indicados em postos na administração federal após terem anunciado apoio a Baleia . Tal tática vinha sendo adiada para evitar possíveis confrontos, mas a polarização na disputa forçou o governo a pressionar esses deputados para que ” mudem de lado ” e passem a apoiar Lira .

Entre os nomes que perderam cargos estão Flaviano Melo (MDB-AC), que viu a própria esposa e um superintendente do Iphan serem demitidos, e Fabio Reis (MDB-SE), que perdeu o superintendente indicado no Incra em Sergipe. Além deles, Hildo Rocha (MDB-MA) também foi atingido e perdeu seu indicado para a superintendência da Codevasf. Entretanto, ele acabou sendo reconduzido ao cargo após pedido de deputados da base de Lira .

Por outro lado, ainda de acordo com a reportagem, houve quem ganhasse vaga por já estar na base do candidato de Bolsonaro . É o caso de José Rocha (PL-BA), que indicou Nilo Ferreira de Azevedo para o cargo de superintendente da Bahia do Ministério da Agricultura, substituindo indicado pelo presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil, João Martins.

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Questionado sobre tais retaliações ao MDB, Lira afirmou que o partido “é independente e sobrevive sem espaço no governo”, além de afirmar que não tem conhecimento de tais denúncias. Por fim, lembrou ainda que aliados seus também perderam cargos ligados à Mesa Diretora da Câmara, presidida por Rodrigo Maia.

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Eleição na Câmara: aliados de Lira no DEM tentam fazer partido “mudar de lado”

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Deputado federal Arthur Lira posa ao lado de aliados
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Deputado federal Arthur Lira posa ao lado de aliados

Aliados do deputado Arthur Lira (PP-AL) no DEM dizem ter maioria suficiente para que o  partido migre do bloco do deputado Baleia Rossi (MDB-SP) para o liderado pelo candidato que tem o apoio do presidente Jair Bolsonaro na disputa pela presidência da Câmara. Partido do atual presidente da Casa, Rodrigo Maia (RJ), o DEM é visto como uma das bases de sustentação da candidatura de Baleia.

Ontem,  Lira se reuniu na Bahia com os cinco deputados do DEM no estado: Paulo Azi, Leur Lomanto Júnior, Igor Kannário, Elmar Nascimento e Arthur Maia. Eles tiraram uma foto com o candidato do PP. O gesto incomodou Maia e a cúpula do DEM, que vêm fazendo campanha por Baleia.

Além disso, Lira se encontrou também com o presidente do DEM, o ex-prefeito de Salvador, ACM Neto. Eles se reuniram brevemente após um almoço do candidato com os deputados da Bahia. Aliados de Rodrigo Maia tentaram impedir o encontro, por verem um simbolismo na reunião.

O presidente da Câmara pediu a ACM Neto que usasse sua influência para evitar o crescimento de dissidências no partido. O presidente da legenda, porém, disse a interlocutores estar dividido, pelo fato de a bancada do partido em seu estado apoiar Lira . Aliados de Maia reclamam que ACM Neto não agiu com veemência para evitar se indispor com parte da legenda.

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Procurado sobre a possibilidade de seu partido migrar para o outro bloco, Rodrigo Maia reafirmou ao Globo que os aliados de Lira não têm maioria: “não existe isso”.

Entretanto, integrantes do grupo dissidente como Arthur Maia, fazem outra conta: “acredito que o DEM terá ampla maioria e não participará da chapa do PT. A cada dia que passa, com o fortalecimento da campanha de Arthur Lira , esse sentimento fica mais claro”.

Segundo Elmar Nascimento, a mudança de bloco pode ser decidida dias antes da eleição: “como é que vai apoiar um e estar no bloco de outro? Não faz sentido. Mas o partido não discutiu isso ainda. De apoiamentos, o Arthur tem 20”.

O DEM tem dois ministros que devem voltar a seus mandatos para votar em Lira : Onyx Lorenzoni (Cidadania) e Tereza Cristina (Agricultura). Ontem, em entrevista coletiva, Rodrigo Maia admitiu que um terço dos 29 deputados da sigla devem votar em Lira, mas garantiu ter maioria: “dois terços do partido votarão no Baleia Rossi. Pelas minhas contas, de 20 a 22 deputados do DEM”.

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