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“Episódios transfóbicos a gente resolve na delegacia”, diz vereadora trans de BH

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Vereadora trans de Belo Horizonte Duda Salabert (PDT)
Reprodução/Twitter @DudaSalabert

Vereadora trans de Belo Horizonte Duda Salabert (PDT)

A vereadora trans Duda Salabert (PDT), eleita em Belo Horizonte com o maior número de votos para ocupar vaga na Câmara municipal, foi ignorada pelo vereador eleito Wesley da Autoescola (Pros) durante a cerimônia de posse nesta sexta-feira (1º) quando ele cumprimentou a candidata que teria recebido mais votos.

Em vez citar Salabert, que teve 37.613 votos, o parlamentar foi parabenizou Professora Marli (PP), que teve 14.496. Marli ficou na terceira posição.

A declaração de Wesley ocorreu enquanto os eleitos se revezavam ao microfone do plenário. Depois, Duda chegou a protestar sobre o tema.

“Vim aqui para discutir política, projetos de emprego, renda, moradia e saúde para Belo Horizonte. Episódios transfóbicos, como o ocorrido aqui, a gente resolve fora da Câmara, indo à delegacia e fazendo denúncia para que ele seja preso, caso se configure, de fato, como transfobia”, disse Salabert após a cerimônia de posse.

Segundo a vereadora, se o colega repetir atitudes do tipo, ele vai acionar a polícia. “Costumo dar uma segunda chance a todo mundo. Caso ele repita isso — como sou professora, de forma pedagógica e educativa — entendo que terei de ir à delegacia cumprir meu papel de cidadã, para que ele seja responsável pelas consequências”, afirmou.

Em seu discurso, o vereador do PP ainda comemorou o fato de a Câmara não ter aprovado, nos quatro anos que se passaram, projetos que ele chamou de “ideológicos”.

Leia mais:  Bolsonaro muda discurso e passa a simpatizar com vacina e compra por empresas

“Não posso ser criminalizado em expor um pensamento que tenho como verdade. Da mesma forma que, se eu falar daquilo que é verdade para mim e entender que isso é um crime de fobia, ela estaria sendo incriminada, talvez, por ‘evangéliofobia’, ‘cristofobia’ ou ‘conservadorismofobia'”, respondeu o parlamentar.

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POLÍTICA NACIONAL

Bolsonaro muda discurso e passa a simpatizar com vacina e compra por empresas

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Bolsonaro agora defende a vacina e compra para empresas
Sergio Lima / divulgação

Bolsonaro agora defende a vacina e compra para empresas

Após passar meses colocando em dúvida a eficácia de vacinas contra a Covid-19 , o presidente Jair Bolsonaro mudou seu discurso e afirmou, nesta terça-feira (26), que os imunizantes são importantes para que a “economia não deixe de funcionar”. Bolsonaro também se disse favorável à compra de vacinas por parte de empresas privadas.

“Brevemente estaremos nos primeiros lugares (de vacinação no mundo). Para dar mais conforto à população, segurança a todos e de modo que a nossa economia não deixe de funcionar”, disse Bolsonaro durante um evento promovido por um banco.

No mesmo discurso, Bolsonaro confirmou ter dado aval à uma compra, por um grupo de empresas, de 33 milhões de doses da vacina produzida pela Universidade de Oxford e pela AstraZeneca. A ideia é doar metade das doses para o governo federal .

“Semana passada, nós fomos procurados por um representante de empresários e nós assinamos uma carta de intenções favorável a isso, para que 33 milhões de doses da (vacina de) Oxford viesse do Reino Unido para o Brasil, a custo zero para o governo. E metade dessas doses, 16,5 milhões, entraria para o SUS e estaria no Programa Nacional de Imunizações, segundo aqueles critérios. E outros 16,5 milhões ficariam com esses empresários, para que fossem vacinados os seus empregados, para que a economia não parasse.

O presidente disse que estimula a ideia porque “ajudaria em muito a economia “:

“Eu quero deixar bem claro que o governo federal é favorável a esse grupo de empresários para levar adiante a sua proposta, trazer vacina para cá, a custo zero para o governo federal, para imunizar então 33 milhões de pessoas. O que puder essa proposta ir à frente, nós estaremos estimulando. Porque, com 33 milhões de doses de graça, ajudaria em muito a economia e aqueles também que por ventura queiram se vacinar”, declarou Bolsonaro.

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POLÍTICA NACIONAL

Por votos a Lira, Planalto pressiona e retira cargos dos aliados de Baleia Rossi

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Pressão e retaliações do governo podem minar apoio de Baleia Rossi; entenda
Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

Pressão e retaliações do governo podem minar apoio de Baleia Rossi; entenda

Na próxima segunda-feira, dia 1° de fevereiro, a Câmara dos Deputados realiza votação para a escolha do próximo presidente da casa. Para tentar garantir maior apoio a Arthur Lira , candidato de Jair Bolsonaro na disputa, o Planalto deu início a um processo de retaliações nesta reta final: quem está ao lado de Baleia Rossi, nome escolhido pelo próprio  Rodrigo Maia e pelo grupo do centrão, vai perder cargos no governo.

Segundo informações do jornal O Globo, parlamentares foram informados nos últimos dias sobre as exonerações de indicados em postos na administração federal após terem anunciado apoio a Baleia . Tal tática vinha sendo adiada para evitar possíveis confrontos, mas a polarização na disputa forçou o governo a pressionar esses deputados para que ” mudem de lado ” e passem a apoiar Lira .

Entre os nomes que perderam cargos estão Flaviano Melo (MDB-AC), que viu a própria esposa e um superintendente do Iphan serem demitidos, e Fabio Reis (MDB-SE), que perdeu o superintendente indicado no Incra em Sergipe. Além deles, Hildo Rocha (MDB-MA) também foi atingido e perdeu seu indicado para a superintendência da Codevasf. Entretanto, ele acabou sendo reconduzido ao cargo após pedido de deputados da base de Lira .

Por outro lado, ainda de acordo com a reportagem, houve quem ganhasse vaga por já estar na base do candidato de Bolsonaro . É o caso de José Rocha (PL-BA), que indicou Nilo Ferreira de Azevedo para o cargo de superintendente da Bahia do Ministério da Agricultura, substituindo indicado pelo presidente da Confederação Nacional da Agricultura e Pecuária do Brasil, João Martins.

Leia mais:  Baleia diz que governo errou no combate à pandemia e fala em "falta de gestão"

Questionado sobre tais retaliações ao MDB, Lira afirmou que o partido “é independente e sobrevive sem espaço no governo”, além de afirmar que não tem conhecimento de tais denúncias. Por fim, lembrou ainda que aliados seus também perderam cargos ligados à Mesa Diretora da Câmara, presidida por Rodrigo Maia.

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