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POLÍTICA NACIONAL

Eduardo Bolsonaro visita a Casa Branca dias antes da saída de Trump

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Eduardo
Reprodução Twitter Raquel Krähenbühl

Eduardo Bolsonaro na Casa Branca

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) visitou a Casa Branca , residência oficial do presidente dos Estads Unidos, Donald Trump, na tarde desta terça-feira (5), no horário local de Washington. O filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) foi acompanhado da sua mulher, Heloísa Bolsonaro, e do embaixador Nestor Foster. A visita ocorre a 15 dias da saída de Donald Trump do cargo da Presidência .

A correspondente da GloboNews Raquel Krähenbül captou as imagens de Eduardo com a filha Geórgia no colo antes de entrar na residência oficial. O presidente Donald Trump não reconheceu a derrota no pleito realizado em novembro de 2020 e, conforme provas coletadas pela imprensa norteamericana, tem tentado fraudar o resultado das eleições a seu favor.

O presidente Jair Bolsonaro só reconheceu a vitória de Joe Biden em dezembro, mais de um mês depois do resultado das eleições. A família Bolsonaro tem relação próxima com o presidente Donald Trump. O Brasil foi o último país do G20 a reconhecer a vitória de Biden.

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POLÍTICA NACIONAL

Lira apresenta apoio de mais dissidentes, e PSL pode abandonar Baleia Rossi

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Divulgação

Lira e Luiz Lima trabalham para conquistar votos

Apoiado por Jair Bolsonaro na disputa à presidência da Câmara,  Arthur Lira (PP-AL) anunciou, nesta terça-feira (19), ter o apoio de 36 deputados do PSL para concorrer ao cargo. Com a apresentação de uma nova lista de assinaturas para formar a aliança, a legenda poderá abandonar o grupo de Baleia Rossi (MDB-SP), candidato apoiado por Rodrigo Maia (DEM-RJ).

Para que um partido integre um bloco na Câmara, mais da metade da bancada precisa concordar com a aliança. O PSL tem 53 parlamentares, mas 17 estão suspensos pela própria sigla por infidelidade partidária.

Segundo decisão da Mesa da Casa, Lira precisaria do apoio da maioria dos 35 parlamentares que ainda estão com as atividades regulares. Com a dissidência de mais quatro deputados nos últimos dias, pertencentes a esse grupo, a quantidade mínima teria sido alcançada, com o apoio de 18 parlamentares.

“Para dirimir qualquer dúvida e encerrar uma polêmica do Rodrigo Maia, nossa maioria no PSL aumentou de 32 para 36 assinaturas. Nós somos maioria no PSL de 53 e maioria de 35 como queria o presidente Rodrigo Maia. Nosso bloco está definitivamente com o PSL e com o PTB”, escreveu o deputado, nas redes sociais.

Caso a mudança seja referendada pelo comando da Câmara, o bloco de Lira irá superar o de Rossi. De um lado, com 249 deputados, o parlamentar do PP teria o apoio de PSL, PL, PP, Republicanos, Pros, PSC, Avante e Patriota. De outro, Baleia Rossi teria 236 parlamentares, com apoio de PT, PSDB, MDB, DEM, PSB, PDT, PCdoB, Cidadania, PV e Rede.

Tanto aliados de Rossi como de Lira confirmaram que os parlamentares que mudaram de posição são Charles Evangelista (PSL-MG), Delegado Pablo (PSL-AM), Nicoletti (PSL-PR) e Luiz Lima (PSL-RJ).

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No início do mês, o ex-líder do governo Major Vitor Hugo (PSL-GO) apresentou uma lista de apoio ao bloco de Lira com 32 deputados do PSL . Não havia, entretanto, maioria de assinaturas entre os parlamentares com atividades regulares.

Luiz Lima, que não assinou a primeira lista, diz que está fazendo campanha para Lira desde novembro, mas só agora assinou o documento para apoiar o candidato do PP.

Declarações

“Nunca gostei de lista, mas o meu apoio ao Arthur está desde novembro. Fiquei o final de semana todo ajudando fazer contato com deputados, “disse o parlamentar.

Aliado de Maia e do presidente do PSL, Luciano Bicar (PSL-PE), Júnior Bozella (PSL-SP) diz que os novos dissidentes ainda podem mudar de ideia.

“Isso é natural. Eles vão voltar”, afirmou o deputado.

Luiz Lima, porém, diz que “a chance é zero” no seu caso.

Em reunião da Mesa da Câmara na segunda-feira, Maia concedeu vista a relatório que tratava da possibilidade de apoio de deputados suspensos do PSL à candidatura de Lira. O presidente da Câmara atendeu a um pedido de Bivar.

Desde que o presidente Jair Bolsonaro brigou com Bivar, em 2019, bolsonaristas se insurgiram contra o comando da sigla. Em decisão da Executiva do PSL, eles foram punidos por infidelidade partidária. A Câmara, então, chancelou a decisão.

Para tentar ganhar o apoio do PSL, aliados de Lira chegaram a apresentar um parecer do procurador da Câmara, o deputado Luís Tibé (Avante-MG). Segundo ele, a suspensão não é válida para o propósito de formação de blocos.

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POLÍTICA NACIONAL

PSOL entra com ação no STF para proibir governo de distribuir cloroquina

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Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello
Reprodução: iG Minas Gerais

Ministro da Saúde, Eduardo Pazuello

O PSOL entrou nesta terça-feira (19) com um pedido no  Supremo Tribunal Federal (STF) para que seja determinada a proibição por parte do Ministério de Saúde de distribuir cloroquina e outros remédios sem eficácia comprovada contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2).

Além disso, a sigla pede ao ministro Ricardo Lewandowski que o governo federal seja proibido de veicular informações que propaguem ou incentivem o uso destes medicamentos ou de tratamentos precoces contra a doença.

Na última segunda-feira (18), o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello declarou que “nunca” recitou hidroxicloroquina no combate ao Covid-19, contudo, em outubro, quando testou positivo para a doença, confirmou que usou esse medicamento, além de azitromicina e nitazoxanida.

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Além disso, no ano passado, defendeu o tratamento precoce para a população, ainda que autoridades médicas alegam que não há comprovação de que os remédios citados para combater o vírus.

“Eles querem seguir falando em “tratamento precoce”? Vamos dobrar a aposta. Acabo de pedir ao STF, em nome do PSOL, a proibição da distribuição de medicamentos sem comprovação científica para tratamento de covid-19. Agora é guerra em defesa da vacina”, declarou Juliano Medeiros, ao comentar o pedido feito no judiciário.

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