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POLÍTICA NACIONAL

Doria quer que Ministério da Saúde garanta doses suficientes de vacina para SP

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Governador de São Paulo João Doria
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Governador de São Paulo João Doria

Pouco tempo depois de o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello , anunciar a compra de 100 milhões de doses da CoronaVac – imunizante contra a Covid-19 feito entre a empresa chinesa Sinovac e o Instituto Butantan – o governador de São Paulo, João Doria afirmou que ainda precisa entender quais serão os critérios de distribuição do imunizante.

Em entrevista à GloboNews , Doria disse que espera que o governo federal respeite parâmetros de “proporcionalidade” de distribuição da vacina, ou seja, que sejam destinadas mais doses aos estados mais afetados pela Covid-19.

“Temos que conhecer melhor o que chamam de proporcionalidade. São Paulo tem quase 46 milhões de habitantes, é o estado com a maior densidade demográfica do país. É o estado também com o maior número de pessoas infectadas e, lamentavelmente, o maior número de mortes. Por óbvio, a prioridade para um programa de vacinação é onde você tem a maior incidência do coronavírus ou a maior proporcionalidade de pessoas infectadas e de mortes. E para isso não há visão política, ideológica, ou partidária. Essas informações [nós] ainda precisamos receber do Ministério da Saúde”, defendeu o governador.

O anúncio do ministro sobre a compra das doses da vacina ocorre no mesmo dia em que foi divulgada a eficácia de 78% do imunizante produzido pelo Brasil em parceria com a China.

Segundo o governador, o governo de São Paulo está “à disposição” para atender à necessidade do Plano Nacional de Imunização.

Ainda durante a entrevista, Doria ressaltou que será possível iniciar a vacinação em São Paulo, prevista pelo Plano Estadual de Imunização, em 25 de janeiro, conforme estabelecido anteriormente. De acordo com o governador, os planos de imunizar os grupos prioritários, formados por profissionais de saúde, indígenas e quilombolas, ainda está em vigor.

“Até março teremos 46 milhões de doses da vacina do Butantan em São Paulo. Neste momento, temos 10,8 milhões de doses prontas, preparadas e estocadas. Uma vacinação em massa não é feita em um, dois ou três dias, mas sim ao longo de meses. Temos a expectativa concreta e real da chegada de mais insumos para a produção. Será totalmente possível iniciar a vacinação dos grupos prioritários, conforme prevê o plano estadual, e, ao mesmo tempo, fornecer a quantidade necessária aos demais estados para que possam proceder dentro do Plano Nacional de Imunização.”

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POLÍTICA NACIONAL

Candidato de Alcolumbre ao Senado diz não ver crime que justifique impeachment

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Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG)
Marcos Oliveira/Agência Senado

Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é o candidato de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para a presidência do Senado

O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG), candidato de Davi Alcolumbre (DEM-AP) à presidência do Senado, afirmou que não vê a prática de crimes de responsabilidade por parte do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) que justifiquem a abertura de um processo de impeachment .

“Não consigo depreender desses fatos [gestão do governo durante a pandemia] um crime de responsabilidade que suscite a necessidade do pedido de impeachment”, afirmou Pacheco em entrevista ao portal UOL .

Para o parlamentar, princípios constitucionais, aos quais ele diz ter “apego”, “não podem ser banalizados”. “O que digo em relação ao impeachment é que não temos um ambiente adequado para esse tipo de encaminhamento no momento”, completou Pacheco.

Para justificar seu entendimento, Pacheco disse que o Brasil assistiu a dois impeachments em sua história recente e os classificou como um “triste episódio da história nacional”. “Temos que evitar que eles se repitam. Ter um ambiente de pacificação é o que eu vou buscar como presidente do Senado”, afirmou.

Em campanha para chegar ao comando do Senado, Pacheco tem apoio do presidente e ainda do PT e do PDT, que fazem oposição ao governo federal. A principal tônica da chapa do parlamentar tem sido a da “pacificação” .

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O senador ainda defendeu foco “na saúde pública, desenvolvimento social para as pessoas que precisam do estado e fundamentalmente crescimento econômico para sair da crise”.

Questionado se ele acha que Bolsonaro cometeu erros durante a pandemia, Pacheco disse que o presidente Jair Bolsonaro “talvez reconheça erros que possa ter praticado”.

Leia mais:  Pedido de afastamento de Pazuello enviado pela Rede é negado por Lewandowski

“No final das contas, talvez o presidente reconheça eventuais erros que tenha praticado. Eu também serei capaz de reconhecer erros que o Parlamento possa ter praticado. O objetivo agora é encontrar um caminho comum de uso de máscara, isolamento social e tratamento apropriado para a doença.”

Segundo o senador, as atenções devem estar voltadas para a vacinação, e não aos erros “do passado”. “Que todos tenhamos em conjunto uma esperança grande e energia redobrada em torno da imunização do povo brasileiro. O foco agora é na vacinação e os erros do passado ficarão na história para serem corrigidos no futuro quando outras situações similares puderem acontecer”, disse.

Pacheco também falou sobre a possível abertura de um processo no Conselho de Ética da Casa contra o senador e filho do presidente da República, Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ), e defendeu que o colega de Casa deve ser tratado como um dos 81 senadores.

“Ele é um senador da República, não pode ser tratado no ambiente do Senado nem para bem, nem para mal, como filho do presidente. Como senador, ele precisa ter o mesmo tratamento que os demais 80”, afirmou.

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POLÍTICA NACIONAL

Covid-19: São Paulo estuda endurecer medidas do plano de flexibilização

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Governo João Doria deverá aumentar restrições no estado
Reprodução: ACidade ON

Governo João Doria deverá aumentar restrições no estado

governo de São Paulo anunciará na sexta-feira (22) uma nova reclassificação do Plano São Paulo, e devido ao aumento de casos do novo coronavírus (Sars-Cov-2), as medidas de isolamento social devem ser endurecidas.

Esta será a terceira atualização de fases em apenas 15 dias. Isso se dá pelo fato do agravamento da pandemia no estado paulista, que vive uma segunda onda da doença. Na última terça (19), São Paulo alcançou a marca de 50 mil mortes em decorrência do vírus.

Atualmente, 2 terços da população está na fase amarela, e apenas uma região, a de Marília, está na vermelha.

Fruto das festas de fim de ano,  São Paulo apresenta os piores índices de Covid-19 desde março de 2020, quando foram registrados os primeiros casos.

Na última segunda-feira (18), o secretário da saúde, Jean Gorinchteyn declarou que na semana passada, São Paulo registrou o pico de média diária de novos casos da Covid-19.

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Nos últimos 45 dias, foram 11.300 diagnósticos positivos. Em comparação com a última semana de 2020, as internações aumentaram 28%, e as mortes, 59%.

 Vacinação

No domingo (17), a enfermeira Mônica Calazans se tornou a primeira brasileira a ser imunizada contra a Covid-19 no país, em evento feito pelo governo de São Paulo no mesmo dia em que a Anvisa aprovou o uso emergencial da CoronaVac .

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Desde então, o estado é o que vacinou o maior número de pessoas, 33 mil.

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