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POLÍTICA NACIONAL

Covid-19: São Paulo estuda endurecer medidas do plano de flexibilização

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Governo João Doria deverá aumentar restrições no estado
Reprodução: ACidade ON

Governo João Doria deverá aumentar restrições no estado

governo de São Paulo anunciará na sexta-feira (22) uma nova reclassificação do Plano São Paulo, e devido ao aumento de casos do novo coronavírus (Sars-Cov-2), as medidas de isolamento social devem ser endurecidas.

Esta será a terceira atualização de fases em apenas 15 dias. Isso se dá pelo fato do agravamento da pandemia no estado paulista, que vive uma segunda onda da doença. Na última terça (19), São Paulo alcançou a marca de 50 mil mortes em decorrência do vírus.

Atualmente, 2 terços da população está na fase amarela, e apenas uma região, a de Marília, está na vermelha.

Fruto das festas de fim de ano,  São Paulo apresenta os piores índices de Covid-19 desde março de 2020, quando foram registrados os primeiros casos.

Na última segunda-feira (18), o secretário da saúde, Jean Gorinchteyn declarou que na semana passada, São Paulo registrou o pico de média diária de novos casos da Covid-19.

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Nos últimos 45 dias, foram 11.300 diagnósticos positivos. Em comparação com a última semana de 2020, as internações aumentaram 28%, e as mortes, 59%.

 Vacinação

No domingo (17), a enfermeira Mônica Calazans se tornou a primeira brasileira a ser imunizada contra a Covid-19 no país, em evento feito pelo governo de São Paulo no mesmo dia em que a Anvisa aprovou o uso emergencial da CoronaVac .

Leia mais:  Mandetta ironiza decisão do governo comprar vacinas: "Antes tarde do que nunca"

Desde então, o estado é o que vacinou o maior número de pessoas, 33 mil.

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POLÍTICA NACIONAL

Flávio Bolsonaro ainda deve R$ 1,8 milhões de mansão de R$ 6 milhões

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Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ)
Leopoldo Silva/Agência Senado

Senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ)

​O ex-proprietário da mansão de R$ 6 milhões comprada pelo senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) em Brasília disse que o parlamentar ainda deve R$ 1,8 milhões do valor total do imóvel. A informação foi divulgada pela empresa RVA Construções e Incorporações, do empresário Juscelino Sarkis, que é um dos sócios da construtora.

“Até o presente momento todos os termos contratados têm sido devidamente adimplidos, já tendo sido efetuado o pagamento do valor de R$ 4.190.278,30”, diz o texto da nota. Apesar dos valores pendentes, a transação do imóvel foi registrada em cartório no último dia 29 de janeiro.

Segundo a RVA, R$ 3,1 milhões foram pagos com o financiamento imobiliário, liberado pelo Banco de Brasília em 2 de fevereiro. Outro R$ 1,09 milhão foi feito por meio de três transferências bancárias no fim do ano passado: R$ 200 mil em 23 de novembro, R$ 300 mil em 10 de dezembro, e R$ 590 mil em 11 de dezembro.

Sem dar informações sobre a parcela pendente, a empresa diz que “adotou todas as providências legais que cabem ao vendedor, em estrita observância ao Código Civil e às demais leis que regem os contratos de compra e venda de imóveis”. 

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A assessoria jurídica da empresa vendedora diz que, “diante do grande número de notícias que vêm sendo veiculadas na imprensa”, decidiu divulgar o comunicado.

Flávio afirmou nesta terça-feira (2) que usou recursos da venda de um imóvel  e da franquia de uma loja de chocolates para comprar a mansão de R$ 6 milhões.

“Tudo registrado em escritura pública”, disse em nota divulgada pela assessoria de imprensa do parlamentar. “Qualquer coisa além disso é pura especulação ou desinformação por parte de alguns veículos de comunicação.”

O imóvel vendido para ajudar na compra da mansão, segundo ele, foi o apartamento na Barra da Tijuca, que ele havia comprado por R$ 2,5 milhões, com financiamento. A venda ainda não foi informada ao Registro de Imóveis —a responsabilidade é do comprador e não há prazo para fazer o registro.

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Mandetta ironiza decisão do governo comprar vacinas: “Antes tarde do que nunca”

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Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)
Reprodução: iG Minas Gerais

Ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta (DEM)

Luiz Henrique Mandetta , ex-ministro da Saúde, demitido do cargo em abril de 2020, ironizou nesta quarta-feira (3) a situação do governo federal, que anunciou que irá adquirir doses das vacinas da Pfizer e da Jansen.

Seis meses depois de oferecer cerca de 70 milhões de doses de imunizantes, o governo federal deve, enfim, adquirir as vacinas da Pfizer contra o novo coronavírus (Sars-Cov-2). A informação foi confirmada pelo ministro da saúde, Eduardo Pazuello.

Poucos minutos depois, Mandetta usou as redes sociais para ironizar a compra das vacinas, em um momento onde os resultados econômicos e referentes à pandemia são negativos.

Citando “recessão e falsos dilemas econômicos”, Mandetta se pronunciou. Confira o tuíte:

Desde que foi demitido da pasta, por discordâncias ideológicas com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Mandetta vem se manifestando contra ações governamentais. 

Na última terça, quando o Brasil registrou mais de 1700 mortes em decorrência da Covid-19 , o médico alertou que  “Se voltar tudo ao normal, acontece uma Manaus generalizada no Brasil”, e que a falta de ação do governo “não é solidário com as famílias”.

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