conecte-se conosco


POLÍTICA MT

Campanha Janeiro Branco reforça importância da rede de atendimento

Publicado


Dr. Eugênio foi autor da Lei 11.155/2020 que autorizou contratação emergencial de psicólogos, terapeutas ocupacionais, assistentes sociais e médicos psiquiatras durante a pandemia

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A Lei 11.203/2020, de autoria do deputado Dr. Gimenez, estabelece a política de diagnóstico e tratamento para depressão

Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

A pandemia impôs novos costumes e o isolamento social contribuiu para despertar desconfortos emocionais e até doenças, como transtorno de ansiedade e depressão. Neste contexto, a campanha nacional Janeiro Branco tem como tema “Todo cuidado conta” e busca reforçar a importância da rede de apoio e cuidado à saúde mental e das múltiplas necessidades — públicas e privadas — relativas à saúde mental das pessoas.

O psicólogo e servidor da Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), Raul Tibaldi, destaca que a pesquisas apontam, por exemplo, o desencadeamento de transtornos de ansiedade e depressão e indícios de aumento do comportamento suicida durante o isolamento social. “Parece inegável que muitos a nossa volta experimentaram sentimentos de medo, ansiedade e tristeza, entre outros, com mais frequência e maior intensidade devido ao contexto pandêmico e, em especial, ao modo como ele foi gerenciado no Brasil”, afirma o psicólogo.

De acordo com Raul Tibaldi, psiquiatras e psicólogos relatam aumento do número de queixas e procura por atendimentos. Em Mato Grosso, a Secretaria de Estado de Saúde explicou que a saúde mental é o tema central da campanha Setembro Amarelo, mas que ao longo de todo o ano a rede de profissionais e apoio às pessoas fica disponível na rede básica de saúde e nos centro especializados, inclusive durante o período de isolamento.

Para o psicólogo, as políticas públicas de saúde mental e assistência social brasileiras são planejadas para serem suficientes. Contudo, considerando o atual contexto político do país, isso tem sido cada vez mais dificultado em sua efetivação. “O último exemplo mais relevante disso foi a tentativa de revogação, pelo Ministério da Saúde e Governo Federal, de diversos atos normativos que regulam a Rede de Atenção Psicossocial (RAPS). Nesse sentido, a ampliação e melhoria do atendimento público à saúde mental passa, dentre outros aspectos, pela defesa e fortalecimento das políticas públicas do SUS, SUAS e RAPS”, afirma Tibaldi.

Leia mais:  Faissal pede reformas em escolas de Itiquira

Durante a pandemia do novo coronavírus, a Lei 11.155/2020 autorizou a contratação emergencial temporária de psiquiatras, psicólogos, assistentes sociais e terapeutas ocupacionais, para oferecer atendimento às vítimas de depressão e tendências suicidas em decorrência do isolamento social. De autoria do deputado Dr. Eugênio, a lei visa o atendimento para aqueles que passaram pela dor da perda de entes queridos, que tiveram consequências emocionais geradas pelo confinamento social ou pela impossibilidade de garantir o sustento de suas famílias, no caso dos trabalhadores informais e outros.

Outras leis – Para auxiliar no diagnóstico e tratamento de pessoas com depressão, foi sancionada no ano passado a Lei 11.203/2020, que institui a política de diagnóstico e tratamento na rede de saúde pública de Mato Grosso. De autoria do deputado Dr. Gimenez (PV), a nova regra também cria um protocolo de identificação, cadastramento e acompanhamento de pacientes na rede pública diagnosticados com depressão. Além disso, o estado deve promover campanhas de conscientização sobre o tema junto aos diferentes públicos afetados, de forma mostrar a gravidade da doença.  

“O estado não pode se furtar da responsabilidade em relação à saúde pública e tem o dever de esclarecer a população que esta doença desencadeia muito sofrimento, incapacita e quando não tratada pode levar a pessoa a não querer mais viver. Também traz inúmeros prejuízos à economia e ao próprio estado por estar entre os principais motivos de afastamentos e licenças médicas”, afirma Dr. Gimenez.

O Projeto de Lei 101/2019, que regulamenta a campanha Janeiro Branco em âmbito estadual, está em tramitação na ALMT. Ele já foi aprovado na comissão de mérito, Comissão de Saúde, e na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) e está apto para apreciação em Plenário.

Leia mais:  Deputados aprovam mensagem do governo para conter disseminação do coronavírus
Fonte: ALMT

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA MT

Botelho debate hoje com governo criação de centro de triagem da Covid-19 em VG

Publicado


Foto: ANGELO VARELA / ALMT

O primeiro-secretário da Assembleia Legislativa, deputado Eduardo Botelho (DEM) debateu a possibilidade de transformar o Hospital São Lucas, de Várzea Grande, em um centro de triagem para Covid-19. Botelho vai recorrer ao governo do estado para a firmação de uma parceria que consolide essa proposta, já que a doença avança cada vez mais no estado e sobrecarrega o atendimento da Arena Pantanal e Pronto Socorro. Para isso, ele agendou uma reunião com o governador Mauro Mendes, no Palácio Paiaguás, hoje (3), às 14 horas.
Pela manhã, Botelho visitou a unidade hospitalar, onde foi recebido pelos diretores do hospital, os médicos Hilton Taques e Augusto Cesar da Mota Menezes, além do secretário interino de Saúde de Várzea Grande, Gonçalo de Barros.
“Estamos aqui preocupados com a situação da Covid, está super lotado, nos disseram que há atendimento até do lado de fora, na calçada e estamos procurando uma solução. Vamos falar hoje com o governador que certamente irá nos atender para amenizar a situação, pois precisamos criar mais estrutura para atender os pacientes com Covid e esse hospital foi colocado como uma possibilidade. Então, vim aqui com o secretário de Saúde conhecer e levar a proposta ao governador para ver se conseguimos encampar essa ideia para ajudar a população”, afirmou Botelho.
Barros destacou a importância do centro de triagem da Covid no Hospital São Lucas. Disse que vai desafogar as unidades e alertou que o número de leitos disponíveis está esgotado e que o trabalho em conjunto é fundamental. “Com o apoio direto do deputado Botelho, que é muito humano, do governo do estado e entendimento do prefeito Kalil, poderemos montar o centro de triagem com capacidade de monitorar e estender com medicação nos moldes do que vem acontecendo na Arena Pantanal, obviamente, com capacidade bem menor, mas seria neste momento em que a situação está se agravando, muito importante não só para Várzea Grande, mas todo estado. O município não dispõe de recursos financeiros e precisamos desse apoio do estado”, esclareceu o secretário.

Leia mais:  Levantamento legislativo deve ampliar as possibilidades para o enfrentamento à violência contra a mulher
Fonte: ALMT

Comentários Facebook
Continue lendo

POLÍTICA MT

Publicada lei que proíbe a extinção da Empaer pelo Estado

Publicado


Foto: JLSIQUEIRA / ALMT

Foi publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) que circulou no dia 25 de fevereiro, a Lei Complementar 683/2021, fruto de projeto de autoria do deputado estadual Wilson Santos (PSDB), que proíbe o governo do estado de extinguir a Empresa Mato-Grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer).

 A lei reconhece o relevante interesse social e econômico da autarquia para o Estado e a população de Mato Grosso e é desdobramento do PLC 49/2020. A nova legislação ainda estabelece que a Empaer será objeto de proteção específica e deverá buscar sua autonomia orçamentária e financeira por meio de serviços e de pesquisa agrícola.

 Inicialmente, a lei complementar havia sido aprovada pela Assembleia Legislativa, mas, veio a ser vetada pelo governador Mauro Mendes (DEM).  Posteriormente, o veto foi derrubado pelo plenário do Legislativo.

 O deputado Wilson Santos comemorou a aprovação, destacando a importância da agricultura familiar para a garantia de alimentos principalmente nos menores municípios de Mato Grosso.

“Uma vitória muito importante. O mini e pequeno produtor não tem condições financeiras para custear a assistência técnica ou a elaboração de projetos técnicos para sua pequena propriedade. Daí surge a Empaer como única esperança. São 141 municípios divididos em nove regiões administradas pela Empaer e que presta suporte às famílias de baixa renda que vivem do ramo agrícola”, disse.

Fonte: ALMT

Comentários Facebook
Leia mais:  Faissal visita seis cidades do interior em uma semana
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana