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POLÍTICA NACIONAL

Baleia Rossi não descarta impeachment de Bolsonaro: “Não podemos abrir mão”

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Deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP)
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP) é o candidato de Maia à presidência da Câmara

O deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP), candidato do presidente da Câmara Rodrigo Maia (DEM-RJ) ao comando da Casa, não descarta a possibilidade de aceitar um pedido de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) caso vença as eleições que estão marcadas para o mês de fevereiro.

Segundo o parlamentar, acatar o pedido de afastamento do presidente é “prerrogativa do presidente da Câmara”. Rossi ainda afirma que “não podemos abrir mão de nenhuma prerrogativa do Parlamento”.

Ao ser questionado durante agenda em Santa Catarina sobre a possibilidade de analisar os pedidos, Rossi disse que o faria com “muita clareza e objetividade”.

“Uma das prerrogativas do presidente da Câmara dos Deputados é essa, e cabe ao presidente analisar todos os pedidos. Não podemos fazer o exercício de futurologia. Quando eu for presidente da Câmara dos Deputados, nós vamos fazer a análise dentro da Constituição. É prerrogativa do Parlamento, e não podemos abrir mão de nenhuma prerrogativa do Parlamento”, afirmou.

Em entrevista à Folha de S.Paulo neste domingo (10), Rossi deu declarações que geraram atrito contra o PT. O partido aceitou apoiar o parlamentar em troca da análise dos pedidos de impeachment que foram engavetados por Rodrigo Maia durante sua gestão à frente da Câmara.

O descontentamento ficou claro após a presidente nacional do PT,  a deputada federal Gleisi Hoffmann (PR), ir ao Twitter cobrar o cumprimento do acordo sob pena da perda de votos do partido.

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POLÍTICA NACIONAL

Rejeição de Bolsonaro chega a 40%, apoio cai 6 pontos; aponta pesquisa XP-Ipespe

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Reprodução: iG Minas Gerais

Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)

Pesquisa divulgada pela XP-Ipespe nesta segunda-feira (18) que avalia a aprovação do  presidente Jair Bolsonaro indicou que 40% da população considera sua gestão ruim ou péssima.

Entre os que avaliam o governo sendo ótimo ou bom, queda de 6 pontos percentuais desde a última pesquisa, indo de 38% para 32%. É a primeira vez desde maio de 2020 em que é notado aumento na percepção negativa e redução no número de apoiadores de Bolsonaro.

Além disso, é a primeira vez desde julho em que a avaliação negativa é maior do que a positiva. Os números refletem o delicado momento que o país vivencia durante a segunda onda da pandemia do novo coronavírus (Sars-Cov-2), a incerteza em relação a compra de vacinas por parte do governo federal e a dramática situação envolvendo a falta de oxigênio em Manaus.

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Entre os governadores , a aprovação é de 35%, com destaque para os da região sudeste, cuja avaliação positiva saltou de 23% em agosto, para 32% em janeiro.

1000 pessoas participaram da entrevista, realizada ao redor do Brasil entre os dias 11 a 14 de janeiro. A margem de erro é de 3 pontos percentuais para mais ou para menos.

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POLÍTICA NACIONAL

Maia diz que é “inevitável’ criação de CPI para fazer uma “grande investigação”

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maia
MARCELO CAMARGO/AGÊNCIA BRASIL

Presidente da Câmara, Rodrigo Maia

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), disse nesta segunda-feira (18) que é “inevitável” a criação de uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) para investigar “toda a desorganização, toda a falta de capacidade de logística e de entrega de equipamentos e insumos aos estados e municípios” .

“Isso tudo eu acho que vai acabar em uma grande investigação . É inevitável que a gente tenha pelo menos uma grande Comissão Parlamentar de Inquérito a partir de um momento um pouco mais na frente”, disse, acrescentando:

“Certamente essa investigação vai chegar aos responsáveis pelo não atendimento ao email de uma indústria farmacêutica querendo vender vacina para o Brasil — que agora já não tem mais essas vacinas para vender —, toda a desorganização, toda a falta de capacidade de logística e de entrega de equipamentos e insumos aos estados e municípios, acho que isso vai ficar claro mais na frente”.

As declarações foram dadas em meio a críticas ao ministro da Saúde , Eduardo Pazuello. Maia lembrou que o militar é elogiado pelo governo pela sua experiência na área da logística, mas, segundo o presidente da Câmara, a atuação de Pazuello na Saúde foi falha justamente nesse aspecto.

“Não há planejamento, não se acreditava na importância da vacina . O que me estranha é que quando o ministro Pazuello foi escolhido — ele tem uma boa relação, acho que ele é um bom militar —, mas acho que o motivo que o levou ao ministério, que era bom de logística, provou um fracasso, pelo menos até o momento”, disse.

O presidente da Câmara, que está em campanha para eleger seu sucessor, Baleia Rossi (MDB-SP), que enfrenta o candidato apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, Arthur Lira (PP-AL), também comentou a aprovação do uso emergecial de duas vacinas contra a Covid-19 no domingo.

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Ele parabenizou o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), fez críticas a Bolsonaro e classificou como ” papelão ” a atitude de Pazuello “querendo campturar o tema das vacinas”.

“O presiednte da República disse várias vezes que não compraria a vacina chinesa, que quem manda era ele, mas, na hora da verdade, a coragem não é tão grande. É corajoso até parte da história”, disse, acrescentando:

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“Apesar do papelão do ministro Pazuello, agora querendo capturar, vamos chamar assim, o tema das vacinas, pelo menos eles compraram as vacinas e, para nossa felicidade, pelo menos 6 milhões de brasileiros estarão imunizados nas próximas semanas”.

Sobre a crise provocada pela falta de oxigênio em Manaus (AM), Maia afirmou que Bolsonaro criou uma narrativa falsa sobre a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que deu autonomia para estados e municípios na condução da pandemia.

“O presidente, inclusive, ele coloca dessa forma, coloca uma narrativa que o Supremo tirou o poder do governo federal, não foi nada disso. O Supremo deixou claro lá atrás que a coordenação do sistema SUS é do governo federal”, comentou.

A decisão do STF, tomada em 15 de abril, apenas garantiu a autonomia de estados e prefeituras para tomar decisões relacionadas à pandemia. Na mesma decisão, o Supremo deixou claro que o governo federal também pode tomar medidas para conter a pandemia, mas em casos de abrangência nacional.

Questionado sobre o novo pedido de impeachment planejado por partidos de oposição, Maia disse que os deputados e senadores precisam focar, no momento, em “salvar vidas”, mas não descartou a possibilidade do tema ser debatido no futuro.

“Não que o tema do impeachment em algum momento do futuro não deva entrar na pauta ou uma CPI, como eu falei, para investigar tudo que aconteceu na área de saúde durante a pandemia, mas acho que, neste momento, se a gente tira o foco do enfrentamento ao coronavírus, a gente transfere para o parlamento uma crise política e deixa de focar no principal neste momento que é tentar salvar vidas”.

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