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POLÍTICA NACIONAL

Alexandre Frota anuncia que será candidato à presidência da Câmara

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Deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP)
Michel Jesus/ Câmara dos Deputados

Deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP)

O deputado federal Alexandre Frota (PSDB-SP) lançou nesta quinta-feira (14) sua candidatura à presidência da Câmara , e prometeu acatar os pedidos de impeachment contra o  presidente Jair Bolsonaro .

Frota garantiu ser o único candidato na disputa que tem como prioridade colocar em votação o impeachment de Bolsonaro:

“O que eu posso prometer é uma Câmara totalmente independente, uma Câmara livre. Eu vou abrir diálogo com todos os segmentos da Câmara, com todos os partidos, inclusive. Eu não tenho cargos para oferecer, ao contrário dos outros grandes candidatos que existem. Não tenho emendas de R$ 15 milhões, mas eu tenho um trunfo na mão: eu sou o único candidato à Presidência da Câmara dos Deputados com coragem suficiente para colocar no primeiro minuto de mandato o processo de impeachment do Jair Bolsonaro”, declarou em vídeo divulgado por sua assessoria.

Além do Psdbista, André Janones (Avante-MG), Arthur Lira (PP-AL), Baleia Rossi (MDB-SP), Fábio Ramalho (MDB-MG) e Capitão Augusto (PL-SP) se candidataram à presidência da Câmara. A eleição está marcada para o dia 2 de fevereiro, e são necessários ao menos 257 votos para ser eleito.

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Leia mais:  Planalto assume que ataques à China atrapalham chegada de ingredientes de vacina
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POLÍTICA NACIONAL

Auxiliares de Bolsonaro culpam Ernesto Araújo por clima ruim com China e Índia

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Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores
Marcelo Carmargo/Agência Brasil

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores

O atraso na operação de envio de um avião para recolher vacinas na Índia  e a demora na liberação da exportação por parte da China dos insumos para a produção de vacinas no Brasil fez aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) responsabilizarem o chanceler Ernesto Araújo por essas duas derrotas para o governo. A informação é do jornal Folha de S.Paulo .

Segundo essas pessoas próximas ao presidente, a área de relações exteriores, que é comandada por Ernesto, contribuiu para a derrota política de peso sofrida pelo Palácio do Planalto no fim de semana. O revés foi tão grande que permitiu que o governador de São Paulo João Doria, ficasse com todo o protagonismo do início da vacinação no Brasil.

O governo vinha tentando antecipar desde dezembro um lote de 2 milhões de doses da vacina de Oxford com a AstraZeneca produzidas no laboratório indiano Serum. O objetivo era que as doses fossem usadas para dar o pontapé na campanha imunização no Brasil. Uma cerimônia no Planalto estava sendo preparada para a ocasião.

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Ao longo de semanas, Araújo coordenou esforços para conseguir a liberação da carga a tempo de garantir o cronograma desejado pelo Planalto, mas não houve êxito e, até o momento, não há prazo para que isso ocorra.

A principal crítica contra o chanceler é que ele deveria ter sido claro sobre as dificuldades políticas para que a Índia desse luz verde para a venda, uma vez que Nova Déli não quis possibilitar a venda antes de iniciar a sua própria campanha de vacinação.

O ministro do Itamaraty também virou vidraça de membros do governo que querem por uma menor carga ideológica na condução da política externa brasileira. Eles se queixam que os constantes embates com a China criaram dificuldades de interlocução num momento em que o país depende da boa vontade de Pequim.

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POLÍTICA NACIONAL

Pacheco lança candidatura e defende “pacificação” com apoio do PT e Bolsonaro

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Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é o candidato de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para a presidência do Senado
Marcos Oliveira/Agência Senado

Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é o candidato de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para a presidência do Senado

O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) oficializou nesta terça-feira (19) sua candidatura à presidência do Senado e disse que é preciso buscar a “unificação das instituições” e a “pacificação da sociedade”. Ele tem o apoio de partidos da oposição, como o próprio PT, e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Reconheço a necessidade de se manterem os méritos e os avanços da gestão atual, e estou ciente de que os novos desafios do Brasil demandarão novas soluções”, disse em aceno a um de seus principais padrinhos na disputa, o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

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O texto é foi uma formalidade. Na prática, Pacheco se antecipou na disputa antes mesmo do lançamento da candidatura do MDB, seu principal adversário, e conquistou o apoio de nove legendas até o momento. Com a estratégia, ele abriu ampla vantagem na conquista de votos. A senadora Simone Tebet (MDB-MS), por sua vez, tem alianças formais com o Podemos e o Cidadania .

“Me comprometo a ter como foco imediato da atuação legislativa do Senado Federal, em virtude da pandemia e de seus graves reflexos, o trinômio: saúde pública – crescimento econômico – desenvolvimento social, com o objetivo de preservar vidas humanas, socorrer os mais vulneráveis e gerar emprego, renda e oportunidades aos brasileiros e brasileiras, sem prejuízo de outras matérias de igual relevância, que merecerão, a seu tempo, atenção e prioridade”, disse, sem citar propostas específicas.

Ele também destacou que vai “submeter à deliberação do plenário as reformas e as proposições necessárias e imprescindíveis para o desenvolvimento do País”.

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