conecte-se conosco


POLÍTICA NACIONAL

‘Soube da minha exoneração pela imprensa’, diz médico que pediu vacinas para STF

Publicado


source
marco polo dias freias
Divulgação

Marco Polo Dias Freitas foi exonerado do cargo de secretário de Saúde do STF pelo presidente da Corte, Luiz Fux.

Exonerado do cargo de secretário de Saúde do STF pelo presidente da Corte , Luiz Fux, o médico Marco Polo Dias Freitas disse estar surpreso e que soube de sua exoneração pela imprensa.

Fux retirou o médico do cargo porque ele teria solicitado vacinas à Fiocruz e ao Instituto Butantan sem o conhecimento do ministro.

Em nota divulgada à imprensa, Freitas rebateu: “Respeito rigorosamente a hierarquia administrativa do Supremo Tribunal Federal . Nesses onze anos no STF, nunca realizei nenhum ato administrativo sem a ciência e a anuência dos meus superiores hierárquicos “.

Ao Globo, o médico contou que estava surpreso com a repercussão do caso. Disse que não quer dar muitas declarações, para que o fato não aumente ainda mais.

“Realmente eu estou surpreso com tudo isso, fiquei sabendo da minha exoneração pela imprensa. Estou digerindo tudo ainda”, afirmou.

Na nota, Marco Polo disse que tem 33 anos de serviço público, é médico concursado do STF desde setembro de 2009 e comandou a Secretaria de Serviços Integrados de Saúde do STF nas gestões dos ministros Ricardo Lewandowiski, Cármen Lúcia e Dias Tofolli, “com reconhecimento pelos serviços prestados”.

Ao fim do texto, Freitas diz que continuará, “como médico, de corpo e alma, na luta diária pela saúde e bem-estar das pessoas”.

Leia mais:  Protestos contra Bolsonaro: panelaços são registrados ao redor do país; confira

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA NACIONAL

Protestos contra Bolsonaro: panelaços são registrados ao redor do país; confira

Publicado


source
Projeção feita no Minhocão%2C no centro de São Paulo durante o
Reprodução Instagram

Projeção feita no Minhocão, no centro de São Paulo durante o “panelaço” contra Bolsonaro

Diversos estados do país registraram “panelaços” contra o  presidente Jair Bolsonaro na noite desta sexta-feira (15). Os protestos foram marcados e registrados pelas redes sociais.

Confira alguns registros:

Em Manaus, onde o sistema de saúde colapsou e a cidade vive o maior pico de internações de Covid-19 desde o início da pandemia, foram registrados grandes “panelaços” contra Bolsonaro:

Internauta registrou manifestação em Londrina, no norte do Paraná:

Você viu?

José Guimarães, deputado federal (PT-CE), registrou panelaço na capital do país, Brasília:

Sob gritos de “genocída”, protesto também foi visto na região central de São Paulo:

Manifestação na zona sul do Rio de Janeiro:

Comentários Facebook
Leia mais:  Maia pede "urgência" na convocação de reunião para discutir colapso em Manaus
Continue lendo

POLÍTICA NACIONAL

Maia diz que discutir impeachment de Bolsonaro será “inevitável no futuro”

Publicado


source
Rodrigo Maia%2C presidente da Câmara
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Rodrigo Maia, presidente da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não descartou a possibilidade de discussão de um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas jogou a responsabilidade para colocar o assunto em pauta pelo seu sucessor. O parlamentar afirmou que essas discussões seriam inevitáveis “no futuro”.

“Eu acho que esse tema de forma inevitável será discutido pela Casa no futuro. Temos de focar no principal, que agora é salvar o maior número de vidas, mesmo sabendo que há uma desorganização e uma falta de comando por parte do ministério da Saúde”, disse Maia ao participar de entrevista coletiva ao lado do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Maia defendeu que, neste momento, a prioridade é retomar os trabalhos da Câmara e do Senado, que estão em recesso desde dezembro. Essa foi a justificativa dada por Maia para não discutir e protocolar um processo de impedimento neste momento.

Você viu?

“Nós estamos em recesso, desde março vivemos uma pandemia, da qual a nossa decisão não foi avaliar ou deixar de avaliar impeachment, mas, sim, compreender que a pandemia é a prioridade de todos nós”, afirmou.

Logo após a coletiva, Maia ainda conversou com jornalistas e ressaltou que não será ele quem decidirá sobre o impeachment, visto que seu mandato termina no próximo dia 1º de fevereiro.

Logo, uma discussão sobre o impedimento de Jair Bolsonaro estará na gaveta do próximo presidente da Casa, que pode ser o deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP).

Leia mais:  "Impeachment é questão politiqueira", diz Bolsonaro sobre ser afastado do cargo

“Até o dia 2 de fevereiro, até a eleição, quem faz essa análise é o nosso presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Se Deus me der a oportunidade de presidir a Câmara, eu agirei de acordo com o que diz a Constituição. Qualquer e toda análise será feita dentro dos princípios da nossa Constituição Federal”, disse Rossi.

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana