conecte-se conosco


POLÍTICA NACIONAL

Presidente do STJ diz que aprovou pedido de reserva de vacinas para a Corte

Publicado


source
Humberto Martins, presidente do STJ.
Gustavo Lima / STJ

Humberto Martins, presidente do STJ.

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ) , ministro Humberto Martins, declarou, na última segunda-feira (28), que aprovou a proposta de reservar vacinas para promover uma campanha de imunização na Corte e no Conselho Nacional de Justiça (CNJ). As informações são do Estadão Conteúdo .

A solicitação de reserva de vacinas contra o novo coronavírus (Sars-CoV-2) foi feita à Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Uma quantidade de 13 mil doses foi pedida à organização, que negou o fornecimento e informou que dedica a sua produção integral ao Ministério da Saúde.

O objetivo era contemplar “ministros, servidores e colaboradores deste tribunal e do Conselho da Justiça Federal (CJF), nos mesmos moldes das campanhas que foram realizadas rotineiramente contra gripe, em anos anteriores”, disse o presidente do STJ .

Humberto Martins informou que a proposta foi feita pela Secretaria de Serviços Integrados de Saúde do tribunal.

Por ser uma “questão administrativa de rotina”, ela foi aprovada pela presidência sem passar pelos outros ministros .

“No âmbito do STJ, as questões de saúde — como a proposta de aquisição de vacinas — são de competência da Secretaria de Serviços Integrados de Saúde (SIS), que são aprovadas pelo Presidente do Tribunal, cabendo a parte operacional à Direção-Geral da instituição”, explicou Martins. “Ao presidente do STJ compete decidir as questões administrativas de rotina – como essa, de aquisição de vacinas”, complementou.

Leia mais:  Auxiliares de Bolsonaro culpam Ernesto Araújo por clima ruim com China e Índia

Comentários Facebook
publicidade

POLÍTICA NACIONAL

Auxiliares de Bolsonaro culpam Ernesto Araújo por clima ruim com China e Índia

Publicado


source
Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores
Marcelo Carmargo/Agência Brasil

Ernesto Araújo, ministro das Relações Exteriores

O atraso na operação de envio de um avião para recolher vacinas na Índia  e a demora na liberação da exportação por parte da China dos insumos para a produção de vacinas no Brasil fez aliados do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) responsabilizarem o chanceler Ernesto Araújo por essas duas derrotas para o governo. A informação é do jornal Folha de S.Paulo .

Segundo essas pessoas próximas ao presidente, a área de relações exteriores, que é comandada por Ernesto, contribuiu para a derrota política de peso sofrida pelo Palácio do Planalto no fim de semana. O revés foi tão grande que permitiu que o governador de São Paulo João Doria, ficasse com todo o protagonismo do início da vacinação no Brasil.

O governo vinha tentando antecipar desde dezembro um lote de 2 milhões de doses da vacina de Oxford com a AstraZeneca produzidas no laboratório indiano Serum. O objetivo era que as doses fossem usadas para dar o pontapé na campanha imunização no Brasil. Uma cerimônia no Planalto estava sendo preparada para a ocasião.

Você viu?

Ao longo de semanas, Araújo coordenou esforços para conseguir a liberação da carga a tempo de garantir o cronograma desejado pelo Planalto, mas não houve êxito e, até o momento, não há prazo para que isso ocorra.

A principal crítica contra o chanceler é que ele deveria ter sido claro sobre as dificuldades políticas para que a Índia desse luz verde para a venda, uma vez que Nova Déli não quis possibilitar a venda antes de iniciar a sua própria campanha de vacinação.

O ministro do Itamaraty também virou vidraça de membros do governo que querem por uma menor carga ideológica na condução da política externa brasileira. Eles se queixam que os constantes embates com a China criaram dificuldades de interlocução num momento em que o país depende da boa vontade de Pequim.

Comentários Facebook
Continue lendo

POLÍTICA NACIONAL

Pacheco lança candidatura e defende “pacificação” com apoio do PT e Bolsonaro

Publicado


source
Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é o candidato de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para a presidência do Senado
Marcos Oliveira/Agência Senado

Senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) é o candidato de Davi Alcolumbre (DEM-AP) para a presidência do Senado

O senador Rodrigo Pacheco (DEM-MG) oficializou nesta terça-feira (19) sua candidatura à presidência do Senado e disse que é preciso buscar a “unificação das instituições” e a “pacificação da sociedade”. Ele tem o apoio de partidos da oposição, como o próprio PT, e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido).

“Reconheço a necessidade de se manterem os méritos e os avanços da gestão atual, e estou ciente de que os novos desafios do Brasil demandarão novas soluções”, disse em aceno a um de seus principais padrinhos na disputa, o atual presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).

Você viu?

O texto é foi uma formalidade. Na prática, Pacheco se antecipou na disputa antes mesmo do lançamento da candidatura do MDB, seu principal adversário, e conquistou o apoio de nove legendas até o momento. Com a estratégia, ele abriu ampla vantagem na conquista de votos. A senadora Simone Tebet (MDB-MS), por sua vez, tem alianças formais com o Podemos e o Cidadania .

“Me comprometo a ter como foco imediato da atuação legislativa do Senado Federal, em virtude da pandemia e de seus graves reflexos, o trinômio: saúde pública – crescimento econômico – desenvolvimento social, com o objetivo de preservar vidas humanas, socorrer os mais vulneráveis e gerar emprego, renda e oportunidades aos brasileiros e brasileiras, sem prejuízo de outras matérias de igual relevância, que merecerão, a seu tempo, atenção e prioridade”, disse, sem citar propostas específicas.

Ele também destacou que vai “submeter à deliberação do plenário as reformas e as proposições necessárias e imprescindíveis para o desenvolvimento do País”.

Comentários Facebook
Continue lendo

Envie sua denúncia

Clique no botão abaixo e envie sua denuncia para nossa equipe de redação
Denuncie

DIAMANTINO

POLÍTICA MT

POLICIAL

MATO GROSSO

POLÍTICA NACIONAL

ESPORTES

Mais Lidas da Semana