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POLÍTICA NACIONAL

Pazuello será demitido após início da vacinação contra Covid-19, diz jornalista

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General Eduardo Pazuello%2C ministro da Saúde
Carolina Antunes/PR

General Eduardo Pazuello, ministro da Saúde

O ministro da Saúde, Eduardo Pazuello , vai ser demitido após o início da aplicação das primeiras doses das vacinas contra a Covid-19 no Brasil. Militar da ativa, o general deve ser substituído pelo líder do governo na Câmara, Ricardo Barros (PP), que já ocupou o comando da pasta durante a gestão do ex-presidente Michel Temer . A informação é da jornalista Thaís Oyama.

Alçado ao comando do ministério para substituir Nelson Teich, o general não tem formação na área da Saúde , mas foi escolhido por conta de seus conhecimentos em logística. A avaliação era a de que Pazuello teria sucesso na compra de insumos necessários para o combate à Covid-19, como respiradores, máscaras, luvas, agulhas e seringas.

Outro fator que contribuiu para a escolha foi a sua atuação na Operação Acolhida , que atendeu refugiados venezuelanos em Roraima.

Pazuello, porém, começou a sofrer desgaste maior após várias  idas e vindas na definição do plano de imunização da população brasileira e, em episódio mais recente, falhou em comprar insumos para garantir a aplicação do imunizante. Das 331 milhões unidades necessárias de seringas, o governo conseguiu comprar até agora apenas 7,9 milhões.

Mas esse acontecimento recente não é o único que gerou más avaliações à gestão de Pazuello no Ministério da Saúde. De acordo com reportagem do jornal O Estado de São Paulo , quase  7 milhões de testes para diagnóstico do novo coronavírus (Sars-CoV-2) venceriam entre este mês e janeiro sem terem sido utilizados. Os itens, que estavam represados no aeroporto de Guarulhos, acabaram tendo a validade estendida.

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POLÍTICA NACIONAL

Protestos contra Bolsonaro: panelaços são registrados ao redor do país; confira

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Projeção feita no Minhocão%2C no centro de São Paulo durante o
Reprodução Instagram

Projeção feita no Minhocão, no centro de São Paulo durante o “panelaço” contra Bolsonaro

Diversos estados do país registraram “panelaços” contra o  presidente Jair Bolsonaro na noite desta sexta-feira (15). Os protestos foram marcados e registrados pelas redes sociais.

Confira alguns registros:

Em Manaus, onde o sistema de saúde colapsou e a cidade vive o maior pico de internações de Covid-19 desde o início da pandemia, foram registrados grandes “panelaços” contra Bolsonaro:

Internauta registrou manifestação em Londrina, no norte do Paraná:

Você viu?

José Guimarães, deputado federal (PT-CE), registrou panelaço na capital do país, Brasília:

Sob gritos de “genocída”, protesto também foi visto na região central de São Paulo:

Manifestação na zona sul do Rio de Janeiro:

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Leia mais:  Maia diz que discutir impeachment de Bolsonaro será "inevitável no futuro"
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POLÍTICA NACIONAL

Maia diz que discutir impeachment de Bolsonaro será “inevitável no futuro”

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Rodrigo Maia%2C presidente da Câmara
Luis Macedo/Câmara dos Deputados

Rodrigo Maia, presidente da Câmara

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), não descartou a possibilidade de discussão de um processo de impeachment contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), mas jogou a responsabilidade para colocar o assunto em pauta pelo seu sucessor. O parlamentar afirmou que essas discussões seriam inevitáveis “no futuro”.

“Eu acho que esse tema de forma inevitável será discutido pela Casa no futuro. Temos de focar no principal, que agora é salvar o maior número de vidas, mesmo sabendo que há uma desorganização e uma falta de comando por parte do ministério da Saúde”, disse Maia ao participar de entrevista coletiva ao lado do governador de São Paulo, João Doria (PSDB).

Maia defendeu que, neste momento, a prioridade é retomar os trabalhos da Câmara e do Senado, que estão em recesso desde dezembro. Essa foi a justificativa dada por Maia para não discutir e protocolar um processo de impedimento neste momento.

Você viu?

“Nós estamos em recesso, desde março vivemos uma pandemia, da qual a nossa decisão não foi avaliar ou deixar de avaliar impeachment, mas, sim, compreender que a pandemia é a prioridade de todos nós”, afirmou.

Logo após a coletiva, Maia ainda conversou com jornalistas e ressaltou que não será ele quem decidirá sobre o impeachment, visto que seu mandato termina no próximo dia 1º de fevereiro.

Logo, uma discussão sobre o impedimento de Jair Bolsonaro estará na gaveta do próximo presidente da Casa, que pode ser o deputado federal Baleia Rossi (MDB-SP).

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“Até o dia 2 de fevereiro, até a eleição, quem faz essa análise é o nosso presidente da Câmara, Rodrigo Maia. Se Deus me der a oportunidade de presidir a Câmara, eu agirei de acordo com o que diz a Constituição. Qualquer e toda análise será feita dentro dos princípios da nossa Constituição Federal”, disse Rossi.

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